
118) AMAZÔNIA - FORMAÇÃO SOCIAL
E CULTURAL, de Samuel Benchimol. Manaus, AM, Valer/Univ. do Amazonas, 1999.
480p. ilust. p/b ISBN 85-86512-23-0
Um clássico da cultura amazônica, escrito por insigne mestre, com
modernidade do arrojo futurológico.
119) A CIDADE ESTRATÉGICA; NOVA RETÓRICA
E VELHAS PRÁTICAS NO PLANEJAMENTO DO RIO DE JANEIRO, org. de Giuseppe
Cocco. São Paulo, DPA, 2001. 150p. ISBN 85-74900-81-8
Analisa o planejamento da cidade do Rio de Janeiro ao longo dos anos 90, início
da abertura da economia brasileira aos fluxos da globalização.
120) CLASSES, RAÇAS E DEMOCRACIA, de Antonio
Sérgio Alfredo Guimarães. São Paulo, Ed. 34, 2002. 232p.
ISBN 85-73262-32-X
Sociólogo aborda temas complexos como raça e racialismo, racismo,
democracia racial e estratificação, classes sociais e identidades,
movimento negro, entre outros.
121) CLÍNICA DA MELANCOLIA, de Ana Cleide
Guedes Moreira. São Paulo, Escuta, 2002. 161p. ISBN 85-71371-82-2
A autora pesquisou a partir de um paciente portador do vírus da AIDS,
especificando a noção de melancolia, distinguindo-a da depressão
e examina as conseqüências da redução de auto-estima
para a saúde física e mental.
122) DESENVOLVIMENTO DAS FAMÍLIAS EMPRESÁRIAS,
de Volnei Pereira Garcia. São Paulo, Qualitymark, 2001. 356p.
Analisa os pontos com os quais as famílias têm tido dificuldades
de lidar, ou não tem se dado conta de sua importância, no que se
refere à gestão de negócios. Aborda a questão da
formação de homens e mulheres herdeiros; analisa os papéis
societários e enfoca os principais problemas que sócios e acionistas
de empresas familiares têm encontrado com relação à
gestão de suas empresas.
123) ENJAULADO - O AMARGO RELATO
DE UM CONDENADO PELO SISTEMA PENAL, de Pedro Negrini. Rio de Janeiro, Gryphus,
2002. 170p. ISBN 85-75100-27-0
Advogado criminalista mostra que as prisões do Brasil, da maneira como
hoje são administradas, não reeducam criminosos, sendo meros depósitos
de bandidos regidos pelas próprias regras, confinados em jaulas, onde
se brutalizam e aperfeiçoam as práticas criminosas. Descreve as
experiências de um presidiário, Rogério Aparecido, um homem
que passou de trabalhador para marginal e que durante 6 anos cumpriu pena em
penitenciárias paulistas.
124) ERGUENDO-SE PELOS PRÓPRIOS
CABELOS: AUTO-EMPREGO E REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL, de
João Batista Pamplona. São Paulo, Germinal, 2002. 370p. ISBN 85-86439-17-7
O auto-emprego urbano no Brasil nos anos 90 é o tema central do livro,
surgindo como alternativa promissora de trabalho que pode superar, inclusive
com novas vantagens, os problemas gerados pelo declínio do emprego padrão
(assalariado, permanente, em tempo integral e geralmente na grande empresa ou
setor público).
125) O ESPETÁCULO DA CULTURA
PAULISTA, de David José Lessa Matos. São Paulo, QdM & Assoc.,
2002. 272p.
ISBN 85-88953-02-1
Originalmente tese de Doutoramento, defendida na Universidade de São
Paulo. Trata da história da vida cultural e artística em São
Paulo, do século 19 ao meio do século 20 e também o que
havia por trás da produção artística e quais as
raízes culturais paulistanas. A partir da inauguração do
Teatro Brasileiro de Comédia, em 1948 e da TV Tupi, em 1950, o autor
colhe dados e informações regredindo até o século
19. O autor é sociólogo e com vivência como artista de teatro.
126) FESTAS E TRADIÇÕES
POPULARES DO BRASIL, de Melo Morais Filho. Brasília, DF, Senado Federal,
2002. 390p. Não tem ISBN
Reedição de uma obra que destaca o caráter sociológico
e antropológico das festas populares brasileiras. A obra está
dividida em 4 partes: festas populares, festas religiosas, tradições
e tipos de rua.
127) GÊNERO, DEMOCRACIA
E SOCIEDADE BRASILEIRA, de Cristina Bruschini e Sandra G. Unbehaum. São
Paulo, Ed. 34, 2002. 450p. ISBN 85-73262-36-2
Oferece um panorama diversificado e atual dos estudos de gênero no Brasil.
O eixo que norteia as discussões é o da inter-relação
das questões de gênero, democracia e a justiça social como
um dos principais desafios para o pensamento feminista contemporâneo.
128) GLOBALIZAÇÃO
E AS CIÊNCIAS SOCIAIS, de Boaventura de Sousa Santos. São Paulo,
Cortez, 2002. 572p.
