
87 - AS ÁGUAS DE OXALÁ,
de José Beniste. São Paulo, Bertrand-SP, 2002. 336p. ISBN 85-28609-65-0
Detalhe sobre um dos mais belos e longos rituais do candomblé, em que
a cor branca domina integralmente o terreiro, por ser a cor da pureza ética
que simboliza o grande orixá Oxalá. A mais longa religiosidade
afro-brasileira é aqui descrita integralmente, de forma clara e com pormenores
que enriquecem o conhecimento e as pesquisas no assunto.
88 - CAROÇO DE DENDÊ: A SABEDORIA
DOS TERREIROS - COMO IALORIXÁS E BABALORIXÁS PASSAM CONHECIMENTOS
A SEUS FILHOS, de Mãe Beata de Yemonjá. 2.ed. Rio de Janeiro,
Pallas, 2002. 128p. ISBN 85-34703-02-7
A autora é uma "mãe de santo", que cresceu cercada pela
presença de antigos escravos e seus descendentes e suas memórias
são fortemente ligadas às usas histórias de vida. Traz
aqui 43 relatos sobre suas vivências com gente, animais, plantas e deuses
da natureza, ilustrados pelos desenhos de Raul Lody, antropólogo e pesquisador
do Museu Folclórico do Rio de Janeiro.
89 - O ENCANTO DOS ORIXÁS, de Flávio
Miragaia Perri. São Paulo, Expressão e Cultura, 2002. 264p. ISBN
85-20803-48-2
Reflexão sobre o preconceito que cerca a Umbanda, a partir da experiência
que viveu ao visitar a "Tenda de Umbanda Luz, esperança e Fraternidade",
na Zona Norte do Rio de Janeiro, oportunidade em que o pesquisador pode descobrir
uma religião autenticamente brasileira e identificada com as idéias
ambientalistas.
90 - O ENSINO SOCIAL DA IGREJA E A GLOBALIZAÇÃO,
org. por Cecília Osowski e José Luiz Bica de Melo. São
Leopoldo, RS, Ed. UNISINOS, 2002. 133p. (Coleção Humanitas). ISBN
85-74311-13-8
Reúne textos que apresentam diferentes opiniões sobre a sociedade
contemporânea ao pensar sobre as possibilidades de construção
de uma nova globalização, baseada no agir solidário.
91 - OMINDAREWA: UMA FRANCESA
NO CANDOMBLÉ - EM BUSCA DE UMA OUTRA VERDADE, de Michel Dion. Rio de
Janeiro, Pallas, 2002. 180p. ISBN 85-34702-55-1
Importante registro sobre o Candomblé, pois conta a transformação
da francesa Gisèle Cossard, nascida no Marrocos e casada com um diplomata,
em alorixá Omindarewa. O autor pesquisou no terreiro dessa sacerdotisa,
em Santa Cruz da Serra, no Rio de Janeiro.
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