
83
- BASES DA FORMAÇÃO TERRITORIAL DO BRASIL, por Antonio Carlos Robert Moraes.
São Paulo, Hucitec, 2000. 431p.
Originalmente
tese de doutorado, objetivando fazer uma revisão da bibliografia no campo da
história do Brasil.
84
- BRASIL; TERRA À VISTA, por Eduardo Bueno.
Porto Alegre, L&PM, 2000. 109p.ilust.
Narrativa
do descobrimento, auxiliado por farta iconografia da época.
85
- BRASIL-ALEMANHA: fases de uma parceria, por Christian Lohbauer.
São Paulo, EDUSP, 2000. 200p.
Estudo
histórico e cronológico das relações entre o Brasil e a República Federal
da Alemanha, no período compreendido entre 1964 e 1999.
86
- CAPANEMA: o ministro e o ministério, org. por Ângela de Castro Gomes. Rio de
Janeiro, Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 2000.
276p.
A
partir de dados e textos escritos e coletados no arquivo pessoal de Gustavo
Capanema, no CPEDOC da FGV, a obra mostra o empenho de Gustavo Capanema como
Ministro da Educação e Saúde, entre 1934 e 1945, pela qualidade do ensino no
Brasil.
87
- O CONTESTADO: o sonho igualitário, por Ivone Cecília D’Ávila Gallo.
Campinas, Ed. UNICAMP, 2000. 202p.
Resgate
das tradições e culturas das populações dos estados de Santa Catarina e
Paraná, envolvidas numa guerra contra o governo )l9l2 e l9l6) interpretada à
luz do Apocalipse, de São João.
88
- A CORTE NO EXÍLIO: civilização e poder da Independência (808 a 1821), por
Jurandir Malerba. São Paulo, Companhia das Letras, 2000.
416p.
O
autor, doutor em história social pela Universidade de São Paulo e professor na
Universidade Estadual de Maringá (Paraná), estuda o impacto da vinda da família
real portuguesa para o Brasil. O contato entre a corte portuguesa e os
negociantes fluminenses, os hábitos, poder e adaptações de ambas as partes e
as transformações ocorridas nos costumes do Rio de Janeiro.
89
- CORAÇÕES SUJOS, por Fernando Morais. São
Paulo, Companhia das Letras, 2000. 351p.
ilust.
O
autor, um “gaijin” (estrangeiro) toca em uma ferida da comunidade japonesa:
a sociedade secreta Shindo-
90
- A CRISE DA SAÚDE PÚBLICA E A UTOPIA DA SAÚDE COLETIVA, por Jairnilson Silva
Paim. São Paulo, Casa da
Qualidade, 2000. 130p.
Propostas
da ação da saúde coletiva no Brasil, na segunda metade do século 20.
91
- O DESCOBRIMENTO E A COLONIZAÇÃO PORTUGUESA NO BRASIL, por Miguel Augusto Gonçalves
de Souza. Belo Horizonte, Itatiaia,
2000. (Coleção Reconquista do Brasil, Série 2, v. 220)
946p.
Edição
comemorativa aos 500 anos do Descobrimento do Brasil.
92
- DOIS ESTUDOS PARA A MÃO ESQUERDA, por Renato Guimarães.
Rio de Janeiro, Revan, 2000. 110p.
Reúne
um ensaio sobre a Cabanagem e outro sobre a Guerrilha ou luta de massas, um
debate que se desenrolou sobre o tema nos anos 60.
93
- O DOMÍNIO ESPANHOL NO BRASIL DURANTE A MONARQUIA DOS FELIPES: 1580-1640, por
Roseli Santaella Stella.. São
Paulo, UNIBERO: Madrid, Universidad de Salamanca e Fundación Tavera, 2000.
Esclarece
um período pouco conhecido da história do Brasil, com exaustiva e rigorosa
pesquisa sobre o assunto, feita nos arquivos de Simancas e das Índias. Obra
comemorativa aos 500 anos do descobrimento do Brasil, feita pela Universidade
Ibero-Americana de São Paulo, co-patrocinada pela Universidade de São Paulo,
Ministério das Relações Exteriores do Brasil e Fundación Histórica Tavera
de Madrid.
94
- A ESPADA DE FLORIANO, por Elmar Bones. Porto Alegre, Já Edit., 2000.
200p.
Conta
a origem da República apoiada em pesquisa e boa bibliografia, atendo-se aos
fatos da época, para mostrar como ela foi feira e que não ocorreu de estalo.
95
- HISTÓRIA DE PORTUGAL, org. por José Tengarinha. São Paulo, Ed. da UNESP, 2000.
372p.
O
autor, professor da Universidade de Lisboa, escreveu o livro para ser publicado
exclusivamente no Brasil, com apoio do Instituto Camões, contando com a
colaboração de 18 historiadores brasileiros. A obra deve servir para iniciar
um novo relacionamento entre a intelectualidade de Portugal e do Brasil.
96
- A IDADE DE OURO DO BRASIL, por Charles Boxer, trad. de Nair de Lacerda. Rio de
Janeiro, Nova Fronteira, 2000. 405p.
Na
comemoração dos 500 anos do descobrimento do Brasil, foi relançada a obra clássica
do historiador inglês que permitiu aprofundar a visão do período colonial.
Chamado de “o pai dos brazilianists”, Boxer abriu caminhos para entender a
história do país.
