
12 - CASOS DA FAZENDA RETIRO,
de Villas-Boas Corrêa. São Paulo, Objetiva, 2001. 155p.
21 histórias em curtas tramas, contadas com realismo caboclo, onde consagrado
jornalista narra casos de sua juventude vivida no sertão mineiro de Cataguases,
Minas Gerais.
13 - O CHÃO DE FERRO, de
Pedro Nava. São Paulo, Ateliê Ed., 2001. 420p.
Visto como o melhor memorialista brasileiro, Pedro Nava tem sua obra reeditada,
depois de esgotada por cerca de uma década. A narrativa deste livro vai
do tempo da adolescência, o internato no colégio, até a
primeira contratação como profissional.
14 - MALDITO; A VIDA E O CINEMA
DE JOSÉ MOJICA MARINS, O ZÉ DO CAIXÃO. São Paulo,
Ed. 34, 1998. 450p. ilust. fotos
Biografia de um dos maiores e mais polêmico cineastas brasileiros. Gênio?
Louco? 400 entrevistas com 110 pessoas desvendam esse mistério, desde
sua infância humilde na periferia de São Paulo, suas primeiras
experiências cinematográficas, a perseguição durante
a ditadura militar, tudo sobre uma das figuras mais marcantes da nossa cultura
popular.
15 - MEU DIÁRIO DE LYA, de Élvia
Bezerra. Rio de Janeiro, Topbooks, 2001. 156p.
Evocações de uma mulher, em obra de mão dupla: biografia
de Lya Cavalcanti e livro de confissões da autora.
16 - NARA LEÃO - UMA BIOGRAFIA,
de Sérgio Cabral. Rio de Janeiro, Lumiar, 2001. 298p.
A musa da bossa nova tem agora livro onde se revela o mito. Para alguns bossa-novistas,
ela era a "música da bossa nova", pela sua encantadora musicalidade.
Para outros era a "muda da bossa nova", porque nunca gravava discos.
E com serenidade e firmeza enfrentou a ditadura militar que a ameaçava
de prisão e exilou-se na França.
17 - O PINTOR DE RETRATOS, de
Luiz Antonio de Assis Brasil. Porto Alegre, LP&M, 2001. 181p.
O autor resgata a trajetória do fotógrafo francês Nadar,
através da saga de Sandro Lanari, o pintor de retratos que tem sua vida
transformada desde o dia em que vê, numa vitrine em Paris, a foto de Sara
Bernhart (a diva do teatro internacional) feito por Nadar.