Política

93) 1961-QUE AS ARMAS NÃO FALEM, de Paulo Markun e Duda Hamilton. São Paulo, SENAC, 2001. 416p. ISBN 85-73592-18-4
Dias nervosos de uma crise que era herança de outra, da renúncia de Vargas, e que pouco depois resulta em longa ditadura militar. Conta os lances mais dramáticos e a atuação de seus personagens principais, lançando luzes sobre esse grave momento nacional, 40 anos depois.

94) A DEMOCRACIA INTERROMPIDA, de Gláucio Ary Dillon Soares. Rio de Janeiro, Ed. da FGV, 2001. 390p. ISBN 85-22503-56-7
O autor, professor na Universidade da Florida, Gainesville, reescreve um clássico na análise política no Brasil, contendo um estudo sistemático sobre o sistema partidário brasileiro. Agora em nova edição e substancialmente modificado pelo autor, que reescreveu todos os capítulos e incorporou muitas contribuições sobre os sistemas político e social do Brasil na República de 1946 a 1964.

95) MORTOS E DESAPARECIDOS POLÍTICOS: REPARAÇÃO OU IMPUNIDADE?, org. de Janaína Teles. São Paulo, Humanitas/FFCH-USP, 2000. 346p. ISBN 85-86087-89-0
Livro elaborado a partir dos debates acontecidos no seminário do mesmo nome, acontecido na Universidade de São Paulo, trazendo também textos de familiares, advogados, intelectuais e militantes, provas, a atuação da mídia nesse assunto, etc.

96) OUSAR LUTAR; MEMÓRIAS DA GUERRILHA QUE VIVI, de José Roberto Rezende. Rio de Janeiro, Ed. Viramundo, 2001. 230p. ISBN 85-87767-02-X
Reúne as traumáticas histórias ocorridas nos bastidores da tortura e nos porões da ditadura militar do ex-preso político José Roberto Rezende. Conta também dos mais de 8 anos de clandestinidade, punições e greves de fome até a liberdade.

97) SISTEMAS PARTIDÁRIOS EM NOVAS DEMOCRACIAS: O CASO DO BRASIL, de Scott P. Mainwaring: trad. de Vera Pereira. Rio de Janeiro, Ed. da FGV/Porto Alegre, Mercado Aberto, 2001. 424p. ISBN 85-28005-34-8
Doutor em Ciência Política pela Stanford University e Diretor do Kellog Institute for International Studies, o autor conviveu na década de 80 no Brasil. Analisa a moderna política brasileira, com ênfase à debilidade dos partidos políticos, em sua incapacidade de agirem coletivamente, conectados às questões do poder presidencial, do federalismo, da corrupção e progressão do poder local.

Vide também: 4, 15, 16, 17, 19, 21, 29, 48, 107 e 130


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