97
- INTELECTUAIS, HISTÓRIA E POLÍTICA, por Daniel Aarão Reis Filho. São Paulo,
7 Letras, 2000. 290p.
Ensaios
que mostram a relação do intelectual com a história nos séculos 19 e 20,
analisando suas atuações mais significativas no Brasil, USA e Rússia, em períodos
marcantes da história.
98
- INVENTÁRIO DEOPS-SHINDO-RENMEI, por Rogério Dezem. São Paulo, Imprensa Oficial, 2000. 300p. ilust.
A
partir de um “racha” na colônia de 200.000 imigrantes nipônicos no Brasil
na época da Segunda Guerra Mundial, os “kachigumi” (japoneses que
acreditavam na vitória do Japão) assassinaram e mataram seus patrícios “makegumi”(os
que sabiam da derrota). Com sede na cidade de São Paulo, a sociedade Shindô-Renmei,
uma espécie de Ku-Klux–Klan oriental, teve sede na cidade de São Paulo, com filiais no Peru e no México,
porém sem registro de atentados nesses países. Depois dos assassinatos, o
Departamento de Ordem Política e Social (DEOPS) prendeu 30 mil suspeitos,
condenando 289 e expulsando 80.
99
- 1680-1720: O IMPÉRIO DESTE MUNDO, por Laura de Mello e Souza e Maria Fernanda
Baptista Bicalho. São Paulo, Companhia das Letras, 2000.
123p.
Na
virada do século 17 para 18 a política imperial sofria grande modificação
com a Guerra de Sucessão Espanhola e a descoberta de ouro em Minas Gerais e a
invasão do Rio de Janeiro pelos franceses. Foi necessário redesenhar uma nova
noção de império e conceber uma nova política de ação para o Brasil
colonial.
100
- 1789-1908: O IMPÉRIO LUSO-BRASILEIRO E OS BRASIS, por Luiz Carlos Villalta.
São Paulo, Companhia das Letras, 2000.
160p.
Na
América portuguesa, a passagem do século 18 para o século 19 foi marcada
pelas inconfidências: a de Minas (1788-1789), a do Rio (1794) e a da Bahia
(1793-1808) e pela chegada da família real lusitana. Com isso correu a
possibilidade da fragmentação do território colonial em Brasis. O autor é
doutor em História pela Universidade de São Paulo e professor na Universidade
Federal de Ouro Preto, com vários livros de história publicados no Brasil e no
exterior.
101
- O NOME E O SANGUE, por Evaldo Cabral e Mello. Rio de Janeiro, TopBooks, 2000.
312p.
Narrativa
da história de uma manipulação destinada a esconder, no período colonial, as
origens judaicas de uma família local.
102
- NORMA E CONFLITO: aspectos da história de Minas no século XVIII, por Laura
de Mello e Souza. Belo Horizonte,
Ed.UFMG, 1999. 213p.
Cultura
e sociedade em Minas no decorrer do século 18, a partir de fontes e documentos
inéditos.
103
- O RIO DE JANEIRO IMPERIAL, por Adolfo Morales de los Rios Filho.
2.ed. Rio de Janeiro,
TopBooks/UniverCidade, 2000. 549p. ilust.
Lançado
originalmente em 1946, somente agora tem sua 2. edição. Obra prezada pelos
historiadores como riquíssima fonte de informações sobre a vida no Brasil
durante a primeira metade do século 19. Mostra a origem de alguns costumes,
como a capoeira, o carnaval (entrudo), as moças “janeleiras”, o trabalho e
a religião.
104
- SAGRES: a revolução estratégica, por Luiz Fernando da Silva Pinto.
São Paulo, Ed. da Fundação Getúlio Vargas, 2000.
324p.
Usa
a análise histórica como mais uma fonte de ensinamentos para executivos
empresários formularem suas estratégias, bem como para enfrentarem os
dissabores da concorrência no sistema capitalista.
105 - TACHOS
E PANELAS: a historiografia da alimentação brasileira, de Cláudia
Lima. Recife, Comunicarte, 2000.
309p.
Tratado,
sem igual, sobre a cozinha brasileira, Com anexos importantes, como a alimentação
na linguagem, vários tipos de bebidas e um glossário de iguarias, frutas e
frutos nacionais, traz também uma extensa bibliografia, com destaque para as
obras de Câmara Cascudo e Gilberto
Freyre, os pioneiros a reconhecer a importância da alimentação para a história
do Brasil.
106
- O TRATO DOS VIVENTES: formação do Brasil no Atlântico Sul, por Luiz
Felipe Alencastro. São Paulo, Companhia das Letras,
2000. 525p.
Explica
a formação do Brasil a partir de um espaço territorial lusófono, que reúne
elementos da América portuguesa e das feitorias, em Angola, mostrando que as
duas partes se unem para marcar a exploração colonial brasileira.
107
- VIRANDO SÉCULOS: 1580-1600, o
sonho da salvação, por Jacqueline Herman.
São Paulo, Companhia das Letras, 2000.
114p. ilust.
Alguns
dos sonhos de salvação na virada do século 16 eram o desejo de recuperar a
independência de Portugal, a chegada do Messias e a expulsão dos invasores
colonialistas das terras tupinambás. Traz notas e referências dentro do maior
rigor historiográfico e com ilustrações pertinentes.
Vide também : 4, 9, 19, 26, 40, 75, 81, 133, 155, 190, 199, 200, 202, 210, 211, 214, 215, 216, 218
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