1 -100 ANOS DE TEATRO EM SÃO PAULO (1875-1974)
de Sábato Magaldi e Maria Thereza Vargas. São Paulo, SENAC, 2001.
438p. ilust.
Livro com vocação para tornar-se leitura de referência obrigatória
no assunto teatro paulistano e precioso documento sobre a atividade teatral
e produção cultural brasileira, mostrando a importante contribuição
estrangeira ás nossas artes cênicas. Fartamente ilustrado.
2 - CATÁLOGO BIBLIOGRÁFICO
DA PRODUÇÃO DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO/UNICAMP: Curso
de Mestrado, de 1977 a 1997, org. por Gildenir. C. Santos e Vera Lúcia
Gonçalves. Campinas, SP, FE/UNICAMP, 1999. 486p.
Reúne todos os dados bibliográficos possíveis sobre as
dissertações defendidas nos 21 anos de existência do curso
de Pós-Graduação da Faculdade. Índices de autores,
orientadores e assunto tornam possível a recuperação da
informação.
3 - DATAS E FACTOS PARA A HISTÓRIA
DO CEARÁ, de Barão de Studart. Fortaleza, Fundação
W. Alcântara, 2001. 528p.
O autor nasceu em Fortaleza, Ceará, em 1856 e se notabilizou por suas
pesquisas históricas. Muitos verbetes marcantes assinalam os eventos
da história cearense entre 1603 a 1822, com determinações
do governo, concessões e devoluções de terras e capitanias
hereditárias, os impostos cobrados, as Casas de Inspeção,
as Provedorias, etc.
4 - A PÁGINA VIOLADA, de Paulo Silveira.
Porto Alegre, Ed. da UFRGS, 2001. 322p.
Recenseia os principais "livros de artistas", nas artes visuais dos
anos 90.
5 - POVOS INDÍGENAS NO BRASIL:
1996-2000, org. por Carlos Alberto Ricardo. São Paulo, Instituto Sócio-Ambiental,
2001. 832p. ilust. mapas e fotos.
A população indígena no Brasil chega a 350.000 pessoas
e apresentou um crescimento de 3.5% anuais entre 1996 e 2000, porém 12
povos estão à beira da extinção. Para fazer esse
livro, que é referência sobre o tema, foi preciso reunir dados
de mais de 200 colaboradores de todo país, apresentados em 832 paginas,
27 mapas, 270 fotos e 81 artigos de especialistas no tema e mais de 1.500 notícias
de jornais brasileiros, e que pela primeira vez inclui depoimentos de representantes
indígenas. O Instituto Sócio-Ambiental é uma Organização-
Não-Governamental (ONG) que trabalha com indígenas brasileiros.
6 - RIO DE JANEIRO NAÏF, org. por Lucien Finkelstein.
Rio de Janeiro, Ed. do Museu Internacional de Arte Naif no Brasil, 2001. 128p.
ilust.
Aqui naïf significa primitivo. São aquelas pinturas em cores primárias,
com as figuras sempre de frente, como num cartão postal. Esse livro traz
obras de mais de 10 artistas, todos premiados em exposições internacionais,
com suas biografias e com textos em português, inglês, francês,
espanhol e alemão, em mais de 40 quadros. Todos aqueles cenários
lindos do Rio de Janeiro, pela arte dos artistas naïfs: o Cristo Redentor,
Corcovado, Pão de Açúcar, Ilha de Paquetá, Arcos
da Lapa, Teatro Municipal, carnaval, reveillon, etc. É ma-ra-vi-lho-so!!!
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