Música Brasileira

100 ANOS DE CARNAVAL NO RIO DE JANEIRO, de Haroldo Costa. Rio de Janeiro, Vitale, 2001. 253p. ilust.
Conta a história do carnaval desde o "entrudo", trazido pelos açorianos no período colonial, passando pelo "Zé Pereira", que abria a folia carioca e pela contribuição dos cantos e danças do candomblé dos negros, até a atualidade da maior manifestação cultural brasileira dos tempos atuais. Fartamente ilustrado.

ACERVO DE MANUSCRITOS MUSICAIS - COLEÇÃO FRANCISCO CURT LANGE / MUSEU DA INCONFIDÊNCIA - volume III - COMPOSITORES ANÔNIMOS, coord. geral de Régis Duprat, coord. técnica de Mary Ângela Biason. São Paulo, Imprensa Oficial do Estado, 2002 240p. ISBN 85-70412-69-X
O terceiro volume complementa os anteriores, apresentando os manuscritos anônimos arquivados no Museu da Inconfidência em Ouro Preto, Minas Gerais. Trata-se de pesquisa aprofundada e estudo para reconhecimento de estilo, época de composição e possíveis compositores e copistas.

ADONIRAN BARBOSA: O POETA DA CIDADE – TRAJETÓRIA E OBRA DO RADIATOR E CANCIONISTA; OS ANOS 1950, de Francisco Rocha.  São Paulo, Ateliê, 2002.  183p. ISBN 85-74801-14-3
O autor resgata, através da obra do famoso cantor, compositor, comediante e radiator paulistano Adoniran Barbosa, os excluídos sociais – o principal tema do artista. Sua linguagem popular, suas vidas e seus conflitos na difícil cidade de São Paulo foram retratadas em músicas, radionovelas e comédias, fazendo de Adoniran um grande divulgador da cultura nacional.

ADONIRAN BARBOSA; SE O SENHOR NÃO TÁ LEMBRADO, de Flávio Moura.  São Paulo, Boitempo, 2002.  168p. (Coleção Paulicéia).   ISBN 85-75590-18-9
O poeta que cantou em música as tardinhas cheias de garoa da São Paulo dos anos 50, traz a memória de uma Paulicéia romântica.

ADONIRAN, DÁ LICENÇA DE CONTAR..., de Ayrton Mugnaini Junior.  São Paulo, Ed. 34, 2002.  256p.  ISBN 85-73262-53-2
O famoso compositor e letrista Adoniran Barbosa, autor de músicas de sucesso como “Trem das Onze”, “Saudosa Maloca” e “Samba do Arnesto” e outros, marcou o samba paulistano. Aqui tem reconstituído o percurso artístico desse filho de imigrantes italianos que fixou a cidade de São Paulo no imaginário popular.

ALMANAQUE DO CHORO – A HISTÓRIA DO CHORINHO, O QUE OUVIR, O QUE LER, de André Diniz.  Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2003.  106p. ilust. fotos.  ISBN 85-71106-98-3
Guia sobre o gênero musical que Heitor Villa-Lobos afirmava ser “a alma musical do povo brasileiro”. Conta desde a origem até os dias atuais dos quase 150 anos de sua história, apresentando os principais compositores, músicos e instrumentos do gênero, bem como uma cronologia e 180 fotografias e ilustrações, depoimentos de músicos, pistas onde se pode ouvir esse autêntico ritmo brasileiro e onde adquirir CDs e livros de choro.

ANTOLOGIA MUSICAL POPULAR BRASILEIRA, de Roberto Lapiccirella.  2.ed.  São Paulo, Musa, 2002.  244p.ilust.  ISBN 85-85653-14-0
Contribuição para preservar a cultura das antigas músicas populares brasileiras dos anos 30, 40 e 50. Também a história do carnaval, letras cifradas de 108 marchinhas e frevos mais populares, dados técnicos das principais gravações, biografias e caricaturas dos principais autores, como Noel Rosa, João de Barros, Ary Barroso, Lamartine Babo, Caetano Veloso, etc. Acompanha um CD do conjunto musical “Bando da Lua”, formado pelo autor do livro, com 14 músicas.

ARY BARROSO; A HISTÓRIA DE UMA PAIXÃO,de Antônio Olindo.  Rio de Janeiro, Mondrian, 2003.  160p. ilust. fotos.  ISBN 85-88615-13-4
Não se trata de biografia, mas de um livro-exaltação, com histórias que revelam a personalidade inigualável de um dos maiores compositores brasileiros, o mineiro Ary Barroso, autor de mais de 300 músicas, muitas delas famosas, entre as quais “Aquarela do Brasil”, mais conhecida no exterior como “Brazil”, nosso segundo hino nacional.

ARTHUR MOREIRA LIMA INTERPRETA CHICO BUARQUE, DORIVAL CAYMMI, GILBERTO GIL, ROBERTO CARLOS, TOM JOBIM, CAETANO VELOSO. Sony Music. Caixa com 6 CDs (MPB Piano Collection)
Conhecido pianista clássico brasileiro "visita" a nossa Musica Popular Brasileira e grava 6 CDs com os grandes sucessos dos famosos compositores brasileiros acima mencionados, trazendo cada CD êxitos musicais como:
CD # 1 - 12 músicas de Chico como: Olé, Olá e Roda Viva;
CD # 2 - 14 músicas de Caymmi como: É Doce Morrer no Mar e Marina;
CD # 3 - 12 músicas de Gil como: Aquele Abraço e Procissão;
CD # 4 - 12 músicas de Roberto como Emoções, Café da Manhã, Como é Grande o Meu Amor por Você;
CD # 5 - 14 músicas de Tom Jobim como: Wave, Eu Sei que Vou Te Amar;
CD # 6 - 12 músicas de Caetano como: Sampa, Leãozinho, Força Estranha;

ATABAQUES, VIOLAS E BAMBUS, de Paulo César Pinheiro. Rio de Janeiro, Record, 2000.
Famoso compositor da musica popular brasileira traz seus 101 poemas, divididos em 3 blocos, cada um deles dedicado a expressão musical das 3 raças que deram forma à música brasileira: africanos, portugueses e índios.

AUXÍLIO LUXUOSO, de Wander Nunes Frota.  São Paulo, Annablume, 2003.  254p.  ISBN 85-74193-33-X
Reavalia a participação dos artistas cariocas da “geração Noel Rosa”, dos anos 23 e 30, formada por músicos, intérpretes, locutores de rádios, a primeira que, no Brasil, teve que aprender a travar contato simultâneo com uma indústria cultural formada, naquela época, por 2 dos mais modernos meios de reprodução, difusão e consumo de música popular: o disco e as emissoras de rádio.

