
26)
60 LIÇÕES DOS 90: UMA DÉCADA DE NEOLIBERALISMO, de José
Luís Fiori. Rio de Janeiro, Record, 2001. 240p.
ISBN 85-01062-19-7
O autor, objetiva em 60 artigos, difundir informações históricas
e reflexos críticas sobre os acontecimentos da década de 90, reescrevendo
a história desse período com rara independência das fábulas
neoliberais e globalizantes.
27) O BRASIL E O DILEMA DA GLOBALIZAÇÃO,
de Rubens Ricupero. São Paulo, SENAC, 2001. 127p. (Série: Livre
Pensar).
ISBN 85-73592-05-2
Como promover a inserção do Brasil na globalização
sem que se sacrifique a identidade do país? Essa e outras questões
relativas à economia planetária estão nas respostas do
ex-ministro da Fazenda do Brasil e atual secretário da Conferência
das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD),
Rubens Ricupero.
28) ECONOMIA SOCIAL DO BRASIL, org. de Ladislau
Dowbor e Samuel Kilsztajn. São Paulo, SENAC, 2001. 392p.
ISBN 85-73592-01-X
As questões decorrentes da desigualdade e pobreza devem convocar o esforço
de toda a sociedade para resolve-las e por isso o Laboratório de Economia
Social da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
dedicou-se a pesquisas e analisar as graves deficiências do país.
Aqui vão os resultados de 2 anos de pesquisas, traçados por 23
especialistas da área.
29) FAMÍLIA E POLÍTICA
DE RENDA MÍNIMA, de Ana Maria Medeiros da Fonseca. São Paulo,
Cortez, 2001. 232p. bibliog.
ISBN 85-24908-18-1
Estudo inovador e corajoso de pesquisadora acadêmica, que dialoga com
questões históricas, situando-se no campo social, em trabalho
minucioso onde se apóia a política de renda mínima.
30) PARA (RE) CONSTRUIR O BRASIL CONTEMPORÂNEO,
de José Ricardo Tauile. Rio de Janeiro, Contraponto, 2001. 272p. ISBN
85-85910-40-2
Análise dos efeitos do desenvolvimento tecnológico sobre as relações
de trabalho dentro das indústrias.
31) TRABALHO INFANTIL: HISTÓRIA
E SITUAÇÃO ATUAL, de Eleanor Stange Ferreira. Canoas, RS, Ed.
da Univ. Luterana do Brasil (ULBRA), 2001. 120p. ISBN 85-75280-14-7
As situações de injustiça vivenciadas por muitas crianças,
nas mais variadas formas de exploração, resistem ao tempo e às
iniciativas humanitárias, perdurando até hoje um quadro que evidencia
a miserabilidade econômica e suas inevitáveis conseqüências
sociais.