Sociedade

104 - AH! SE EU SOUBESSE - BRASIL: O QUE OS BRASILEIROS BEM-SUCEDIDOS GOSTARIAM DE TER SABIDO 25 ANOS ATRÁS, de Richard Edler e Márcio Moreira. São Paulo, Negócios Ed., 2001. 260p.
Beto Carreiro, Ignácio de Loyola Brandão, Ivo Pitangui, José Mindlin, Viviane Senna, Zilda Arns, etc., construíram empresas, carreiras, pensamentos, mudaram fatos e influenciaram pessoas, sendo admirados e respeitados, cada um a seu modo e em sua área de atuação. Agora compartilham com todos as suas lições de vida, fazendo aprender e refletir com esse livro.

105 - OS BRASILEIROS E OS ÍNDIOS, de Márcio Santilli. São Paulo, SENAC, 2001. 156p.
Através da pesquisa de opinião pública, o autor busca respostas a várias questões relacionadas aos índios - discriminação, direito à terra, exploração, cultura, sendo esse livro mais uma contribuição ao debate das questões indígenas no Brasil.

106 - O CASAMENTO ENTRE O CÉU A TERRA: CONTOS DOS POVOS INDÍGENAS DO BRASIL, de Leonardo Boff. Rio de Janeiro, Salamandra, 2001. 162p.
O autor narra contos indígenas sobre os mistérios da criação, amor e morte, mitos do céu e da terra. O índio e sua visão da natureza, em edição de excelente qualidade, fartamente ilustrado e com fotos coloridas. Também traz uma lista dos povos indígenas do Brasil contemporâneo e uma reflexão sobre a importância de sua existência.

107 - CONTROVÉRSIAS E DISSONÃNCIAS, de Maurício Segall. São Paulo, Boitempo, 2001. 320p.
O autor fala de racismo, política cultural, museologia, teatro, cinema, etc. Como membro de partido político, revisa o passado e traça um panorama das últimas 3 décadas do século 20.

108 - CRÍTICA À TOLICE FEMININA, de Agenita Ameno. Rio de Janeiro, Record, 2001. 221p.
A obra se propõe à construção de um novo modelo de sociedade denominado Estado de Usufruto, onde caberá às mulheres a obrigação de construí-lo, pois elas são - depois das crianças - as mais afetadas em sociedades como as nossas.

109 - DO ALMANAK AOS ALMANAQUES, org. de Marlyse Meyer. São Paulo, Ateliê Ed., 2001. 208p.
Os almanaques eram imprescindíveis à vida das pessoas, principalmente no interior do Brasil. traziam ilustrações, receitas culinárias, cuidados com o corpo, com a casa e com a lavoura, calendário, jogos e passatempos, astrologia, vida de santos, ritos, etc. A professora universitária de literatura e crítica, Marlyse, reúne aqui o que havia de melhor nos almanaques brasileiros.

110 - A FAINA, A FESTA E O RITO: UMA ETNOGRAFIA HISTÓRICA SOBRE AS GENTES DO MAR NO BRASIL DOS SÉCULOS XVII AO XIX, de Luis Geraldo Santos da Silva. Campinas, SP, Papirus, 2001. 256p.
Examina os modos de vida e culturas profissionais de pessoas que, entre os séculos 17 e 19, viviam das águas do mar e dos rios - marinheiros, canoeiros e pescadores. A intervenção do estado nacional no mundo dessas pessoas, realizada pela Marinha de Guerra, também constitui objeto de investigação, que inclui escravidão e resistência, criatividade e adaptação, violência e liberdade.

111 - GAÚCHOS EM RORAIMA, de Carla Monteiro de Souza. Porto Alegre, Ed. da PUCRS, 2001. (Coleção História) 160p.
Examina questões relativas às migrações internas do Brasil nas últimas décadas, enfocando o movimento entre Rio Grande do Sul e Roraima, analisando historicamente as realidade dos 2 estados, as características do movimento populacional, assim como os agentes nele envolvidos.

112 - HOMENS E CARANGUEJOS, de Josué de Castro. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2001. 188p.
O autor diz que conheceu a fome não na ficção e nem na Université de Sorbonne, Paris, e sim nos bairros miseráveis de Recife, o que, na verdade, foi a sua grande lição.

113 - IDÉIA DO BRASIL, A ARQUITETURA IMPERFEITA, de Gilberto de Mello Kujawski. São Paulo, SENAC, 2001. (Série Livre Pensar). 157p.
Escritor e jornalista fala da idéia de um país que está em vias de completar-se.