BADEN POWELL. Universal Music.  Caixa com 13 CDs.
Fruto da reunião de 13 “Long Plays” lançados entre 1961 e 1972, o maior violonista brasileiro – e um dos melhores do mundo- que influenciou gerações com seus solos de Bossa Nova. Acompanha a caixa um livreto com textos explanativos de Tárik de Souza e do norte-americano Lee Jeskee. Histórico para os amantes da MPB, o trabalho de Baden nesse período traz ainda 3 músicas lançadas pela 1ª vez em CD.

BASTIDORES - CAUBI PEIXOTO: 50 ANOS DA VOZ E DO MITO, de Rodrigo Faour. Rio de Janeiro, Record, 2001. 520p.
ISBN 85-01061-11-5
Pela primeira vez são revelados detalhes da vida do grande cantor e showman da musica popular brasileira, também personagem do showbiz internacional, amigos de vários cantores de outros paises, inclusive dos USA. Mostra um importante capítulo da história da música popular brasileira.

BATUQUE, SAMBA E MACUMBA: ESTUDOS DE SAMBA E DE RITMO, de Cecília Meireles. Rio de Janeiro, Martins Fontes, 2003.  110p. ilustr. aquarelas e desenhos.   ISBN 85-33617-35-6
Fina observadora de nossas tradições, Cecília Meireles analisa e fixa os ritmos do samba e a macumba e suas figuras típicas, através de seu trabalho como folclorista. Ilustra o livro com aquarelas e desenhos de rara beleza, revelando um outro lado de sua produção artística.

BIM BOM: A CONTRADIÇÃO SEM CONFLITOS DE JOÃO GILBERTO, de Walter Garcia. São Paulo, Paz e Terra, 1999. 224p.
Trabalho descritivo que desvenda elo entre a bateria do samba e a batida da bossa nova no toque de João Gilberto.

BRASIL SÉCULO XX; AO PÉ DA LETRA DA CANÇÂO POPULAR, de Luciana Worm e Wellington Borges Costa. Rio de Janeiro, Nova Didática, 2002. 200p. ISBN 85-74721948
Para contar a história do Brasil, os autores utilizam como documento uma das mais expressivas manifestações culturais da nação brasileira - a sua música. A pesquisa vai desde os primórdios da indústria fonográfica, como o gramofone, aos sofisticados CDs da era digital, passando pelo rádio e pela TV.

CANÇÃO BRASILEIRA DE CÂMARA, De Vasco Mariz.  Rio de Janeiro, Francisco Alves, 2003.  352p.   ISBN 85-26504-55-X
Traça um panorama da música brasileira de câmara, desde Carlos Gomes, passando por Villa-Lobos, Camargo Guarnieri e Guerra-Peixe, entre outros.

CASA EDISON E SEU TEMPO, de Humberto Francheschi.  São Paulo, Biscoito Fino, 2002.  310p.  ISBN 85-88921-01-4
Casa Edson foi a primeira gravadora brasileira, que reuniu, entre 1902 e 1950 o melhor da música brasileira. O livro traz também 5 CD-Roms, com partituras e documentos, além de mais 4 CDs contendo 100 músicas ilustrativas.

CÁSSIA ELLER - CANÇÃO NA VOZ DO FOGO, de Beatriz Helena Ramos Amaral. São Paulo, Escrituras, 2002. 180p. ISBN 85-75310-48-8
Musicista traz biografia da cantora Cássia Eller, analisando a produção artística da "intérprete-criadora" que morreu tragicamente há 7 meses, detendo-se em extenso levantamento da carreira da artista, propondo análise de sua obra.

CALIFÓRNIA DA CANÇÃO NATIVA: MARCO DE MUDANÇAS NA CULTURA GAÚCHA, de Colmar Pereira Duarte e José Edil de Lima Alves. Porto Alegre, Movimento, 2001. 205p. ilust.
Entre o passado regional e o presente universal, a Califórnia da Canção nativa, de Uruguaiana, Rio Grande do Sul, completa 30 anos de atividades ininterruptas e se constitui num movimento emblemático da cultura gaúcha.

CAMARGO GUARNIERI: EXPRESSÕES DE UMA VIDA, de Marion Verhaalen, trad. de Vera Silvia Camargo Guarnieri. São Paulo, Ed. da USP/IMESP, 2001. 504 p. ilust. ISBN 85-31406-34-X
Vida o obra de um dos principais compositores brasileiros do século 20 (1907-93) tradutor do modernismo nacionalista de Mário de Andrade, são apresentadas em detalhes pela musicóloga americana Marion Verhaalen. Comentários e análises de cada uma de suas composições, muitas fotos e reproduções de documentos enriquecem o livro, fruto da convivência de mais de 30 anos da autora com o biografado.

CAMARGO GUARNIERI: O TEMPO E A MÚSICA, org. por Flávio Silva. São Paulo, Imprensa Oficial do Estado/FUNARTE, 2001. ilust.
Reunião de textos e depoimentos de pessoas que viveram ao lado do compositor, em contato com sua obra e seu processo de criação, ilustrados com rico material iconográfico retirado do acervo da família, recém-doado ao Instituto de Estudos Brasileiros, da Universidade de São Paulo (IEB-USP).

CAMINHOS CRUZADOS: A VIDA E A MÚSICA DE NEWTON MENDONÇA, de Marcelo Câmara, Jorge Melo e Rogério Guimarães. Rio de Janeiro, Mauad, 2001. 156p.
Newton Ferreira Mendonça foi compositor e letrista de alguns clássicos da bossa nova, em parceria com Tom Jobim, tais como "Samba de uma nota só", "Meditação", "Desafinado" e outros, entre as 40 canções que compôs com letra e música. Faleceu prematuramente aos 33 anos, em 1960. Este álbum reúne partituras, fotos, depoimentos, etc. Imperdível para os que querem conhecer a nossa MPB e principalmente a bossa nova.

CANCIONEIRO JOBIM: OBRAS ESCOLHIDAS. Rio de Janeiro, Casa da Palavra/Jobim Music, 2000. 450p. ilust. 28x37cm em papel couchê e capa dura.
Edição bilíngüe inglês-português, publicada com apoio da VISA Brasil, traz em ordem cronológica toda a obra do nosso músico maior da MPB. Partituras e arranjos para piano de 42 músicas, revisadas pelo filho Paulo Jobim, desenhos da filha Elizabeth Jobim e da viúva Ana Lontra Jobim, textos de Sérgio Augusto. Fac-similes de bilhetes, cartas, letras de músicas e notações. Livro ma-ra-vi-lho-so!!! Best seller.

