
10) DIÁRIO DE UM DETENTO:
o livro, de Jocenir. São Paulo, Labortexto, 2001. 184p.
No final de 1994 o autor foi preso em meio de uma situação obscura
e confusa e conheceu a massa carcerária de uma cadeia pública.
De sensibilidade aguda, cada página que compõe o livro não
denuncia ninguém, mas sim desabafa e compartilha uma experiência.
11) GOSTEI DO SÉCULO: o
melhor das crônicas, de Márcio Moreira Alves. Rio de Janeiro, Nova
Fronteira, 2001. 303p.
Coleção de crônicas que permite viajar por muitos panoramas
do país, em seus aspectos positivos e negativos do século, com
perfis de personagens da vida política e histórica do Brasil,
com o exílio ocupando um lugar especial nessas memórias.
12) JOSÉ OLYMPIO, O DESCOBRIDOR
DE ESCRITORES, por Antonio Carlos Villaça. Rio de Janeiro, Thex Ed.,
2001. 292p.
A figura impar de José Olympio luziu no cenário cultural brasileira
por seu acendrado amor às letras e não menor civismo, identificando
talentos, alguns dentre os mais importantes escritores brasileiros, que puderam
com ele editar seus livros, que se tornaram clássicos na cultura brasileira.
13) PLÍNIO CORRÊA
DE OLIVEIRA: previsões e denúncias em defesa da Igreja e da civilização
cristã, por Juan Gonzalo Larrain Campbell. São Paulo, Artpress,
2001. 90p.
Homenagem ao pensador, líder católico e homem de ação
- e controvertida personagem da ultradireita conservadora brasileira, fundador
da Tradição, Família e Propriedade (TFP), Plínio
Corrêa de Oliveira.
14) REMINISCÊNCIAS DO SOL
QUADRADO, de Mário Lago. São Paulo, Cosac & Naify, 2001. 122p.
Consagrado ator de TV, teatro e cinema conta suas prisões por razões
políticas, num livro que surpreenderá por mostrar o autoritarismo
brasileiro no início do regime militar.
15) RODRIGUES ALVES, de Afonso
Arinos de Melo Franco. Brasília, DF, Senado Federal, 2001. 2 volumes
(550p.)
Com introdução de Raimundo Faoro, a biografia do ex-presidente
da República.
16) ROSAS E PEDRAS DE MEU CAMINHO,
de Carlos Lacerda. Brasília, DF, Ed. da UnB, 2001. 306p.
Autobiografia do ex-governador do Estado da Guanabara e uma das personalidades
mais controvertidas da política nacional dos últimos 60 anos.
O material que ficou guardado por quase 20 anos na Universidade de Brasília,
é parte de sua Coleção - Biblioteca e Arquivo.
17) VIDA E OBRA DE JOSÉ
MARIA EÇA DE QUEIROZ, de Maria Filomena Mônica. Rio de Janeiro,
Record, 2001. 504p.
Desde as circunstâncias de seu nascimento - Eça é filho
natural - até seus últimos dias em Paris, a autora revela o escritor
e o homem em toda sua grandeza, pequenas misérias e contradições.
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