História e historiografia do Brasil

25) BRAASI, de Youri Sanada. Rio de Janeiro, Ediouro, 2001. 276p.
Seriam as Américas conhecidas e visitadas milhares de anos Antes de Cristo? Lendas antigas falam de uma grande ilha fantástica à oeste do mundo, onde tudo era abençoado, documentada na Bíblia como Ofir, O livro conta a odisséia da frota fenícia do Rio Salomão à lendária terra de Braasi, 3000 anos atrás. O autor reconstitui essa hipotética viagem, como se o Brasil fosse essa terra abençoada.

26) A CAPOEIRA ESCRAVA E OUTRAS TRADIÇÕES REBELDES NO RIO DE JANEIRO (1808-1850) de Carlos Eugênio Libânio Soares. Campinas, SP, Ed. da UNICAMP/CECULT, 2001. 606p.
Resulta da pesquisa sobre a capoeira na capital fluminense e outras manifestações culturais dos escravos na época do estudo. Nos capítulos iniciais o autor trata do papel dos africanos que contribuíram para a evolução da capoeira. Esses novos africanos que acabavam presos por praticar o jogo acrobático, geralmente vinham de países da África Centro-Ocidental, como Angola, Congo e Cabinda. Outros temas discutidos são as mudanças de estilo da capoeira e sua importância cultural.

27) CORPO CALADO, De Maria Tereza Toríbio Brittes Lemos. Rio de Janeiro, 7 Letras, 2001. 152p.
Trata da chegada dos espanhóis à América e do confronto entre o povo conquistador e o povo que viria a ser dominado, os astecas, dando destaque aos aspectos culturais de vencedores e vencidos. De certa forma eram 2 povos fanáticos e envolvidos com o sagrado. Tanto o espanhol como para o asteca, o estado de integração com o universo e o cosmo era o estado religioso.

28) ESTRADAS REAIS, de Márcio Santos. Belo Horizonte, Ed. Estrada Real, 2001. 180p.
Refaz a história das 4 vias usadas nos séculos 17 e 18 para escoar para o exterior as riquezas tiradas do solo de Minas Gerais. Eram 4 trilhas oficiais, cortando regiões bastante distintas, 3 rotas de acesso às minas: o Caminho Novo, o Caminho para o Distrito Diamantino e o ainda pouco estudado Caminho da Bahia.

29) FORMAÇÃO DAS CIDADES NO BRASIL COLONIAL, de Paulo Santos. Rio de Janeiro, Ed. da UFRJ, 2001. 180p. ilust.
Estudo de urbanismo histórico, amplamente ilustrado, que pretende discutir o significado da estrutura das cidades coloniais.

30) HIPÓLITO JOSÉ DA COSTA, org. de Sérgio Góes de Paula. São Paulo, Ed. 34, 2001. )Coleção Formadores do Brasil) 656p.
Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça (1774-1823) inaugurou o jornalismo no Brasil com o seu Correio Braziliense, editado em Londres entre 1808 e 1822. Os textos aqui reunidos mostram o emocionante nascimento de um país chamado Brasil, da revolução do Porto (1820) e seus primeiros desdobramentos.

31) OUVIDOR; A RUA DO RIO, de Alberto Cohen. Rio de Janeiro, AACohen Ed., 2001. 128p. ilust.
Engenheiro aposentado e pesquisador reúne histórias curiosas e vasta iconografia para recuperar o prestígio de um local que já foi o espelho da cidade do Rio de Janeiro, a Rua do Ouvidor.

32) PAJENS DA CASA IMPERIAL; jurisconsultos e escravidão no Brasil do século XIX, de Eduardo Spiller Pena. Campinas, SP, Ed. da UNICAMP, 2001. 328p.
Doutor em História pela UNICAMP discute as longas polêmicas dos homens de casacas, participantes da Ordem dos Advogados Brasileiros, fundada em 1843 e procura desvendar o significado do idealismo jurídico que os levava a conciliar a defesa da liberdade e manutenção da propriedade, penetrando nas profundezas do pensamento conservador das elites brasileiras.

33) O PENSAMENTO NACIONALISTA AUTORITÁRIO, de Boris Fausto. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2001. 84p.
O conhecido historiador recupera os principais fatos da vida política brasileira, entre 1920 e 1940 e comenta a obra de intelectuais conservadores, como Oliveira Vianna e Azevedo Amaral.

Vide também : 1, 15, 16, 23, 81, 94, 101


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