
9 - ARTE E ARTISTAS PLÁSTICOS
NO BRASIL, org. por Ronaldo Graça Couto. São Paulo, Metalivros,
2000. 227p. ilust.
Um painel das artes plásticas contemporâneas no Brasil, a partir
de uma apresentação da obra de 100 artistas da atualidade.
10 - ARTE LATINA, org. por Heloisa Buarque de Hollanda
e Beatriz Rezende. Rio de Janeiro, Aeroplano, 2001. 266p.
Ensaios abordam a cultura na América Latina, como a do espanhol Jesús
Martin-Barbero.
11 - ÁRVORES ORNAMENTAIS NA CIDADE DE SÃO
PAULO, de Jean Irwin Smith. São Paulo, Catavento, 2001. 92p. ilust.
A autora, norte-americana que viveu quase toda sua vida na América do
Sul, pesquisou mais de 20 anos e retratou, em aquarelas, lindíssimas
árvores que florescem na capital paulista.
12 - CEMITÉRIOS DO RIO
GRANDE DO SUL; arte, sociedade, ideologia, org. por Harry Rodrigues Bellomo.
Porto Alegre, Ed. da PUCRS, 2000. 281p. ilust.
No período colonial brasileiro os mortos eram enterrados no chão
da nave central das Igrejas. No Império passaram a enterrá-los
ao lado das Igrejas. Foi quando surgiram os túmulos, monumentos para
perpetuar a memória do morto e exibir a grandeza de seus descendentes,
transformando os cemitérios num verdadeiro museu a céu aberto.
O autor interpeta os símbolos cristãos maçônicos
e profissionais, análise do material empregado, avaliando o imaginário
de uma época, exemplo de pesquisa de arte.
13 - O CINEMA BRASILEIRO NOS ANOS 90, por Guido
Bilharinho. São Paulo, Instituto Triangulino de Cultura, 2000. 226p.
Aborda a crítica da produção cinematográfica dos
anos 90 no Brasil.
14 - CINEMANCIA, de Júlio Bressane. São
Paulo, Imago, 2000. 100p.
Cineasta reflete, em ensaios, sobre o panorama do cinema brasileiro.
15 - DANÇA, BRASIL; festas e danças
populares, de Gustavo Côrtez. Belo Horizonte, Leitura, 2000. 200p. ilust.
As festas e danças relatadas no livro traduzem, de forma alegre e informativa,
a imensa riqueza cultural existente no Brasil, contribuindo para o reconhecimento
e valorização de nossas raízes, de Norte a Sul, mostrando
o caráter multifacetado e único do nosso país. Fartamente
ilustrado.
16 - DIÁRIOS E AQUARELAS, de William Bradley.
Rio de Janeiro, Arte e História, 2000. 28p.
Conjunto de 5 aquarelas e 2 mapas do Rio de Janeiro, feitos no período
colonial. Concebidas pelo autor, um marinheiro inglês, as imagens retratam
suas impressões ao navegar pela costa carioca, em 1787.
17 - AS IMAGENS DE UM TEATRO POPULAR,
de Julián Boal. São Paulo, Hucitec, 2000. 133p.
Originalmente dissertação de Mestrado que analisa o motivo do
fracasso dos dramaturgos dos Centros Populares de Cultura (1961-1964), que foram
parar na TV. Avaliação histórica de um processo político
cultural.
18 - JOAQUIM GUEDES, por Mônica Junqueira
de Camargo. São Paulo, Cosac & Naify, 2000. (Coleção
Espaços da Arte Brasileira)
Explica e mostra imagens de alguns dos 500 projetos do famoso arquiteto Joaquim
Guedes.
19 - PATRIMÔNIOS DA HUMANIDADE NO BRASIL,
de Percival Tirapeli, colab. de Aziz Ab' Saber. São Paulo, Metalivros,
2000. 288p.
Edição bilíngüe (português-inglês), contou
com a participação de 35 fotógrafos para captar a riqueza
dos sítios abordados na obra, como Salvador, Olinda, Ouro Preto, Diamantina,
Parque Nacional do Iguaçu e outros. Livro ma-ra-vi-lho-so!!!
20 - THEATRO SÃO PEDRO: resistência
e preservação, coord. por José Roberto Walker. São
Paulo, Secr.do Est.da Cult./Assoc.de Amigos do Arquivo do Estado, 2000. 440p.
ilust.
Livro bancado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e pela
Associação de Amigos do Arquivo do Estado, com textos sobre esse
teatro e depoimentos de pessoas que participaram de sua história e fotos
que combinam imagens de arquivo com ensaios desde sua inauguração
(1917) até sua restauração (1998).
21 - VIAGEM AO BRASIL NAS AQUARELAS
DE THOMAS ENDER: 1817-1818. São Paulo, Kapa Edit., 2000. 3 v. (encadernação
de luxo com caixa), ilust.
796 imagens distribuídas em 3 volumes, entre paisagens rurais e urbanas,
cenas do cotidiano e retratos de pessoas e objetos de uso caseiro. Pintadas
entre 1817-18 pelo jovem artista plástico vienense que veio ao Brasil
na comitiva científica austríaca que acompanhava a Imperatriz
Dona Leopoldina, casada com Dom Pedro I. sua obra é tão importante
quanto a do francês Jean-Baptiste Debret.
Vide também: 1, 5, 8, 32, 63, 73, 74, 79, 173