ISBN 85-24908-35-1
O autor coloca como tema central o impacto da globalização neoliberal
nas sociedades periféricas e nas diferentes ciências sociais que
produziram a identidade econômica, política, social e cultural
dessas sociedades.
129) IDEAIS NA ADOLESCÊNCIA, de Tiago C.
Matheus. São Paulo, Annablume, 2002. 199p. ISBN 85-74192-41-4
Partindo dos conceitos de ideais na psicanálise, o autor estabelece um
diálogo com outras ciências humanas utilizando em seu trabalho
três grupos de jovens.
130) JUVENTUDE, CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL
E INCLUSÃO SOCIAL, de Adolfo Ignácio Calderón. São
Paulo, Olho D'Água, 2002. 152p. ISBN 85-85428-72-4
Relato de experiências surgidas com o Programa de Capacitação
Solidária, do governo federal.
131) A LIDERANÇA FEMININA NO SÉCULO
21, de Denise Carreira, Menchu Ajamil e Tereza Moreira. São Paulo, Cortez,
2001. 232p. ISBN 85-24907-80-0
Livro que tem como foco as mulheres, assumidas em toda sua diversidade. Expo
caminhos e horizontes para reflexão, desenvolvimento e aprimoramento
do exercício da liderança democrática e transformadora.
132) MÍDIA E PÂNICO: SATURAÇÃO
DA INFORMAÇÃO; VIOLÊNCIA E CRISE CULTURAL NA MÍDIA,
de Malena Segura Contrera. São Paulo, Annablume, 2002. 130p. ISBN 85-74192-40-6
Reflete sobre a mídia e sua crescente relevância para as sociedades
contemporâneas. Chama a atenção para o que se poderia definir
como uma crise cultural e da mídia de enormes proporções.
133) A MOBILIDADES DAS FRONTEIRAS - INSERÇÕES
DA GEOGRAFIA NA CRISE DA MODERNIDADE, de Cássio Eduardo Viana Hissa.
Belo Horizonte, MG, Ed. UFMG, 2002. 322p. (Coleção Humanitas).
ISBN 85-70412-89-4
São aqui questionadas as "tradições de fronteira",
próprias da modernidade, oferecendo um fio condutor para se pensar a
geografia, um saber de conexões com as demais ciências humanas.
134) PACIFICANDO O BRANCO: COSMOLOGIA DO CONTATO
DO NORTE-AMAZÔNICO, org. de Bruce Albert e Alcida Rita Ramos. São
Paulo, Ed. UNESP, 2002. 540p. Ilust. 21x27cm. ISBN 85-71393-55-9
No trato com as nações indígenas, o problema sempre foi
como fazer para compreender aqueles povos de civilização rudimentar.
Este livro inverte a questão: no desenrolar desse processo, os índios
estavam também tentando entender os brancos, descreve-los, amansando-os,
portanto, tentando compreendê-los como eles nos compreendem. Como está
escrito em sua contra-capa, é um livro magistral, esperado há
muitos anos pelos especialistas da área.
135) PERMANÊNCIAS E MUDANÇAS EM BELO
HORIZONTE, org. de Regina Medeiros. Belo Horizonte, MG, Autêntica, 2001.
144p. ISBN 85-75260-10-3
A cidade é interpretada e narrada em histórias contadas sobre
fatos vividos na boemia e na marginalidade, na especulação imobiliária
como desfiguradora de sua imagem, etc.
136) QUEM GRITA PERDE A RAZÃO:
A EDUCAÇÃO COMEÇA EM CASA E A VIOLÊNCIA TAMBÉM,
de Luiza Cristina A Ricotta. 2.ed. São Paulo, Annablume, 2002. 130p.
ISBN 85-71838-13-5
Abordagem do tema da violência de forma não usual, aquela que ocorre
protegida pelas paredes de um lar e mantida em segredo pelos próprios
familiares. São enfocados os temas do pacto do silêncio, a relação
entre o agressor e a vítima, o casal, a deformação e a
destruição do vínculo, a transformação do
amor em ódio, enfim, as várias faces da violência.
137) RAÇA COMO RETÓRICA, de Yvonne
Maggie e Cláudia Barcelos Rezende. Rio de Janeiro, Civilização
Brasileira, 2002. 462p. ISBN 85-20005-32-2
Apresenta novos rumos para as teorias sobre o racismo no Brasil, analisando
do atual movimento "funk" carioca até uma expedição
científica à África do Sul em 1936, tendo a raça
como base para construção da identidade. Desenvolvido de 1994
a 1997, a pesquisa é resultado do "Programa Raça e Etnicidade",
apoiado pela Fundação Rockefeller e desenvolvido na Universidade
Federal do Rio de Janeiro, com estudos feitos em Moçambique, cabo Verde
e na África do Sul.
138) O SABOR DO AMAZONAS, org. de Rosa Silva Clement.
Manaus, Valer, 2001. 272p. ilust. cores ISBN 85-86512-58-3
Culinária regional como: caldeirada de peixe, carne de tartaruga, pirão
de farinha de mandioca, peixes como o jaraqui (quem comeu não sai daqui),
etc.
Vide também: 1, 10, 11, 16, 24, 33, 34, 35, 41, 50, 59, 96, 100 e 117