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- O BRASIL, por E. Levasseur, colab. do Barão do Rio Branco, Eduardo
Prado e outros. Rio de Janeiro, Bom Texto/Letras e Expressões, 2000.
192p. ilust. 22x28cm.
Suplemento: O Brasil - pequenos históricos. 40 p.
"Le Brèsil", publicado originalmente na França em 1889,
para a Exposição Universal de Paris, tem agora sua 1. edição
brasileira, 111 anos depois. Um retrato (e que retrato!!! Fartamente ilustrado),
com 94 imagens e mapas do Brasil colonial e imperial, quando o República
já acenava como uma nova época. Fotos de Mark Ferrez, Ducasble,
Rodolfo Lindermann e outros profissionais renomados. Lindíssimo! Acompanhado
de um livreto com explicações, fatos pitorescos e descrição
de alguns locais retratados nas imagens do livro, como um complemento valioso.
52 - BRASIL EM PRETO E BRANCO: JACOB GORENDER.
São Paulo, SENAC, 2000. (Série Livre Pensar) 112p.
Apresenta o pensamento e avaliação da produção desse
importante historiador.
53 - CARAMURU E CATARINA: lendas e narrativas sobre
a Casa da Torre de Garcia d'Ávila, de Francisco Dória. São
Paulo, SENAC, 2001. 174p.
Conta sobre uma família de elite que mandou no país.
54 - EM DEFESA DA HONRA: moralidade, modernidade
e nação no Rio de janeiro (1918-1940), de Susan Caulfield, trad.
de Elizabeth Martins. Campinas, SP, Ed. da UNICAMP/CECULT, 2000. 395p. biblio.
Originalmente tese de Doutorado na New York University, tendo como orientador
o Prof. Warren Dean. O estudo mostra até onde as relações
de gênero deixam de ser tratadas como discussões e passam a ser
um palco privilegiado para se perceber os conflitos sociais e o próprio
movimento da história.
55 - DIÁRIO DA NAVEGAÇÃO ,
DE TEOTÔNIO JOSÉ JUZARTE: org. por Jonas Soares de Souza e Miyoko
Makino. São Paulo, Ed. da USP/Imprensa Oficial, 2001. 461p. ilust.
O português Juzarte descreveu detalhadamente a expedição
que percorreu os rios Tietê, Paraná e Iguatemi, em 1769, durante
2 meses, saindo de Porto Feliz (estado de São Paulo). Publicado na íntegra,
a nova edição traz os manuscritos e borrões de Juzarte
descrevendo a monção, trazendo imagens referentes ao rio.
56 - GUIA DE OURO PRETO, de Manuel
Bandeira. 4.ed.acresc. São Paulo, Ediouro, 2000. 124p. ilust.
O poeta trata neste guia turístico-literário da história
da cidade - Patrimônio Cultural da Humanidade - as impressões registradas
por estrangeiros, roteiros para se conhecer a cidade, etc. Escrito em 1938,
é recheado de histórias saborosas e pontos de vista particularíssimos
do poeta, e chega nesta 4. edição acrescido de muitas fotografias
e com notas de pé de página, informando sobre mudanças
nos nomes de ruas e casas.
57 - HISTÓRIA DAS RUAS DO RIO, de Brasil Gerson. 5. e definitiva ed.
ver. e ampl. Rio de Janeiro, Lacerda, 2000. 514p. ilust.
Reedição da obra publicada em 1995, que traz as origens de nomes
e fotos das ruas da Cidade Maravilhosa, com seus locais, eventos e personagens
marcantes. Foram adicionadas fotos inéditas das décadas de 10,
20 e 30.
58 - A HISTÓRIA PENSADA E ENSINADA, de Helenice
Ciampi. São Paulo. EDUC, 2000. 512p.
Estudo sobre as mudanças do perfil do Departamento de História
da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, no período
entre 1971 e 1988.
59 - HISTÓRIAS E LENDAS DO DESCOBRIMENTO:
a história completa de como Cabral obteve o conhecimento para chegar
às terras de Santa Cruz e outros descobrimentos, de 2000 AC a 1500 DC,
de Yuri Sanada e Vera Sanada. Rio de Janeiro, Ediouro, 1999. 226p. ilust.
Reflexões sobre quem somos, o que fomos e o que queremos ser. O autor
e sua esposa, jovens velejadores, fazem delicioso relato das causas históricas
da viagem de Pedro Álvares Cabral ao Brasil. Lindamente ilustrado.
60 - O IMPÉRIO EM PROCISSÃO,
de Lilia Moritz Schwarcz. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2000. (Coleção
Descobrindo o Brasil) 86p.
Obra analisa símbolos do mundo político, a partir da coroação
de Dom Pedro II.
