73 - 22 POR 22: A Semana de Arte Moderna vista por seus contemporâneos, org. por Maria Eugênia Boaventura. São Paulo, Ed. da USP, 2001. ilust.
A autora, professora de Teoria Literária da UNICAMP, expõe a reação furiosa da imprensa à Semana de Arte Moderna, em 1922. Documento precioso, reproduz 119 artigos de jornais e revistas da época, ilustrados com charges que dão a dimensão exata do escândalo que foi a Semana de 22, promovida por um pequeno grupo de intelectuais e artistas no meio da bem comportada sociedade brasileira, com a imprensa "comendo o fígado" dos modernistas.

74 - 40 ESCRITOS, de Arnaldo Antunes. São Paulo, Iluminuras, 2000. 152p.
Ex-integrante do Grupo de Rock paulista "Titãs", reúne textos de 20 anos de suas reflexões na música popular, nas artes plásticas e na imprensa.

75 - O AGRESSOR, de Rosário Fusco. São Paulo, Bluhm, 2000. 160p.
Lançado originalmente em 1943, tendo a 2. edição em 1976, seu autor foi um dos líderes do movimento modernista nos anos 20 em Minas Gerais. Romance de suspense que conta a história de David, um homem que fica paranóico com supostas perseguições. É uma das obras fundamentais da literatura brasileira do século 20.

76 - ANTOLOGIA EFÊMERA, de E. M. de Melo e Castro. Rio de Janeiro, Lacerda, 2000. 352p.
Poeta português de vanguarda, Melo e Castro reúne nesta coletânea toda sua produção poética ao longo dos últimos 50 anos, caracterizada pelo emprego requintado de 3 estilos: poema em verso, poema em prosa e poema visual.

77 - AS ARMAS DE AURORA, de Marco Antonio Gay. São Paulo, 7 Letras, 2000. 91p.
Romance urbano ambientado nos "anos de chumbo" (época da ditadura militar" que narra a história de uma mulher politizada e de uma geração desiludida.

78 - ATABAQUES, VIOLAS E BAMBUS, de Paulo César Pinheiro. Rio de Janeiro, Record, 2000.
Famoso compositor da musica popular brasileira traz seus 101 poemas, divididos em 3 blocos, cada um deles dedicado a expressão musical das 3 raças que deram forma à música brasileira: africanos, portugueses e índios.

79 - BARROCO, DO QUADRADO À ELIPSE, de Affonso Romano de Sant'Anna. Rio de Janeiro, Rocco, 2000. 284p.
Poeta e professor destrincha o estilo que marcou as artes plásticas, literatura, música e maneira de pensar dos séculos 17 e 18, para demonstrar que, desde Roma até os confins de Minas Gerais existe uma forma barroca de ver o mundo, de Velásquez a Aleijadinho, de Bach a Vivaldi, de Gôngora a Gregório de Matos. O autor, mineiro de Belo Horizonte, conviveu desde pequeno com o barroco e nessa obra reúne emoção e razão.

80 - BILAC VÊ ESTRELAS, de Ruy Castro. São Paulo, Companhia das Letras, 2000. 150 p.
O autor, biógrafo, agora inicia-se na ficção, combinando realidade e fantasia, onde a vida do poeta Olavo Bilac serve de centro para descrever o Rio de Janeiro no começo do século e divagar sobre o que Bilac "poderia" ter feito.

81 - OS BRASIS, de Francisco de Mello Franco. Rio de Janeiro, Objetiva, 2000. 240p.
Poema épico de exaltação aos heróis do sucesso, nos 500 anos do Brasil. Trabalho de requintada concepção poética.

82 - O CAÇADOR DE BARANGAS E OUTRAS PEQUENAS HISTÓRIAS, de Sidney Garambone. Rio de Janeiro, 7 Letras, 2000. 148p.
Jornalista estréia com 14 contos, promovendo um passeio pelos bairros cariocas, misturando humor e filosofia ao cotidiano.

83 - A COISA NÃO-DEUS, de Alexandre Soares e Silva. Rio de Janeiro, Beca, 2000. 168p.
Júlio Dapunt, o homem que "talvez seja Deus", leva o narrador, com auxílio de anjos, para conhecer um hilariante paraíso.

84 - CONTOS CINEMATOGRÁFICOS, por Carlos Gerbase. Rio de Janeiro, Artes e Ofícios, 2000. 126p.
Jornalista e cineasta gaúcho transformou em narrativa literária de alta densidade, 16 textos escritos para cinema, em linguagem bem humorada e plasticidade das imagens.

85 - CONTRACORRENTE, de Frederico Barbosa. São Paulo, Iluminuras, 2000. 64p.
Poeta pernambucano, em seu terceiro livro, percorre cidades concretas e pressupostas, entre outros assuntos.