CANÇÕES DO BRASIL; O BRASIL CANTADO POR SUAS CRIANÇAS, de Sandra Peres e Paulo Tatit. São Paulo, Palavra Cantada, 2001. 80p. ilust. Acompanha CD ISBN 85-8849-601-1
Livro que vem acompanhado de CD, para todos que querem conhecer uma parte da cultura musical brasileira, através do canto de suas crianças. Em 26 canções originais, pode-se ouvir músicas de todos os estados brasileiros onde se pode verificar a diversidade de ritmos, letras, melodias e maneiras de cantar.

CANTORIA NORDESTINA: MÚSICA E PALAVRA, de Elba Braga Ramalho. São Paulo, Terceira Margem/E. da UFC, 2000. 184p. ilust. bibliogr. Acompanha CD. ISBN 85-87769-16-2
Originalmente dissertação de Mestrado de professora universitária que pesquisa sobre tradição oral e sabedoria popular sobre a cantoria nordestina, manifestação artística do Nordeste brasileiro.

CARTOLA, OS TEMPOS IDOS, de Marília Trindade Barboza e Arthur de Oliveira Filho. Nova edição.  São Paulo, Gryphus, 2003.  450p. ilust.  ISBN 85-85469-56-0
Nova edição da obra biográfica de Agenor de Oliveira – Cartola, que coincide com o nascimento do samba até como hoje o entendemos. Um relato de vida e estabelecimento de um gênero que identifica o Brasil e que está bem vivo nos dias atuais.

CÁSSIA ELLER – CANÇÃO NA VOZ DO FOGO, de Beatriz Helena Ramos Amaral.  São Paulo, Escrituras, 2002.  180p.   ISBN 85-75310-48-8
Musicista traz biografia da cantora Cássia Eller, analisando a produção artística da “intérprete-criadora” que morreu tragicamente há 7 meses, detendo-se em extenso levantamento da carreira da artista, propondo análise de sua obra.

CAZUZA: PRECISO DIZER QUE TE AMO; TODAS AS LETRAS DO POETA, de Lucinha Araújo e Regina Echeverria. Rio de Janeiro, globo, 2001. 416p.
Pesquisa realizada por Lucinha Araújo, mãe do cantor de rock Cazuza, reúne 250 letras e poesias, cerca de 78 delas inéditas. Apresenta, de maneira cronológica, toda a produção do artista, desde o seu primeiro disco como vocalista do grupo de rock Barão Vermelho até suas últimas composições. Comentários de seus parceiros artísticos e amigos, como Bebel Gilberto, Rita Lee, João Donato, etc., bem como de vários grandes nomes da música popular brasileira que gravaram suas composições. Serve como obra de referência sobre o legado artístico de Cazuza.

CHICO. Universal 522797-2
Caixa com 5 CDs temáticos, das músicas de Chico Buarque, a saber:

  1. O AMANTE, com 14 músicas que “falam” de amor, como “Atrás da Porta”, “Tatuagem”, “Sem fantasia”, “Pedaço de Mim”, etc.
  2. O TROVADOR, com 14 músicas do poeta, tais como: “Eu Te Amo”, “Valsinha”, “Você Vai Me Seguir”, “Carolina”, etc.
  3. O CRONISTA, com 14 sucessos que contam do cotidiano das coisas, das pessoas e das ruas, como: “Bye, Bye, Brasil”, “O Cio da Terra”, “Pivete”, “Gente Humilde”, etc.
  4. O MALANDRO, onde diz sobre a malandragem em 14 músicas como: “Vai Trabalhar, Vagabundo”, “Homenagem ao Malandro”, “A Banda”, “Não Existe Pecado ao Sul do Equador”, “Noite dos Mascarados”, etc.
  5. O POLÍTICO, onde mostra que não está alienado do que se passa ao seu redor, em 14 músicas como: “Construção”, “Apesar de Você”, “Acorda Amor”, “O Que Será” (À Flor da Pele), “Deus Lhe Pague”, etc.
    Edição limitada.

CHITÃOZINHO & XORORÓ; NASCEMOS PARA CANTAR, de Ana Lúcia Neiva.  São Paulo, Premio, 2002.  150 p. ilust. fotos.  ISBN 85-86193-14-3
Dois irmãos que cantam em dupla desde que eram crianças, sempre dedicados às musicas sertanejas. Fazem sucesso na América Latina com o nome de José e Durval, seus verdadeiros nomes.

A COR E O SOM DA NAÇÃO - A IDÉIA DE MESTIÇAGEM NA CRÍTICA MUSICAL DO CARIBE HISPÂNICO E DO BRASIL (1928-1948), de Mareia Quintero-Rivera. São Paulo, Annablume, 2001. 218p.
Analisa como os preconceitos culturais (como a mestiçagem) influenciam os críticos musicais, que segmentam o gênero artístico-musical no erudito, popular e folclórico.

CONSTRUÇÃO. São Paulo, Universal, 2001.
Caixa com 22 CDs da música de Chico Buarque de Holanda, incluindo sucessos como "A Banda" e "Cotidiano", algumas músicas consideradas raras e a trilha do filme "Saltimbancos Trapalhões" que nunca havia sido lançada no circuito comercial, recenseando a quase totalidade da obra do compositor, no período que vai do seu aparecimento (1966) até 1986.

CUSTÓDIO MESQUITA: UM COMPOSITOR ROMÂNTICO NO TEMPO DE VARGAS, de Orlando de Barros. Rio de Janeiro, Ed. UERJ/FUNARTE, 2001. 422p. ISBN 85-75110-05-5
Estudo sobre o "doutor em samba" (1910-45), que aliava formação erudita à composição de canções populares nos anos 30 e 40. O compositor tem sua vida conectada a Getúlio Vargas a quem, em 1942, passou a louvar abertamente. Sua produção é ambientada na época de ouro da música popular brasileira.

DA BOSSA NOVA À TROPICÁLIA, de Santuza Cambraia Naves. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2001. (Coleção Descobrindo o Brasil) 80p.
A trajetória da Música Popular Brasileira (MPB) desde o surgimento da Bossa Nova até a explosão da Tropicália, mostrando os pontos comuns e as dissonâncias entre o estilo bossa-novista e os movimentos musicais que se desenvolveram nos anos 60.

O DIÁRIO DA TURMA 1976-1986: A HISTÓRIA DO ROCK EM BRASÍLIA, de Paulo Marchetti. São Paulo, Conrad/Ed. do Brasil, 2001. 195p. ilust. fotos.
Conta a adolescência de sua turma de amigos, vivida em Brasília, ao som do rock'n roll, juventude que, como todas, se propunha a mudar o mundo. O autor explica como a cidade se tornou celeiro de roqueiros.

DIÁRIO DE ANTONIO MARIA, de Antonio Maria.  Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 2002.  112p.  ISBN 85-20006-28-0
Famoso compositor brasileiro das décadas de 50 e 60, autor entre outras canções de “Ninguém me Ama” e “Manhã de Carnaval”, escreveu um diário no ano de 1957.  Textos confessionais que contam de seus sentimentos, reflexões e impressões, com autocrítica e ironia.

