
82) 12 FACES DO PRECONCEITO, org.
de Jaime Pinsky. 3.ed. São Paulo, Contexto, 2000. 125p.
Sendo a escola um lugar privilegiado para discutir a questão do preconceito,
o livro inicia um trabalho para atenuar sua abordagem, fornecendo material para
profissionais e alunos discutirem o assunto na sala de aula.
83) OS ARGONAUTAS DA CIDADANIA: a sociedade civil
na globalização, de Liszt Vieira. Rio de Janeiro, Record, 2001.
401p.
O autor, advogado e sociólogo, procura jogar luz sobre aqueles que têm
navegado contra a corrente da barbárie neoliberal, tecendo redes invisíveis
de solidariedade.
84) CARMEN MIRANDA FOI A WASHINGTON,
de Ana Rita Mendonça. Rio de Janeiro, Record, 1999. 209p.
Carmen Miranda é um ícone nacional exatamente na medida em que
consegue promover o debate áspero sobre nossa identidade cultural e política.
Embaixatriz? Americanizada? Oportunista? Mito? O livro fundamenta, com extensa
pesquisa, a intrincada rede de relações entre a América
do Norte e a América do Sul durante a II Guerra Mundial.
85) CONSCIÊNCIA NEGRA EM CARTAZ, de Nelson
F. I. Silva. Brasília, DF, Ed. da UnB, 2001. 135p.
Trata da evolução do movimento negro no Brasil.
86) DIAS DE IRA, de Roldão Arruda. Rio de
Janeiro, Globo, 2001. 301p.
Jornalista mostra assassinatos de homossexuais ocorridos em São Paulo,
em 1986; um decorador, um psiquiatra, um diretor de teatro e um professor, todos
gays e mortos brutalmente com métodos que levaram a polícia a
pensar num "serial killer". Descreve vida e morte dos assassinados.
87) DO LUGAR DAS MULHERES E DAS MULHERES FORA DO LUGAR: um estudo das relações
de gênero na empresa, de Andréa Pupin. Rio de Janeiro, Ed. da UFF,
2001. 190p.
Pesquisa mostra a luta feminina por espaço nas empresas e o predomínio
dos homens em cargos de poder.
88) FEMINILIDADE E EPERIÊNCIA PSICANALÍTICA,
de Ana Laura Prates, São Paulo, FAPESP/Hacker, 2001. 129p.
A autora promove uma construção arqueológica do feminino.
89) O FEMININO MUDOU A CIÊNCIA,
de Londa Schienbinger. Bauru, SP, Ed. da Universidade Sagrado Coração,
2001. 382p.
Livro argumenta que a participação crescente de mulheres na ciência
tem mudado a forma de faze-La e gerenciá-la.
90) GÊNERO SEM FRONTEIRAS, 8 OLHARES SOBRE
MULHERES E AS RELAÇÕES DE GÊNERO, org. por Mônica
Raisa Schpun. Florianópolis, Mulheres, 1997. 208p.
Reúne textos apresentados no III Congresso da BRASA, em Cambridge, England,
escritos sobre gênero por pesquisadores das áreas de Antropologia,
Sociologia, História e Literatura.
91) O INDIVÍDUO E A SOCIEDADE NA GUIANA,
de Peter Rivière. São Paulo, Ed. da USP, 2001. 158p.
A Guiana, situada ao norte da América do Sul, é cercada pelas
águas dos Rios Amazonas, Negro e do Canal de Casaquiare e divide-se,
politicamente entre Guiana, Guiana Francesa, Brasil e Venezuela, com a presença
de diversos povos nativos vivendo na região. O autor examina esses povos
como unidade social, contribuindo assim para o seu inventário etnográfico.
92) LAZER E CULTURA NA FLORESTA DA TIJUCA; história,
arte, religião, fauna, flora e literatura, de Ana Cristina P. Vieira.
São Paulo, Makron/ Pearson, 2001. 75p. ilust. fotos.
A autora, pesquisadora do Museu Imperial de Petrópolis mostra como percorrer
a Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, com suas belezas naturais, história,
lendas, pontos turísticos, etc.
93) LUTAS DO CORAÇÃO, de Inês
Sabino. Florianópolis, Mulheres/ Santa Cruz do Sul, RS, Ed. da UNISC,
1999. 335p.
Tendo a 1ª. ed. em 1898, a obra concretiza a intenção de
Inês Sabino, uma das brasileira que mais escreveram e publicaram, de examinar
a mulher brasileira à luz de sua contribuição para a formação
da sociedade, com sua visão franca e sensível em relação
às mulheres incapazes de se enquadrarem nas normas sociais.
94) MEMÓRIA URBANA: A GRANDE
SÃO PAULO ATÉ 1940. São Paulo, Imprensa Oficial do Estado/Arquivo
do Estado/ EMPLASA, 2001. 3 volumes (400p.)
São 3 volumes. O 1º. contém textos e fotos, mostrando o desenvolvimento
da cidade, a partir de sua fundação, expansão física,
urbanização, acontecimentos históricos, como a I Guerra
Mundial e Revoluções de 1930 e 1932. O 2º. volume traz uma
coleção estatística e quadros. O 3º. volume apresenta
os mapas da região. Imprescindível para os estudos urbanos da
maior metrópole metropolitana da América Latina.
95) MOÇAMBIQUE: ensaios;
org. de Peter Fry. Rio de Janeiro, Ed. da UFRJ, 2001. 338p.
O autor, inglês, antropólogo social, viveu muitos anos no Brasil
e foi professor na UNICAMP. Agora, residindo em Moçambique, traz seleção
de textos sobre a sociedade e a política do país africano de colonização
portuguesa, refletindo, entre outras coisas, sobre a situação
depois do socialismo.
96) ORFEU E O PODER: O MOVIMENTO
NEGRO NO RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO (1945-1988), de Michael George Hanchard,
tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro, Ed. da UERJ, 2001. 246p.
O autor, professor na Universidade do Texas, empreendeu pesquisa cuidadosa sobre
o movimento social negro no Rio de Janeiro e São Paulo e o livro tornou-se
um marco da recente reflexão africano-americana sobre a política
racial no Brasil após a II Guerra Mundial.
97) PANAMÉRICA, de José Agripino
de Paula. São Paulo, Papagaio, 2001. 264p.
Reedição do clássico lançado em 1967 e que inspirou
os criadores do Tropicalismo.
98) PESCADORES DE LIXO, de Antonio Alberto Prado.
São Paulo, SENAC, 2001. 108p.
O que podem fazer as empresas brasileiras diante dos desafios da globalização?
O autor traça um panorama da situação que, apesar de tantas
dificuldades, pode evoluir para uma retomada do desenvolvimento com nossa gente
participando do futuro do país.
99) QUE PAÍS É ESTE?
um depoimento, de Benedicto Ferri de Barros. São Paulo, SENAC, 2001.
(Coleção Livre Pensar). 94p.
Sociólogo, antropólogo, ensaísta, jornalista, analista
político e economista, o autor, grande conhecedor do Brasil, apresenta
reflexões para ajudar a entender e repensar o país, suas potencialidades
e seus problemas.
100) SOCIEDADE E ESTADO EM TRANSFORMAÇÃO,
org. de Luís Carlos Bresser Pereira, Jorge Wilheim e Lourdes Sola. São
Paulo, Ed. da UNESP/ENAP/Imprensa Oficial do Estado, 2001. 451p.
Vinte personalidades de variadas áreas de conhecimento e atividades apresentam
suas opiniões sobre globalização econômica e cultural,
avanços tecnológicos e comunicações.