86 - CORAÇÃO BRASILEIRO, de Flávio Marinho. São Paulo, Imago, 2000. 128p.
Peça de teatro conta a trajetória de 4 amigos, tendo como cenário a história do Brasil desde o golpe militar de 1964.

87 - O CORPO O LUXO A OBRA, de Herberto Helder. São Paulo, Iluminuras, 2000. 160p.
Panorama da obra de um dos mais reverenciados poetas portugueses. Nascido em Funchal, na Ilha da Madeira, Herberto recusou o prestigioso prêmio do Pen Club, em 1982, e não aceitou os USD30,000.00 do prêmio Pessoa, em 1994. Pertence ele à linhagem dos que buscam na poesia a mediação entre a vida comum e a esfera imaginária do sagrado.

88 - CRUZ E SOUZA, O POETA DO DESTERRO, roteiro de Sylvio Back, colab. de Rodrigo de Haro. Rio de Janeiro, 7 Letras, 2000. 274p. ilust.
Edição tetralíngue (português, inglês, francês e espanhol) divulga em roteiro publicado de filme sobre a vida e a obra do poeta/gênio do simbolismo brasileiro, em iniciativa inédita no país.

89 - DANTE ALIGHIERI E A COMÉDIA PAULISTANA, por Noenio Spínola. São Paulo, Mandarim, 2001. 250p.
A cidade de São Paulo é o cenário do romance onde o autor invoca a companhia de Dante para uma viagem pelos arranha-céus, subúrbios e avenidas de uma metrópole real/imaginária, desenhada pelo engenheiro-chefe de uma construtora.

90 - DIÁRIO INTERROMPIDO, de Ruy Alvim. Ed. BEI, 2000. 133p.
Poemas que o autor, português, escreveu quando viveu na Espanha, a seguir no Brasil e depois ao voltar para sua terra natal, Portugal.

91 - DIRETO DA PINDAÍBA, por Ney Reis. São Paulo, talento, 2000. 154p.
Livro dividido em histórias bem humoradas, que mostram as frustrações profissionais da vida no Rio de Janeiro, aos casos pitorescos da vida na serra, daqueles que moram nos grandes centros urbanos e sonham, um dia, largar tudo e ir "morar no mato".

92 - EM FLAGRANTE, por Artur da Távola. Rio de Janeiro, Bluhm, 2000. 192p.
Contos, divididos em 4 partes: inusitado, cidade, amor e delírio.

93 - ESPELHO CEGO, de Robert Menasse, trad, de George Sperber. São Paulo, Companhia das Letras, 2000. 384p.
O autor, professor universitário, nascido em Viena, viveu no Brasil entre 1981 e 1986 e daqui tirou a ambientação para seus 2 romances, O protagonista de "Espelho Cego" é Léo Singer, aspirante a filósofo que vice com sua musa e companheira Judith, ambos filhos de fugitivos do regime nazista e têm a infância passada no Brasil. Voltam para cá no período pós-1964, encontrando o país mergulhado na ditadura militar.

94 - A ESTÉTICA DA MELANCOLIA EM CLARICE LISPECTOR, por Jeana Laura da Cunha. Florianópolis, Ed. da UFSC, 2000. 176p.
Crítica literária busca decifrar as matizes de dor e êxtase na obra de Clarice Lispector.

95 - O FUTEBOL EM NELSON RODRIGUES, por José Carlos Marques. São Paulo, EDUC/FAPESP, 2000. 212p.
A narrativa futebolística de Nelson Rodrigues estava ligada à literatura quando retratava traços da cultura brasileira, traçando o perfil da sociedade carioca e brasileira dos anos 50 a 70. São analisadas 350 crônicas do autor, sendo 170 inéditas.

96 - GRANDE SERTÃO: VEREDAS - o romance transformado, de Osvando J. de Morais. São Paulo, EDUSP/FAPESP, 2000. 344p. ilust.
Originalmente dissertação de Mestrado na Universidade de São Paulo que, segundo parecer do Prof. Alfredo Bosi, foi um dos trabalhos mais originais produzidos nos últimos anos nessa área. Trata-se de uma releitura da obra-prima de Guimarães Rosa sob a espécie de roteiro cinematográfico, analisando-a sem fragmentá-la.

97 - GRÃOS VERMELHOS NO VALE, de Clair de Mattos. Rio de Janeiro, Razão Cultural, 2001. 182p.
Escritora revive, em ficção, o impacto da abolição da escravatura na economia do Rio de Janeiro, no final do século 19.

98 - GROGOTÓ, de Evandro Affonso Ferreira. São Paulo, Topbooks, 2000. 120p.
Pequenos contos insólitos em torno das mazelas que rondam becos, bares, prisões e ruas sujas de São Paulo.
99 - HISTÓRIAS DO TEMPO, de Lya Luft. São Paulo, Mandarim, 2000. 171p.
Romance onde a escritora reflete sobre as angústias e conflitos humanos, da infâmia à vida adulta, contadas em narrativas cheias de encanto e delírio.