DIAS DE LUTA – O ROCK E O BRASIL DOS ANOS 80, de Ricardo Alexandre.  São Paulo, DBA, 2002.  400p.    ISBN 85-72342-53-2
O livro traz a história da música da década que inventou a juventude do Brasil com seus protagonistas, suas testemunhas e seus segredos, em uma trama cheia de guitarras e idealismos.

DICIONÁRIO DE PERCUSSÃO, de Mario D. Frungillo.  São Paulo, UNESP, 2003.  424p. ilust. ISBN 85-70601-63-8
Resultado de 6 anos de pesquisa, apresenta repertório terminológico que abrange um universo de centenas de instrumentos, milhares de composições e de manifestações populares, bem como inúmeras técnicas expressivas e de execução.

DILERMANDO REIS; SUA MAJESTADE, O VIOLÃO, de Genésio Nogueira. São Paulo, Independente, 2000. 416p.
Primeira obra sobre o grande violonista brasileiro, falecido aos 61 anos em 1977. Conta aspectos de sua vida e trás comentários sobre sua obra.

DO FREVO AO MANGUEBEAT, de José Teles. São Paulo, Ed. 34, 2000. 350p. ilust. inclui discografia.
Jornalista pernambucano documenta a efervecência cultural do estado de Pernambuco, que volta à cena da MPB, depois de ter exportado o frevo, o baião e ritmos brasileiros.

DORIVAL CAYMMI: O MAR E O TEMPO, de Stella Caymmi. São Paulo, Ed. 34, 2001. 650p. ilust. fotos, desenhos. ISBN 85-73262-24-9
Resultado de 10 anos de pesquisa, o livro foi escrito pela neta do famoso compositor e cantor baiano, Stella, filha da também cantora Nana Caymmy, que gravou cerca de 100 fitas cassetes com depoimentos do avô, amigos, parceiros e admiradores, como Jorge Amado, Carybé, Gilberto Gil, Chico Buarque, João Gilberto, Caetano Veloso, etc. Algo como 320 imagens, muitas delas raras ilustram a obra, que tem completa discografia com suas gravações no Brasil e no mundo. Traz 2 cadernos coloridos, um reproduzindo óleos do pintor naïf que é Caymmi nas horas vagas. Lindooo!!!

DO SAMBA CANÇÃO À TROPICÁLIA, org. de Paulo Sérgio Duarte e Santuza Cambraia Neves.  Rio de Janeiro, RelumeDumará, 2003.  284p.   ISBN 85-73163-33-X
Fruto de Seminário realizado em 2001 pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (FAPERJ), aqui estão reunidas as transcrições das 25 palestras que abordaram temas como o samba-canção, Vinicius de Moraes, os “crooners”, a Canção de protesto, a Tropicália, etc.

ELBA: 20 ANOS, de Benê Fonteneles, Elizabeth Marinho e Bráulio Tavares. Brasília, DF, Ed. da UnB, 2000. ilust. fotos. ISBN 85-23800-00-X
Uma infinidade de cenas da vida da cantora Elba Ramalho, desde a infância e mocidade na Paraíba, mostrando praticamente tudo que ela apresentou ao público: dança, canto, teatro. Textos, ensaios e fotos mostram a presença de Elba no horizonte artístico brasileiro, nos últimos 20 anos.

ELIS - TRANSVERSAL DO TEMPO. Universal 558.384.2.
Caixa com 21 CDs da mais famosa cantora da Música Popular Brasileira, Elis Regina, cobrindo a época de 1965 até 1979, com os seguintes CDs:
1) Samba Eu Canto Assim.
2) Dois na Bossa (com Jair Rodrigues).
3) O Fino do Fino (com Zimbo Trio).
4) Dois na Bossa nº 2 (com Jair Rodrigues).
5) Elis
6) Dois na Bossa nº 3 (com Jair Rodrigues).
7) Elis Especial
8) Elis, Como e Porque.
9) Aquarela do Brasil (com Toots Thielmans).
10) Elis Regina in London.
11) Em Pleno Verão.
12) Elis no Teatro da Praia (com Mièle & Bôscoli)
13) Elis (1971).
14) Elis (1972).
15) Elis (1973).
16) Elis & Tom Jobim.
17) Elis (1974).
18) Falso brilhante.
19) Elis (1977).
20) Elis - Transversal do Tempo.
21) Elis Especial (1979).

ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA: POPULAR, ERUDITA E FOLCLÓRICA. 2.ed. rev., atual. e ampl. São Paulo, Art Editora/PubliFolha, 1998. 887p.
Publicada em 1977 e esgotada em 1985, está novamente à disposição de estudiosos e pesquisadores em edição revista, atualizada e ampliada. Com 3.500 verbetes (400 deles novos) em ordem alfabética é a única que cobre o tema amplamente, desde os tempos do descobrimento até a atualidade, com dados sobre a música folclórica, erudita e popular, com biografias de seus mais importantes autores e intérpretes, ritmos e danças e até teatros do país. Tem remissão nos verbetes para facilitar a pesquisa.

A ERA DOS FESTIVAIS – UMA PARÁBOLA, de Zuza Homem de Mello. São Paulo, Ed. 34, 2003.  528p. ilust.  ISBN 85-73262-72-9
Pesquisador  de Musica Popular Brasileira lança seu primeiro estudo não-acadêmico, que busca examinar, de forma aprofundada, a relação entre a produção musical brasileira dos anos 60 e 70, bem como a situação política, econômica e social da época dos grandes festivais, que revelaram Chico Buarque, Elis Regina, Edu Lobo, Caetano Veloso, Gilberto Gil, etc.

EU NÃO SOU CACHORRO NÃO, de Paulo César de Araújo.  Rio de Janeiro, Record, 2002.  462p. ilust. fotos.  ISBN 85-01063-44-4
Após pesquisa de 7 anos, professor de História lança livro que conta como a censura perseguiu, durante a Ditadura Militar, artistas popularescos (os chamados “cafonas” ou “bregas”), cujas canções “estavam em todas as bocas” dos fãs das classes C e D da população. Era o tempo das metáforas, imagens truncadas para manifestarem seu inconformismo com o quadro político-social vigente. E a reação do regime ditatorial era violenta, com a censura agindo contra artistas como Luís Airão, Odair José, Paulo Sérgio, Waldik Soriano e outros.

FEITIÇO DECENTE: TRANSFORMAÇÕES DO SAMBA NO RIO DE JANEIRO (1917-1933), de Carlos Sandroni. Rio de Janeiro, Jorge Zahar/ Ed. da UERJ, 2001. 250p.
Professor de Pós-Graduação da Universidade Federal de Pernambuco, lança livro que já nasce com a marca de "referência obrigatória" na história da Música Popular Brasileira (MPB), combinando análise sociológica, literária e musical. Traça um vasto panorama da música de inspiração afro-brasileira no Rio de Janeiro.

