
7) ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA
NO BRASIL, de Yves Bruand. São Paulo, Perspectiva, 2001. 400p. ISBN 85-27301-14-8
Reedição de um dos mais completos estudos até agora realizado
sobre o conjunto dos promotores do movimento renovador da arquitetura brasileira.
Niemeyer, Lúcio Costa, Warchavchik, Rino Levi, Artigas e outros são
objeto de análises rigorosas quanto às suas realizações
individuais e suas realizações em edifícios como o Ministério
da Educação, Pampulha, Brasília, etc, que fazem da nossa
arquitetura uma das mais notáveis contribuições artísticas
e culturais do mundo.
8) A AVENTURA DO CINEMA GAÚCHO, de Luiz
Carlos Merten. São Leopoldo, RS, Ed. UNISINOS, 2002. 112p. ISBN 85-74311-01-4
O cinema gaúcho, hoje vivendo dias de fluorescência, é responsável,
desde os anos 70, por uma geração de diretores, roteiristas e
montadores que moldaram sua cultura cinematográfica garantindo projeção
nacional e até internacional. Traz desde filmes alienantes, que lideraram
as bilheterias com produtos de gosto duvidoso, até clássicos que
contestaram valores e ainda os que ganharam prêmios internacionais.
9) BICHO DE SETE CABEÇAS, de Luiz Bolognesi.
São Paulo, Ed. 34, 2002. 144p. ISBN 85-73262-29-X
O roteiro do premiado filme "Bicho de Sete Cabeças", dirigido
por Laís Bodanzki, é agora publicado em sua versão original.
Aqui tem-se a oportunidade de acompanhar todo o processo criativo que deu origem
à narrativa cinematográfica ancorada, por um lado, na relação
entre pais e adolescentes e, por outro, na realidade dos manicômios existentes
no Brasil.
10) JORGE GUINLE, de Christina Bach. São
Paulo, Cosac e Naify, 2001. 128p. (Coleção Espaços da Arte
Brasileira).
ISBN 85-75030-85-X
Traz "Pintura e mais pintura", "Jorge Guinle", "Energia
Solar", ilustrações, cronologia, bibliografia, etc.
12) NA CINELÂNDIA PAULISTA, de Anatol Rosenfeld.
São Paulo, Perspectiva, 2001. 384p. (Coleção Debates, 282).
ISBN 85-27302-80-2
Reúne crítica de cinema e fotografia feitos pelo autor durante
a década de 50, sobre o universo do cinema e da fotografia em artigos
que abordam desde a fase fluorescente da Companhia Vera Cruz de Cinema (situada
em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São
Paulo), até os momentos mais fecundos da criação cinematográfica
americana, francesa, italiana e japonesa do pós-guerra.
13) NELSON FELIX; textos de Glória Ferreira,
Sonia Salztein e Nelson Brissac; versão para o inglês de Steve
Berg. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2001. 176p. ilust. fotos encadernada.
ISBN 85-87220-36-5
Fartamente ilustrada e com textos em português/inglês sobre a obra
do premiado escultor brasileiro Nelson Felix.
14) A PALAVRA NÁUFRAGA, de Antonio Gonçalves
Filho. São Paulo, Cosac e Naify, 2001. 376p. ilust. fotos ISBN 85-75030-79-5
Ensaios críticos de 115 textos sobre cinema, abordando palavra e imagem:
palavras em busca de autonomia e imagem em busca de receptores. Trata da obra
de diretores como Pasolini, Bresson, Fellini, Greeaway, Tartovski e outros.
15) O RURAL NO CINEMA BRASILEIRO,
de Célia Aparecida F. Tolentino. São Paulo, Ed. da UNESP, 2002.
324p.
ISBN 85-71393-75-3
Discute os aspectos rurais da cultura brasileira conforme a abordagem realizada
pelo cinema nacional durante as décadas e 1950 e 1960. São estudados
filmes como "Candinho" (1953) e "Jeca Tatu" (1959), com
Mazzaropi; "Vidas Secas" (1963), de Nelson Pereira dos Santos e "Deus
e o Diabo na Terra do Sol" (1964), de Glauber Rocha.
Vide também: 1, 6, 17, 34 e 41