100 - A ILHA DE SAGITÁRIO, de Antonio Calloni. Rio de Janeiro, Bertrand do Brasil, 2000. 108p.
Ator de TV e teatro, o autor publica seu primeiro livro de contos, construindo histórias a partir de memórias familiares e observações do cotidiano.

101 - A LEI DO SANTO, de Muniz Sodré. Rio de Janeiro, Bluhm, 2000. 142p.
15 contos com elementos contemporâneos brasileiros e negros, alguns do ambiente rural e outros decididamente urbano, porém todas as histórias com algo a ver com a religiosidade da maioria dos afro-brasileiros, suas divindades trazidas para o Brasil em seu exílio forçado.

102 - LITERATURA DE CULTURA DE MASSA, de Waldenyr Caldas. São Paulo, Musa, 2000. 195p.
Analisa a literatura pornográfica do Brasil, tendo por base a obra da escritora Adelaide Carraro.

103 - LUZ MEDITERRÂNEA E OUTROS POEMAS, de Raul de Leoni, org. e rev. por Pedro Lyra. Rio de Janeiro, Topbooks, 2000. 178p.
Admirado pela profundidade do pensamento e elegância, Raul de Leoni (1895-1926) foi um dos poucos poetas brasileiros a desfrutar de unanimidade da crítica. Publicado pela primeira vez em 1922, esse seu livro teve 15 edições e agora é totalmente revisado e organizado pelo professor, poeta e crítico Pedro Lyra, que situa o autor em sua geração e ressalta sua originalidade e natureza poética.

104 - OS MAIAS, de Eça de Queiroz, São Paulo, Nova Alexandria, 2000. 494p.
Obra máxima do realismo da literatura portuguesa e síntese do talento inovador de Eça de Queiroz. Retrato de uma sociedade em busca de sua afirmação. Devido a telenovela que a Rede globo esta passando simultaneamente em Brasil e Portugal ... Best seller.

105 - MELODRAMA, de Ivette Huppes. São Paulo, Ateliê Editorial, 2000. 162p.
Estudo sobre as origens e estrutura desse gênero e sua presença em autores como Gonçalves Dias (1823.1864) e Martins Pena (1815-1848)

106 - MEU TIO ROSENO, A CAVALO, de Wilson Bueno. São Paulo, Ed. 34, 2000. 88p.
Narrativa sobre um sanfoneiro e castrador de gado, que ao trote de seu cavalo zaino conta a história da Guerra do Paranavaí, na região sul do Brasil, onde o autor recupera o espanhol arcaico e a exuberância da língua guarani.

107 - MILLÔR DEFINITIVO, A BÍBLIA DO CAOS. Porto Alegre, L&PM, 2000. 526p.
A editora reuniu mais de 5.000 frases escritas ou ditas por Millôr Fernandes, um dos mais irônicos intelectuais brasileiros, na análise das transformações históricas dos últimos 50 anos, marcadas por finos traços de humor.

108 - MISÉRIA E GRANDEZA DO AMOR DE BENEDITA, de João Ubaldo Ribeiro. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2000. 136p.
Foi o primeiro romance eletrônico do país e agora sai da Internet para o formato de livro impresso. Reconstrução da vida de um Don Juan nordestino, casada com a ingênua Benedita, sempre pronta a perdoar seus deslizes amorosos, até morrer na cama de uma de suas amantes.

109 - NONADAS - O LIVRO DAS BOBAGENS, por Flávio Moreira da Costa. Rio de Janeiro, Francisco Alves, 2000. 192p.
O título - que significa insignificância, bagatelas - é uma coletânea cheia de humor, ditos, trechos e frases do alter-ego do autor João do Silêncio.

110 - OBRA COMPLETA DE ÁLVARES DE AZEVEDO, org. por Alexei Bueno. Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 2000. 860p.
Primeira publicação que reúne, em um só volume, a obra completa do poeta expoente do Romantismo brasileiro.

111 - OBRAS ESCOLHIDAS DO PADRE ANTONIO VIEIRA. São Paulo, Hedra, 2000. 664p.
Apresenta 25 sermões, apenas uma parcela de uma obra vasta e consagrada, do jesuíta que passou 62 anos de sua vida dedicado às atividades religiosa e literária. Depois de mais de 300 anos de sua morte (1697), Padre Vieira ainda sustenta a imagem de orador incomparável, catequista poliglota, defensor dos índios brasileiros e missionário humanista.

112 - OBRAS REUNIDAS, de João de Jesús Paes Loureiro. São Paulo, Escrituras, 2000. 4 v. (1.600p.)
Poeta, folclorista, ensaísta e dramaturgo paraense, doutorado pela Université de la Sorbonne (França), tem sua obra reunida em caixa com 4 volumes, encadernados em capa dura, impecável "design". Louva seus rios, cidades, mitos, cantos, flora, com vigor e beleza difíceis de encontrar em outros literatos.