61 - O INFAME COMÉRCIO: propostas e experiências
no final do tráfico de africanos para o Brasil (1800-1850), de Jaime
Rodrigues. Campinas, SP, Ed. da UNICAMP/CECULT, 2000. 238p.
Originalmente dissertação de Mestrado em História Social
do Trabalho. Revisita a clássica extinção da escravidão
e apresenta personagens conhecidas e outras sempre esquecidas quando o assunto
é o fim do tráfico: senhores de escravos e seus representantes
no Legislativo, autoridades policiais, população livre que assistia
passivamente ao desembarque clandestino dos cativos, etc.
62 - PELAS MARGENS: outros caminhos
da história e da literatura, org. por Edgar S. de Decca e Rita Lemaire.
Campinas, SP, Ed. da UNICAMP/Porto Alegre, Ed. da UFR, 2000. 332p.
Os autores - professores universitários, se propõe a compreender
os métodos utilizados pela crítica literária na análise
dos estilos narrativos de textos historiográficos de autores como Guimarães
Rosa, Euclides da Cunha, Lima Barreto, Graciliano Ramos, Fernando Morais, entre
outros.
63 - PINDORAMA REVISITADA: cultura
e sociedade em tempos de virada, de Nicolau Sevcenko. São Paulo, Fund.
Peirópolis, 2001. 120p.
Historiador com apurado senso de pesquisa, chama a atenção pelo
texto primoroso desse seu livro, onde, em quatro ensaios reescreve, com brilhantismo,
aspectos da historia do Brasil, como a paisagem, o barroco, o colonialismo e
a escravidão.
64 - PORTO DE HISTÓRIAS: mistérios
e crepúsculo de Porto Alegre, de Moacyr Scliar. Rio de Janeiro, Record,
2000. (Coleção Metrópoles). 190p. bibliog.
O autor, gaúcho, já publicou 51 livros, com traduções
em mais de 20 países e muitos prêmios literários. Porto
Alegre, capital do Rio Grande do Sul, tema preferido em suas obras, agora está
descrito em sua história, sociedade e costumes, revelando a "intimidade"
da cidade.
65 - A REVOLTA DAS BARCAS, de Edson Nunes. Rio
de Janeiro, Garamond, 2000. 162p.
Um estudo sobre a revolta popular das barcas, ocorrido em Niterói, Rio
de Janeiro, em 1959, quando a turba enfurecida enfrentou os fuzileiros navais,
destruiu imóveis, carros, ônibus, etc., motivada pelo atraso constante
das barcas que faziam a travessia Rio-Niterói.
66 - O RIO DE JANEIRO DOS VIAJANTES: o olhar britânico
(1800-1850), de Luciana Lima Martins. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2001. 216p.
ilust. bibliogr.
Geógrafa reanima as experiências dos viajantes britânicos
em terras brasileiras, a partir da iconografia da época, a construção
da identidade exótica da cidade, segundo a visão de comerciantes,
artistas e cientistas britânicos que estiveram no Rio de Janeiro entre
os anos 1800 e 1850. Fartamente ilustrado. Best seller
67 - VADIOS E CIGANOS, HERÉTICOS E BRUXAS:
os degredados no Brasil colônia, de Geraldo Pieroni. Rio de Janeiro, Bertrand
do Brasil, 2000. 144p.
Análise da estrutura dos vários motivos para o degredo no Brasil
durante os séculos 16 e início do 17. Dá pistas para entender
melhor essa modalidade de pena para os "crimes" de sangue, judaísmo,
prostituição e outros, praticados contra a justiça do Estado
ou a justiça da Igreja, uma modalidade inteligente de povoamento, com
os condenados servindo para suprir a falta de soldados e de mão-de-obra
no país recém-descoberto.
68 - VIDA E MORTE NO SERTÃO, de Marco Antonio
Villa. São Paulo, Ática, 2000. 270p.
Apoiado em pesquisas detalhadas, historiador traça um retrato das piores
secas que atingiram - e ainda atingem . a região Nordeste do Brasil,
entre 1825 e 1983, com a morte de mais de 3.000.000 de pessoas. Segundo suas
conclusões, essas tragédias voltarão a ocorrer ... por
culpa dos políticos e da própria sociedade.
69 - VILLEGAGNON E A FRANÇA ANTÁRTICA,
de Vasco Mariz e Lucien Provençal. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2000.
216p.
Explica a tentativa da França de estabelecer uma base naval e militar
no Rio de Janeiro do século 16. A França Antártica durou
40 anos, quando o nobre francês Villegagnon chegou à Baía
da Guanabara, em 1555, com 600 homens, formando no Brasil a primeira aglomeração
urbana européia.
Vide também: 1, 4, 21, 25, 47, 97, 106, 111, 121, 154, 157, 162, 165, 166, 169, 171, 176