A FORMA DA FESTA - TROPICALISMO: A EXPLOSÃO E SEUS ESTILHAÇOS, por Sylvia Helena Cyntrão. Brasília, Ed. da UnB: São Paulo, Imprensa Oficial, 2000. 236p. ilust.
30 anos depois, a partir dos compositores ícones Caetano Veloso e Gilberto Gil, a polêmica comportamental é analisada por músicos, jornalistas, poetas, artistas plásticos, políticos e outros que viviam o contexto nacional da época.

FORRÓ NO ASFALTO – MERCADO E IDENTIDADE  SOCIOCULTURAL, de Expedito Leandro Silva.  São Paulo, Annablume, 2003.  154p.  ISBN 85-74193-29-1
Analise o contexto mercadológico da música regional nordestina, o forró, em São Paulo, especificamente a partir da década de 1990.

FURACÃO ELIS, de Regina Echeverria. 3ª ed. rev. e ampl. Rio de Janeiro, Globo, 2002. 310p. ilust. fotos. ISBN 85-25035-14-9
Aos 30 anos da morte de uma das mais famosas intérpretes da nossa Música Popular Brasileira (MPB) é relançado esse fascinante perfil da filha de uma lavadeira, que revolucionou o cenário da música brasileira, levando-a ao teatro Olympia, de Paris e que desapareceu no auge da carreira, aos 36 anos, deixando a fama de ser a cantora mais popular de todos os tempos - Elis Regina.

GILBERTO GIL: PARTÍCULAS EM SUSPENSÃO, de Francisco José Neiva Lacerda.  Niterói, RJ, Ed. UFF, 2002.  120p.  ISBN 85-22803-48-X
Ensaio que tem como ponto de partida a importância central que a canção assume como modalidade poética no Brasil contemporâneo. Propõe uma leitura crítica multidisciplinar das canções de Gil.

GILLUMINOSO: A POÉTICA DO SER, de Benê Fonteles; fotos de Mário Cravo Neto e Pierre Verger. 298p. ilust.
O livro, acompanhado de 1 CD, traz textos, poemas e 50 letras de músicas de Gilberto Gil. Fartamente ilustrado pelos famosos fotógrafos Mário Cravo Neto e Pierre "Fatumbi" Verger.

GUINGA: OS MAIS BELOS ACORDES DO SUBÚRBIO, de Mario Marques. Rio de Janeiro, Gryphus, 2002. 160p. ISBN 85-75100-25-4
Nascido no subúrbio carioca, Guinga é adorado pelos músicos e pouco conhecido do público em geral. Transita livremente pelo choro, baião, samba, valsa, fox, tango, frevo, blues, rumba, jazz e tudo mais. Traz dados biográficos e psicológicos de Guinga, fazendo uma panorâmica de um dos gênios da Música Popular Brasileira.

HEITOR VILLA-LOBOS - O CAMINHO SINUOSO DA PREDESTINAÇÃO, de Paulo Renato Guerios. Rio de Janeiro, Ed. FGV, 2003.   265p.    ISBN 85-22504-29-6
Uma extensa pesquisa que percorreu outros caminhos da vida do mais famoso compositor erudito brasileiro. Para tal o autor percorreu o mundo social nos quais Villa-Lobos participou, em diferentes momentos de sua existência.

HISTÓRIA SOCIAL DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA, de José Ramos Tinhorão. São Paulo, Ed. 34, 1998. 368p.
O mais completo livro do pesquisador José Ramos Tinhorão que apresenta a história dos ritmos e estilos populares brasileiros em trabalho fartamente documentado.

JACKSON DO PANDEIRO: O REI DO RITMO, de Fernando Moura e Antonio Vicente. São Paulo, Ed. 34, 2001. 416p. ilust.
ISBN 85-73262-21-4
Conta a trajetória de um menino pobre a analfabeto, que emerge da miséria quase absoluta no começo da vida para um posto no topo da cultura brasileira e também traz o levantamento das 415 gravações realizadas pelo mesmo.

JOVEM GUARDA: CRONISTAS SENTIMENTAIS DA JUVENTUDE, de Ana Bárbara A Pederiva, Rio de Janeiro, Nacional, 2001. 174p.
Obra que resgata a história da mais popular manifestação artística da década de 60 - o movimento musical-cultural Jovem Guarda. A autora foca sua análise nas relações geracionais e de gênero, nos perfis masculinos e femininos, seus estilos de vida e experiências. Traz depoimentos de vários participantes da Jovem Guarda e da MPB em geral.

JOVEM GUARDA EM RITMO DE AVENTURA, por Marcelo Fróes. São Paulo, Ed.34, 2000. 290p.
Conta a história da turma de jovens que se dedicou ao rock brasileiro, também chamado iê-iê-iê, desde suas origens, nos meados dos anos 50, até o auge, na metade da década seguinte. Novos revelados para sempre, como Roberto Carlos, Wanderléia, Erasmo Carlos e outros nem tanto, que integraram esse movimento musical jovem nos nossos "anos dourados".

O JOVEM NOEL ROSA, de Guca Domenico.  Rio de Janeiro, Nova Alexandria, 2003.  160p. ilust. ISBN 85-74920-91-6
O autor, compositor, cantor e fundador do Grupo Musical Língua de Trapo, faz sua estréia  romanceando a juventude do compositor Noel Rosa, um dos mais importantes da música popular brasileira. O livro traz caricaturas da época, fotos e letras cifradas dos 10 maiores sucessos de Noel, que viveu no bairro da Lapa, na cidade do Rio de Janeiro, no início do século.

LENIZA E ELIS: DUAS CANTORAS - DOIS INTÉRPRETES, de Ariovaldo José Vidal e Joaquim Alves de Aguiar. São Paulo, Ateliê, 2002. 170p. ISBN 85-74800-92-9
A primeira cantora, Leniza Maier, fez sucesso nos anos 20 e Elis nos anos 60. Leniza foi personagem de ficção criada pelo escritor Marques Rebelo em seu romance "A estrela sobe", publicado em 1939. Os autores acompanham a trajetória das duas, identificando os traços de obstinação que mantém suas respectivas personagens numa espécie de "progresso a qualquer custo". E em meio a trajetória das estrelas que sobem, os autores encontram um Brasil onde a mulher tenta se desembaraçar dos afazeres domésticos para fazer deste um país de primeiro mundo.

A LINGUAGEM HARMÔNICA DA BOSSA NOVA, de José Estevan Gava.  São Paulo, Ed. UNESP, 2002.  250p. Ilust.  ISBN 85-71393-98-2
O autor analisa o percurso da bossa Nova e o momento histórico em que ela está inserida. Observa, também, as relações entre as composições do estilo e outros gêneros musicais. São aqui estudadas 10 composições, do período de 1958 a 1962, como “Chega de Saudade” e mais 10 criações da Velha Guarda, dos anos 30.

