
168
- ATLAS DO IMPÉRIO DO BRASIL, de Cândido Mendes de Almeida. Reedição.
Rio de Janeiro, Ed. da Univ. Candido Mendes, 2000.
O primeiro Atlas do Brasil publicado em 1868, dedicado ao Imperador Dom Pedro
II, é reeditado agora pelo bisneto do autor, reitor da Universidade Candido
Mendes (no Rio de Janeiro), Prof. Cândido Mendes. Foi fundamental para
o ensino da geografia no país e para a consolidação das
fronteiras do país.
169 - BAÍA DA GUANABARA,
de Bia Hetzel e Sílvia Negreiros. Rio de Janeiro, Manati, 2000. 224p.
Fruto de 5 anos de pesquisas por escritora e designer, a obra desvenda a Baía
da Guanabara como um organismo vivo desde os primórdios até os
dias atuais.
170 - FAMÍLIA SCHÜRMANN: um mundo de
aventuras, de Heloísa Schürmann. Rio de Janeiro, Record, 2000. 336p.
ilust.
Em 13 anos de navegação, pai, mãe, 3 filhos e 1 neta de
uma família do estado de Santa Catarina navegou pelo mundo, em 3 oceanos,
refazendo a rota de Fernão de Magalhães, conhecendo muitos países,
ilhas longínquas e culturas exóticas, acompanhados, através
da Internet, por cerca de 35.000.000 pessoas de 44 países. Best seller.
171 - MORRO DA CONCEIÇÃO:
da memória o futuro. Rio de Janeiro, Sextante, 2000. 112p. ilust.
Minusciosa radiografia do mais conservado morro histórico da cidade do
Rio de Janeiro, o único que desde o século 17 mantém as
características basicamente residenciais, e já foi palco de resistência
a invasão de corsários franceses no século 18. Até
agora é um intocado sítio no núcleo da cidade. Ilustrado
com fotos. Lin-dooo !!!
172 - NA ESTRADA DO EVEREST, de Airton Ortiz. Rio
de Janeiro, Record, 2000. 287p.
Brasileiro narra a aventura de escalar o ponto mais alto do planeta.
173 - NOTAS DE VIAGEM DE PEREIRA
PASSOS, org. por Maria Isabel Ribeiro Lenzi. Rio de Janeiro, Sextante Artes,
2000. 127p. ilust.
O prefeito Pereira Passos (1863-1913) foi o grande remodelador da cidade do
Rio de Janeiro no início do século 20. O livro traz 30 cartas
por ele escritas em longa viagem ao exterior, logo após deixar o governo,
em 1906, comentando o que vê e comparando com o Rio.
174 - O RIO DE JANEIRO COMO É
(1824-1826), de C. Schichthorst. Rio de Janeiro, Senado Federal, 2000. (Coleção
O Brasil visto por estrangeiros). 326p.
O autor foi oficial do Imperial Exército Brasileiro, tendo deixado sua
Alemanha natal para vir morar no Brasil, esperando um Eldorado que não
encontrou. Mas seu encanto por certos aspectos e hábitos brasileiros
está presente em todo o texto.
175 - UM CAMINHO À BEIRA-MAR: peregrinando
pela rota portuguesa rumo a Santiago [de Compostela] , de Mônica Pestana
Ursini. Santos,SP, Editor-Autor, 2000. 56p.
Brasileira faz o relato pessoal sobre o caminho de Santiago de Compostela através
das terras portuguesas e espanholas, de maneira despretensiosa e divertida.
176 - O VIAJANTE IMÓVEL,
de Luciano Trigo. Rio de Janeiro, Record, 2001. 304p. ilust.
Através de Machado de Assis e sua obra, o autor reconstitui os hábitos,
costumes e características do Rio de janeiro na época do Segundo
Reinado: o amor luxurioso, os meios de transporte, a mania por bailes, teatros
e clubes, as casas das "mulheres-de-vida-fácil", tudo ilustrado
com belas fotos e ilustrações da época.
177 - VIOLÊNCIA E DEMOCRACIA:
paradoxo brasileiro, de Angelina Peralva. São Paulo Paz e Terra, 2000.
224p.
Com prefácio de Alain Touraine, a autora nos leva a descobrir as ambivalências
de uma sociedade em transformação.