
19 - BRASIL: COLONIZAÇÃO
E ESCRAVIDÃO, org. por Maria Beatriz Nizza da silva. Rio de Janeiro,
Nova Fronteira, 2001. 418p.
Professora Titular de História na Universidade de São Paulo reúne
24 ensaios de historiadores brasileiros, portugueses e americanos sobre os principais
aspectos do modelo escravocrata instalado no Brasil, diferenciados do estudo
tradicional da escravidão negra. Novas e originais contribuições
de diversos especialistas discutem a questão do cativeiro indígena,
colonização e escravidão sob a legislação
e condição de negros e índios, a herança africana
e o posicionamento da Igreja em relação ao tema.
20 - O BRASIL NO IMPÉRIO PORTUGUÊS,
de Janaína Amado. Rio de janeiro, Jorge Zahar, 2000. (Coleção
Descobrindo o Brasil) 76p.
Um panorama do Brasil entre as possessões portuguesas e uma reflexão
sobre a herança do período colonial português para o Brasil
contemporâneo.
21 - CIDADES E SERTÕES: entre a memória
e a história, de Gilmar Arruda. Bauru, SP, Ed. da Univ. do Sagrado Coração,
2001. 256p.
O autor é professor de História na Universidade Estadual de Londrina,
Paraná, e aborda aqui as questões do imaginário sobre as
relações entre as cidades e os sertões.
22 - A CONQUISTA DO OESTE: a fronteira na obra
de Sérgio Buarque de Holanda, de Robert Wegner. Belo Horizonte, Ed. da
UFMG, 2000. (Coleção Humanitas) 275p.
Discute as questões centrais do pensamento do historiador Sérgio
Buarque de Holanda e interpreta, inicialmente, "Raízes do Brasil"
para depois estabelecer vínculos entre esse clássico e a reflexão
que Sérgio desenvolve acerca da noção de fronteira no Brasil.
23 - ECOS DA FOLIA: uma história
social do carnaval carioca entre 1880 e 1920, de Maria Clementina Pereira da
Cunha. São Paulo, Companhia das Letras, 2001. 398p. ilust.
Originalmente Tese de Livre-Docência da autora, professora na UNICAMP,
traz estudo dividido em 4 partes: primeiro as práticas carnavalescas
no final do século 19 e início do 20; segundo os padrões
de elegância em pleno verão carioca pelos foliões que imitavam
o carnaval de Veneza. Vem a seguir as formas de brincar o carnaval e finalmente
a análise da folia carioca como expressão cívica e manifestação
da autenticidade nacional. Uma tese que se lê como romance!
24 - FORMAÇÃO DO BRASIL COLONIAL, de Arno Wehling
e Maria José C. M. Wehling. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2001. 402p.
Doutores e professores universitários no Rio de Janeiro, os autores trazem
um estudo sobre a interação de 3 grupos étnicos brasileiros
entre os séculos 16 e 19, levando em conta suas inúmeras diferenças.
Mostram como isso ocorreu através de processos como a cristinianização,
o interesse mercantil e is princípios do absolutismo.
25 - OS INDÍGENAS DO PLANALTO
PAULISTA NAS CRÔNICAS QUINHENTISTAS E SEISCENTISTAS, de Benedito A. G.
Prezia. São Paulo, Humanitas/FFLCH-USP, 2000. 268p. ilust.bibliogr.
Originalmente dissertação de Mestrado na Universidade de São
Paulo, aborda 2 temas: a importância dos relatos dos cronistas e missionários
na pesquisa da história e da etnolinguística e apresenta as populações
indígenas do Planalto paulista nos séculos 16 e 18. O autor militou
no Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e foi redator do Suplementos
Cultural do jornal indigenista "Porantim".
26 - METRÓPOLE EM SINFONIA:
história, cultura e música popular na São Paulo dos anos
30, de José Geraldo Vinci de Moraes. São Paulo, Estação
Liberdade/FAPESP, 2000. 336p. ilust. bibliogr.
Passa em revista o extenso espectro de registros dos inúmeros cronistas,
memorialistas e viajantes, depoimentos orais e escritos de músicos, repertórios
e trajetórias de vida de artistas e compositores famosos e obscuros,
testemunhos de arranjadores, programadores e gente dos primeiros "casts"
radiofônicos.
27 - REMINISCÊNCIAS DE VIAGENS E PERMANÊNCIA
NO BRASIL, de Daniel P.Kidder. Belo Horizonte, Itatiaia, 2001. (Coleção
O Brasil Visto por Estrangeiros). v.1. 321p.
Relação honesta, sincera e exata de tudo que o autor observou
durante os anos em que viveu no Brasil. Esse primeiro volume abrange a região
de São Paulo ao Rio de Janeiro.
28 - O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E A CONSTRUÇÃO
DA CIDADANIA, por Emília Viotti da Costa. Rio de Janeiro, Instituto de
Estudos Jurídicos e Econômicos, 2001. 222p.
Historiadora brasileira, professora na Yale University, faz estudo singular
contando a história do Supremo Tribunal Federal, desde sua criação
até a Constituição de 1988.
29 - TRADIÇÃO E ARTIFÍCIO
- IBERISMO E BARROCO NA FORMAÇÃO AMERICANA, de Rubem Barboza Filho.
Belo Horizonte, Ed. da UFMG, 2000. 502p.
Livro contemplado com o Prêmio IUPERJ 1999, é uma inquirição
a respeito do sentido e da natureza da tradição ibérica,
nos dando a certeza que somos diferentes, somos a Ibero-América.
30 - A VIAGEM DO PIRATA RICHARD HAWKINS, de E.
San Martin. Porto Alegre, Artes e Ofícios, 2001. 429p.
O autor, jornalista e tradutor, é correspondente de diversos jornais
brasileiros nos USA. Escreveu "Terra à Vista", recebendo o
Prêmio Açoriano de Contos 1999. Este relato autêntico nos
oferece o caudaloso registro de um tempo de aventuras e riscos, extraído
das anotações do próprio punho de um pirata inglês
- de saques e conquistas, derrotas, batalhas e mortes. Um documento completo
e singular, tratado com o talento do escritor e o apelo do ficcionista.
31 - UM VISIONÁRIO NA CÔRTE DE DOM
JOÃO V - revolta e milenarismo nas Minas Gerais, de Adriana Romeiro.
Belo Horizonte, Ed. da UFMG, 2001.(Coleção Humanitas). 286p.
Pedro de Rates Hanequim, aventureiro e visionário, viveu nas Minas do
século 18 e imaginou o paraíso em terras brasílicas. Sentindo-se
injustiçado com a perda do cargo de escrivão, virou conspirador
e concebeu o plano de coroar o Infante Dom Manuel como "Imperador da América
Meridional".
Vide também : 3, 7, 9, 10, 14, 76, 83, 86 e 101
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