O LIVRO DE OURO DA MPB, de Ricardo Cravo Albin.  São Paulo, Ediouro, 2003.  456p. ISBN 85-00013-46-X
Oferece um roteiro panorâmico e cronológico da Música Popular Brasileira, impregnado de muita paixão.

LUIZ GONZAGA: A SÍNTESE POÉTICA E MUSICAL DO SERTÃO, de Elba Braga Ramalho. São Paulo, Terceira Margem, 2000. 200p. ilust. fotos, partituras, tab. Bibliogr. ISBN 85-87769-15-4
Originalmente tese de Doutorado na Liverpool University, "disseca" a trajetória do mais legítimo músico nordestino. Farta bibliografia traz as melhores letras do repertório do "Lua", como era conhecido o Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Ricamente ilustrado.

LUIZ GONZAGA, O MATUTO QUE CONQUISTOU O MUNDO, de Gildson Oliveira.  Letraviva Ed., 2002.  324p.  ISBN 85-87374-17-6
Retrata a história de Luiz Gonzaga, o famoso músico nordestino brasileiro, com muitos detalhes. Permite entender e valorizar a importância dele na cultura regional e brasileira.

MÁRIO REIS, O FINO DO SAMBA, de Luís Antonio Giron. São Paulo, Ed. 34, 2001. 316p. ilust.
Essa biografia lança luzes sobre um dos nomes mais importantes da nossa Música Popular Brasileira (MPB) - Mário Reis. Sambista e compositor de vários sucessos, inclusive carnavalescos, da primeira metade do século 20, o livro a ele dedicado tem capítulos cheios de detalhes reveladores sobre sua vida social de classe alta, a família, a carreira, as despedidas, etc, contando a trajetória do grande artista que mudou o curso da interpretação da MPB e antecipou a revolução de João Gilberto.

MEMÓRIAS DO "SEU NENÊ" DA VILA MATILDE, org. de Ana Braia. São Paulo, Lemos Ed., 2000. 136p. (Não tem ISBN)
Longa entrevista que durou 3 meses, na quadra da escola de samba ou em sua casa, onde "Seu Nenê" foi desvendando um pouco da história do samba e do carnaval de São Paulo, bem como da escola de samba que ele fundou e que leva o seu nome. Verdadeiro documento para a história cultural da cidade de São Paulo.

METRÓPOLE EM SINTONIA: HISTÓRIA, CULTURA E MÚSICA POPULAR NA SÃO PAULO DOS ANOS 30, de José Geraldo Vinci de Moraes. São Paulo, Estação Liberdade, 2000. 366p.
Doutor em história social pela Universidade de São Paulo e professor de universidades paulistas. O autor procura mostrar o valor da música popular urbana como documento para recompor a atmosfera cultural na cidade de São Paulo nos anos 30, que crescia de modo desordenado e pouco funcional.

MEUS CHORINHOS – MÚSICAS PARA VIOLÃO-SOLO COM CIFRAS, de Gastão Weyne. Rio de Janeiro; Irmãos Vitale, 2003. 50p.  Acompanha CD.   ISBN 85-74071-61-7
O autor traz 19 obras cifradas para violão solo, homenagem a vários compositores de chorinho, como Izaias do bandolim, Ventura Ramirez, etc. Acompanha um CD.

O MISTÉRIO DO SAMBA, de Hermano Vianna. 4.ed. Rio de Janeiro, Jorge Zahar/Ed. UFRJ, 2003.  200p. ISBN 85-71103-21-6
Mostra como o samba, música de morro discriminada pelo resto da população e reprimida pela polícia, transformou-se em símbolo da identidade nacional brasileira.

A MODA É VIOLA: ENSAIO DO CANTAR CAIPIRA, por Romildo Sant'Anna. São Paulo, Arte & Ciência: Marília (SP), Ed. da UNIMAR, 2000. 398p.
Enfoca desde as origens da "moda caipira" (música do interior brasileiro) à difusão do romanceiro tradicional ibérico pelos jesuítas portugueses, com traços dos escravos africanos e indígenas brasileiros e suas mudanças atuais, com os reflexos da globalização da economia.

A MÚSICA BRASILEIRA DESTE SÉCULO POR SEUS AUTORES E INTÉRPRETES, por J.C. Botezelli, (Pelão) e Arley Pereira. São Paulo, SESC, 2000. 2 vol. (224 e 256p.)
Publicada em parceria entre o Serviço Social do Comércio e a Fundação Padre Anchieta (SP) é parte do projeto que visa perpetuar um dos trabalhos mais importante da música popular brasileira. De Adoniran Barbosa a Zé Kéti.Opcional: cada volume vem acompanhado de uma caixa com os CDs dos compositores (12 na primeira caixa e 13 na segunda).

A MÚSICA BRASILEIRA DESTE SÉCULO POR SEUS AUTORES E INTÉRPRETES, volume 3, de J.C. Botezelli (Pelão) e Arley Pereira. São Paulo SESC, 2000.
Acompanhado de 13 CDs em caixa. Inestimável trabalho de preservação da memória da Música Popular Brasileira (MPB) é, certamente, o seu mais rico banco de dados. Esse volume 3 consta de livro e caixa com 13 CDs, cada um dedicado a um artista ou grupo musical. O livro traz as letras das músicas, datas das gravações, depoimentos, biografia do artista em foco e outras preciosidades.

A MÚSICA CLÁSSICA BRASILEIRA, de Vasco Mariz.  São Paulo, Ed. Andréa Jakobson, 2002. 192p. ilust. encadernado com sobrecapa  24x29cm.  ISBN 85-88742-05-5
O universo da música clássica no Brasil é muito mais amplo do que se imagina. Desde as notáveis atividades desenvolvidas no período colonial até os movimentos de vanguarda atual, essa música vem se firmando como uma das mais importantes expressões culturais do país. Esse livro reúne textos, imagens e sons para dar a conhecer essa importante fatia da música brasileira.

A MÚSICA DE GUINGA, por Paulo Aragão e Carlos Chaves.  Rio de Janeiro, Gryphus, 2003. 183p. ilust. bilíngüe.   ISBN 85-75100-51-3
Em edição bilíngüe português/inglês, traz 51 canções partituradas e cifradas, contendo também texto biográfico, assinados por Sérgio Cabral , além de fonografia completa. Guinga tem cerca de 300 composições  e sua música tem cada vez mais aceitação na Europa, USA e Japão.

