1 - ATLAS AMBIENTAL DE PORTO ALEGRE, coord. por
Rualdo Menegat. Porto Alegre, Ed. da UFRGS, 2000. 256p. ilust.
Apresenta a história natural de Porto Alegre, capital do estado do Rio
Grande do Sul. Amplamente ilustrado, com imagens da fauna e flora.
2 - DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE
AUTORES BRASILEIROS. Brasília, DF, Ed. do Senado, 2000. 506p.
Traz a notícia biográfica, bibliográfica e a relação
de estudos sobre vários pensadores e científicos.
3 - DICIONÁRIO DO FOLCLORE
BRASILEIRO, de Luis da Câmara Cascudo. Rio de Janeiro, Global, 2001p.
774p.
Atualizado por Laura Della Mônica, é obra de consulta obrigatória
para todos que se interessam pela cultura popular brasileira. Sempre preciso,
é escrito em linguagem acessível a qualquer tipo de leitor, desde
o estudante ao mais sofisticado pesquisador.
4 - ENCICLOPÉDIA AGRÍCOLA BRASILEIRA,
v. 3, por vários autores. São Paulo, Ed. da USP, 2001. 512p. ilust.
Terceiro volume, com verbetes de E a H, da mais completa obra de referência
sobre agricultura nacional.
5 - GUIA DO RIO DE JANEIRO COM CRIANÇAS,
de Christiana Tavares. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2001. 227p. ilust.
Nova versão atualizada do guia lançado há alguns anos pela
autora. Vem suprir uma grande lacuna no mercado editorial, para fazer com que
turistas - e não turistas - aproveitem o melhor da paisagem e história
da cidade, englobando também saúde, esporte, lazer e educação.
6 - INVENTÁRIO DO DEOPS-ALEMANHA,
de Maria Luiza Tucci Carneiro, São Paulo, Arquivo do Estado, 2000. 166p.
Reúne documentos existentes no antigo Departamento de Ordem Política
e Social sobre a trajetória dos imigrantes alemães radicados em
São Paulo..
7 - A TRAVESSIA DA CALUNGA GRANDE:
três séculos sobre o negro no Brasil (1637-1899), de Carlos Eugênio
Marcondes de Moura. São Paulo, Ed. da USP, 2001. (Coleção
Uspiana Brasil 500 Anos). 694p. ilust.
Sem dúvida, o mais completo catálogo de fontes iconográficas
que registram imagens dos africanos e seus descendentes no Brasil, segundo a
avaliação de "experts" no assunto. Contribuição
inestimável para pesquisadores interessados em traçar a história
da construção da figura do negro no imaginário nacional,
seja pela riqueza do material coletado ou pela qualidade das imagens. Com 800
registros divididos por séculos, permite avaliar isoladamente cada período
ou acompanhar as mudanças ocorridas na maneira de representar o negro
ao longo dos quase 300 anos aqui mapeados.