114 - INIMIGOS FIÉIS, de Carlos Fausto. São Paulo, Ed. da USP, 2001. 592p.
Trata-se de uma descrição detalhada de um povo amazônico, no melhor estilo monográfico da antropologia, fornecendo síntese comparativa sul-americana e inserindo o caso estudado no contexto regional, combinando com discussões teóricas no campo da antropologia.

115 - INTELECTUAIS À BRASILEIRA, de Sérgio Micelli. São Paulo, Companhia das Letras, 2001. 436p.
Sociólogo e professor universitário faz estudo sobre a trajetória de literatos da República Velha e do período Vargas e de autores modernistas, com reflexões sobre o país e suas elites, bem como das políticas culturais.

116 - MERCADO CULTURAL: INVESTIMENTO SOCIAL; FORMATAÇÃO E VENDA DE PROJETOS, GESTÃO E PATROCÍNIO; POLÍTICA CULTURAL, de Leonardo Brant. São Paulo, Escrituras, 2001. 144p.
Produtor cultural, o autor examina as leis de incentivo à cultura no Brasil e cobra mais critério do governo. Reflete sobre o alcance social dessas leis e ensina a formatar um projeto cultural.

117 - A MISÉRIA BRASILEIRA: 1964-1994 - DO GOLPE MILITAR À CRISE SOCIAL, de José Chasin. Santo André, SP, Ad Hominen, 2000. 490p.
Reúne artigos extensos sobre a vida nacional que analisa o período compreendido entre o golpe militar de 64 e o Plano Real, com temas que vão da economia à política, do perfil ideológico da burguesia brasileira ao fracasso das esquerdas no âmbito prático e ideológico.

118 - MUDANDO O MUNDO: A LIDERANÇA FEMININA NO SÈCULO 21, de vários autores. São Paulo, Cortez, 2001. 232p.ilust.
Resumo das principais transformações empreendidas pelas mulheres em diversos campos sociais nas últimas décadas. O capítulo "Imagens de uma trajetória" traz fotografias de mulheres de diversas partes do Brasil em eventos e projetos políticos, sociais e culturais.

119 - MULHERES FLUMINENSES DO VALE DO PARAÍBA, de várias autoras. Rio de Janeiro, CEDIM, 2001. 132p.
Publicado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, conta a história de personagens femininas que tiveram atuação relevante na formação dos municípios do estado do Rio de Janeiro.

120 - O MUNDO DAS CALÇADAS, de Eduardo Yázigi. São Paulo, Humanitas/Imprensa Oficial do Estado, 2001. 548p.
Interessante e surpreendente estudo do pequeno espaço das vias públicas destinado aos pedestres, basicamente sobre as calçadas de São Paulo. Apresenta seus múltiplos figurantes, como camelôs, artesãos, jornaleiros, carteiros, prostitutas, etc.

121 - TEMPOS E LUGARES DE GÊNERO, org. de Cristina Bruschini e Celi Regina Pinto. São Paulo, Ed. 34, 2001. 328p.
Reflexo do amadurecimento e legitimidade conquistado pelos estudos de gênero no país nos últimos 20 anos, o livro é um marco importante na constituição de uma perspectiva político-intelectual sobre a condição humana da mulher na sociedade e a questão de gênero.

122 - TÊNUE ESPERANÇA NO VASTO CAOS, de Jorge Wilheim. São Paulo, Paz e Terra, 2001. 132p.
O autor traz à tona reflexões sobre as perspectivas de vida urbana e fala do estado de caos presente em períodos da história.

123 - TOQUE DE SILÊNCIO, de Flávio Alves e Sérgio Barcellos. São Paulo, Geração Ed., 2001. 176p.
Pela primeira vez ex-cabo da marinha do Brasil revela, sem ocultar nomes, a via secreta de marinheiros e oficiais das Forças Armadas nos navios, nas ruas e nos caís dos portos. O tema central do livro é a defesa da idéia de que homossexuais não devem ser expulsos das Forças Armadas devido a sua opção sexual. Flávio mora nos USA e é uma das principais lideranças do movimento gay no Brasil, com militância também no Partido Verde.

124 - VIAGEM GASTRONÔMICA ATRAVÉS DO BRASIL, de Caloca Fernandes. São Paulo, SENAC, 2001. 256p.
Viagem gastronômica do longo da história dos pratos típicos brasileiros, herança deixada por negros, portugueses e índios na constituição da população nacional, trazendo o que há de melhor de cada região do Brasil.

Vide também : 2, 4, 18, 24, 26, 30, 33, 34, 83, 90, 99, 100


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