MÚSICA DO BRASIL, de Hermano Vianna e fotos de Ernesto Baldan. São Paulo, Abril, 2000. 224p. ilust.
Equipe com antropólogo e fotógrafo percorreu 82 municípios brasileiros, num total de 80.000 quilômetros, gravando, filmando e fotografando, para produzir um importante registro da cultura musical. Fartamente Ilustrado com fotos.
Opcional (vendido separadamente): caixa com 4 CDs e livreto.
i)Música dos homens, das mulheres e das umbigadas;
ii) Música dos mares e da terra;
iii) Música dos santos;
iv) Música das coisas, dos bichos e dos vegetais;
v) livreto de 48p. com informações sobre cada música.

MÚSICA POPULAR BRASILEIRA HOJE, org. de Arthur Nestrovski.  São Paulo, PubliFolha, 2002.  320p. (Coleção Folha Explica).  ISBN 85-74024-05-8
Traz 99 ensaios sobre 99 representantes da Música Popular Brasileira contemporânea. Foram convidados autores ilustres das mais diferentes áreas de atuação para falar dos nossos mais afamados músicos. Im-per-dí-vel !!!

MÚSICA VIVA E H. J. KOELLREUTTER, de Carlos Kater. São Paulo, Musa/Atravez, 2001. 372p.
História do movimento "Música Viva" e do introdutor do atonalismo e do dodecafonismo no Brasil, Hans Joachim Koellreutter.

NARA LEÃO - UMA BIOGRAFIA, de Sérgio Cabral. Rio de Janeiro, Lumiar, 2001. 298p.
A musa da bossa nova tem agora livro onde se revela o mito. Para alguns bossa-novistas, ela era a "música da bossa nova", pela sua encantadora musicalidade. Para outros era a "muda da bossa nova", porque nunca gravava discos. E com serenidade e firmeza enfrentou a ditadura militar que a ameaçava de prisão e exilou-se na França.

NEY MATOGROSSO: OUSAR SER, de Luiz Fernando Borges da Fonseca.  São Paulo, IMESP/SESC/Ed. UnB, 2002.  278p. ilust. fotos  ISBN 85-80600-29-1
O autor acompanhou Ney Matogrosso, famoso cantor e intérprete de música popular brasileira, em diversas etapas de sua carreira. Acompanha CD com 12 músicas de autoria de Cartola.

NO SÉCULO 21 – NA PISTA DO FORRÓ, com a Banda de Pífanos de Caruaru.  Trama, # 130239   CD
Depois de 17 anos sem gravar, a tradicionalíssima banda nordestina, de Pernambuco, gravou um CD em 2000 e agora vem com o ritmo que sempre tocou e que está na moda no Brasil e no exterior – o forró, do sertão nordestino.

NOITES TROPICAIS: SOLOS, IMPROVISOS E MEMÓRIA MUSICAL, de Nelson Mota. Rio de Janeiro, Objetiva, 2000. 461p. ilust.
Crítico e produtor musical faz uma crônica bem humorada dos últimos 40 anos da música popular brasileira. Passa em revista todos os gêneros musicais populares, situando-os no contexto do momento: bossa-nova, jovem guarda, tropicalismo, rock, sambão, etc. Ilustrados com fotos de nossos mais famosos artistas dessa fase.

A ONDA QUE SE ERGUEU NO MAR: NOVOS MERGULHOS NA BOSSA NOVA, de Ruy Castro. São Paulo, Companhia das Letras, 2001. 301p. ilust. fotos. ISBN 85-35901-89-2
Conta das andanças de Tom Jobim pelo mundo, o longo verão que Brigitte Bardot passou em Búzios na década de 60 e muitas outras histórias da música que, depois de dada como morta, voltou para conquistar espaço junto a toda uma nova geração.

OUTRAS CONVERSAS SOBRE OS JEITOS DO BRASIL - O NACIONALISMO NA MÚSICA POPULAR, de Astréia Soares. São Paulo, Annablume, 2002. 174p. ISBN 85-74192-61-9
Estudo sobre as imagens do Brasil que aparecem na MPB, mostrando que as canções que falam da nação são importantes na definição da nossa identidade. "Aquarela do Brasil", conhecida no exterior como "Brazil", foi transformada em símbolo nacional. Compositores como Assis Valente, Chico Buarque, Caetano Veloso, João Bosco, Gilberto Gil, etc. dão pistas para a interpretação da trilha sonora do Brasil.

PAULINHO DA VIOLA, de João Máximo.  Rio de Janeiro, Relume-Dumará, 2002.  132p.  (Coleção Perfis do Rio). ISBN 85-73163-11-9
Perfil musical em forma de viagem pelos dois mais importantes e representativos ritmos da música popular brasileira – o samba e o choro – tendo Paulinho da Viola como guia.

PISA NA FULÔ MAS NÃO MALTRATA O CARCARÀ: VIDA E OBRA DE JOÃO DO VALE, O POETA DO POVO, de Mário Paschoal. Rio de Janeiro, Lumiar, 2000. 295 p. ilust.
Célebre autor da música Carcará (Pega! Mata! E come!) grito de guerra no início da ditadura militar que incendiava o país em 1964, contava do carcará, pássaro malvado que sobrevive à seca do Nordeste representava o poder, o capitalismo. O livro contém mais de 40 fotos, cópias de contratos, partituras musicais, discografia, musicografia (mais de 200 títulos) e depoimentos de gente diversa do meio artístico e intelectual.

PREPARE SEU CORAÇÃO – A HISTÓRIA DOS GRANDES FESTIVAIS, de Solano Ribeiro.  São Paulo, Geração, 2003.  256p. ilust. Acompanha um CD áudio.  ISBN 85-75090-56-9
O autor foi o criador, nos anos 60, dos concursos de Musica Popular Brasileira e da própria sigla MPB. Trata do surgimento, apogeu e declínio dos festivais de música brasileira, além de revelar segredos dos bastidores, já que o país vivia no duro regime ditatorial militar. Revelaram talentos que até hoje fazem sucesso, como Chico Buarque, Edu Lobo, Caetano Veloso, Elis Regina, Gilberto Gil entre outros.  Acompanha um CD áudio com algumas das músicas que neles surgiram.

QUE TCHAN É ESSE, de Mônica Leme Neves.  São Paulo, Annablume, 2003.  152p.  ISBN 85-74193-57-7
No início dos anos 90 o grupo de pagode Gera Samba invadiu as telas das TVs com dançarinos requebrando e um som que evocava o samba-de-roda baiano. O sucesso vertiginoso e a coreografia sensual, somados às letras maliciosas e requebros licenciosos que lembravam o lundu, levou suas músicas ao topo das paradas de sucesso. Mas aconteceu o esgotamento da fórmula em poucos anos. Aqui vai pesquisado tudo sobre esse grupo.