113 - OPERAÇÃO AMAZÔNIA, de Gabriel Zide Neto. São Paulo, Literis, 2000. 287p.
Romance de espionagem passado na Amazônia, com altas doses de realidade e humor, com base em extensa pesquisa.

114 - PÁGINAS FLUTUANTES: EÇA DE QUEIROZ E O JORNALISNO NO SÉCULO XIX, de Elza Miné. São Paulo, Ateliê Editorial, 2000. 244p.
Ensaísta discute a produção jornalística de Eça de Queiroz (1845-1900) e seus contemporâneos no jornal "Gazeta de Notícias" carioca, entre 1880 e 1897.

115 - PENTE DE VÊNUS E NOVAS HISTÓRIAS DO AMOR ASSOMBRADO, por Heloísa Seixas. Rio de Janeiro, Record, 2000. 368p.
24 contos de amor, sexo e solidão, em histórias que envolvem desejos, mortes, separações, amores contundentes e paixões desvairadas. Os 14 primeiros contos foram lançados em 1995 e os outros 7 escritos recentemente.

116 - POEMAS DE QORPO SANTO, de Denise Espírito Santo. Rio de Janeiro, Contracapa, 2000. 384p.
Originalmente dissertação de Mestrado na Universidade Federal do Rio de Janeiro, é edição crítica dos poemas do gaúcho José Joaquim Campos Leão (1829-1883) autodenominado Qorpo Santo e que passou boa parte de sua vida em um sanatório. Sua obra, escrita em 1877, apresenta uma poética com uma lógica que contraria os padrões.

117 - POESIA: RICARDO REIS, por Fernando Pessoa. São Paulo, Companhia das Letras, 2000. 230p.
Entre os vários heterônimos de Fernando Pessoa, Ricardo Reis é o de espírito mais vigoroso, médico, poeta neoclássico e monarquista, surgido após Alberto Caieiro e antes de Álvaro de Campos, "nascido dentro de minh'alma aos 29 de janeiro de 1914, às 11 horas da noite", segundo seu criador. Sua poesia é severa, de métrica calculada, com odes que defendem a ausência de desejos.

118 - A POÉTICA DA NATUREZA NA OBRA DE ÉLUARD E BANDEIRA, por Betina R. R. da Cunha. Rio de Janeiro, Annablume, 2000. 242p.
Originalmente tese de Doutorado, analisa as imagens da natureza em autores que foram amigos na juventude, os poetas Paul Éluard (francês) e Manuel Bandeira.

119 - O RETRATO DO IMPERADOR: negociação, sexualidade e romance naturalista no Brasil, por Leonor Mendes. Rio de Janeiro, EDIPUCRS, 2000. 228p.
Notável reavaliação crítica do naturalismo, momento da história literária brasileira pouco estudado no país, apoiado em fontes históricas brasileiras e norte-americanas, bem como em respeitados estudos sociológicos, históricos e literários. Discute o naturalismo e a cultura oitocentista no Brasil.

120 - RIOPAMPA: o moinho das tribulações, de Carlos Nejar. São Paulo, Eclésia, 2000. 284p.
Fábula sobre o poder e vaidade, que joga com os 4 elementos: ar, fogo, terra e água, escrita pelo poeta e romancista gaúcho, membro da Academia Brasileira de Letras.

121 - OS SENHORES DA GUERRA, de José Antonio Severo. Porto Alegre, L&PM, 2000. 504p.
Romance histórico que narra a guerra civil ocorrida no estado do Rio Grande do Sul, em 1923.

122 - O TECELÃO DO ASSOMBRO, de Alphonsus de Guimaraens Filho. Rio de Janeiro, 7 Letras, 2001. 48p.
Décimo oitavo livro de poemas do autor, que aos 82 anos de idade (60 deles dedicados à poesia) publica 24 versos irretocáveis de fino lirismo, em temas como amor e solidão.

123 - UM PARAÍSO PERDIDO, de Euclides da Cunha. Brasília, Ed. do Senado, 2000. 386p.
Reedição do ensaio do escritor (autor de "Os Sertões") publicado em 1905. Com textos introdutórios por Hildon Rocha, Teodoro Sampaio e Sílvio Romero, traz também cartas do autor a seus amigos, Machado de Assis, Alberto Rangel, Coelho Neto, etc. Revelando a Amazônia, um mundo desconhecido nos trópicos úmidos, Euclides prenuncia o esfacelamento da terra misteriosa pela ação do homem, nesse ensaio assombroso, talvez o mais profundo que se tenha escrito até hoje.

Vide também: 56, 62, 139, 178


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