RENATO RUSSO: O TROVADOR SOLITÁRIO, por Arthur Dapieve. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 2000. 180p.
Biografia de Renato Manfredini Junior, o vocalista da grupo de rock Legião Urbana, falecido de AIDS em 1996. O Legião é um dos mais famosos grupos musicais brasileiros.

A REVOLTA DO BOÊMIO - A VIDA DE NELSON GONÇALVES, de Marco Aurélio Barroso. Rio de Janeiro, Editora do Autor, 2001. 384p. ilust. ISBN 85-90221-81-4
Premiado pela Biblioteca Nacional/2000, pela excelência da pesquisa que durou 4 anos, o autor dedicou-se a desvendar a vida de um dos maiores ídolos da Música Popular Brasileira, o controvertido cantor Nelson Gonçalves, que tem 869 músicas gravadas, de 1941 a 1998, quando faleceu. Conta aqui as fabulosas histórias sobre o mito, com mentidos e desmentidos. Grande contribuição à história da nossa MPB e aos costumes e história da época.

ROBERTO MENESCAL, pelo Departamento de Pesquisa da Universidade Estácio de Sá, org. Luiz Carlos Lisboa. Rio de Janeiro, Ed. Rio, 2003. 112 p. ilust.  ISBN 85-75790-14-5
Menescal faz parte da turma da Bossa Nova, que revolucionou a música brasileira e teve como seus grandes mestres Tom Jobim e João Gilberto e com eles apresentou-se no grande concerto do Carnegie Hall, New York, em 1962.É autor de várias músicas, dentre elas O Barquinho, sua canção mais conhecida. Foi também produtor musical de vários ídolos da MPB, como Caetano Veloso, Gal Costa, Elis Regina, Gilberto Gil, Chico Buarque, etc.

ROCK BRASIL – UM GIRO PELOS ÚLTIMOS 20 ANOS DO ROCK VERDE E AMARELO, de Carlos Alves Junior e Roberto Maia.  Esfera, 2003.  212p. ilust. ISBN 85-87293-30-3
Tem como objetivo resgatar a história da produção brasileira do rock, pela importância crescente que ela vem adquirindo no cenário nacional.

ROGÉRIO DUPRAT – SONORIDADES MÚLTIPLAS, de Regiane Gaúna.  São Paulo, Ed. UNESP, 2003.  218p. ilust. Inclui CD.  ISBN 85-71394-37-7
Apresenta um perfil biográfico e artístico do compositor e arranjador Rogério Duprat, enfatizando a sua relação com a Música Nova – movimento de vanguarda dentro da música erudita – e a Tropicália, um marco da renovação da MPB, ambos nos anos 60.  Inclui CD.

OS ROLLING STONES NO BRASIL; DA DESCOBERTA À CONQUISTA, de Nélio Rodrigues. Rio de Janeiro, Ampersand, 2001. 292p.
Relembra os episódios mais saborosos do relacionamento curioso entre a banda de rock britânica e o Brasil, em suas várias vindas para cá.

SALGUEIRO – 50 ANOS DE GLÓRIA, de Haroldo Costa.  Rio de Janeiro, Record, 2003.  336p. ISBN 85-01066-28-1
História das cinco décadas de existência da tradicional Escola de Samba carioca, com letras e partituras dos samba-enredos de todos os carnavais, fotos e textos, em comemoração aos 50 anos de mais das mais tradicionais e originais agremiações carnavalescas do Rio de Janeiro.

O SAMBA CONQUISTA PASSAGEM: AS ESTRATÉGIAS E A AÇÃO EDUCATIVA DAS ESCOLAS DE SAMBA, de Cristina Tramonte. Petrópolis, Vozes, 2001. 176p. ISBN 85-32625-13-4
Enfatiza o quanto o carnaval e em especial as Escolas de Samba são tentativas de resistência cultural, inserção social e afirmação de "negritude", em pesquisa sobre o seu potencial de criatividade e afirmação para a cultura brasileira.

SAMBEABÁ: O SAMBA QUE NÃO SE APRENDE NA ESCOLA, de Nei Lopes.  Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2003.  208p. ilust.   ISBN 85-87220-65-9
O autor, compositor e estudioso da cultura afro-brasileira, um homem do samba e de escola de samba e também cantor e enciclopedista, examina o contexto histórico e refaz um registro apaixonado de quem respira samba 24 horas por dia, contando desde suas origens, falando do batuque africano, samba amarrado, samba duro, samba de roda, samba de lenço, samba de breque, etc.  Tudo sobre o samba.

SONGBOOK FRANCIS HIME, de Almir Chediak. Rio de Janeiro, Lumiar, 2001. 324p. ilust. ISBN 85-85426-77-2
Apresenta a obra de Francis Hime, um dos compositores mais importantes da música popular brasileira. O livro traz melodias, letras, cifras e representação gráfica dos acordes para violão e guitarra, além de partituras para piano escritas pelo compositor.

OS SONS DO ROSÁRIO – O CONGADO MINEIRO DOS ARTUROS E JATOBÁ, de Glaura Lucas. Belo Horizonte, MG, Ed. UFMG, 2002.  360p.  (Coleção Humanitas).
Vencedora do Premio Silvio Romero de 1999, esta obra traz uma análise do Congado das Irmandades de Contagem (Arturos), e do Jatobá (MG), a partir de sua paisagem sonora e musical, com ênfase dos instrumentos sagrados, por ser essa a referência musical que mais identifica cada grupo – Congo, Moçambique e Candombe.

TOCADORES – HOMEM, TERRA, MÚSICA e CORDAS, de Lia Marchi, Juliana Saenger, Roberto Corrêa e fotos de Zig Koch. Olaria Projeto e Artes e Educação, 2002.   ISBN 85-89124-01-0
Pesquisadora do Pará – Lia Marchi e colaboradores, defendem que o violeiro concentra em si a mais autêntica alma brasileira – a religiosidade popular, a tradição, as músicas regionais, os instrumentos populares do Brasil, os versos, etc.

A TRAMA DOS TAMBORES: A MÚSICA AFRO-BRASILEIRA DE SALVADOR, por Goli Guerreiro. São Paulo, Ed. 34, 2000. 320p. ilust.
Explicação para a força da música produzida na Bahia, tornando-a independente do que se produz no eixo Rio-São Paulo. Inclui discografia e bibliografia.

TROPICALISMO, DECADÊNCIA BONITA DO SAMBA, por Pedro Alexandre Sanchez. São Paulo, Boitempo, 2000. 360p. ilust.
Influenciada pelo cinema novo, a Tropicália inaugura, em 1967-68, a era pós-moderna no Brasil. A obra vai até a agitação cultural do final dos anos 60, pela contracorrente da história, lançando luzes e cores para melhor compreensão daquele momento.

A VIDA ATÉ PARECE UMA FESTA – TITÃS, de Herica Marmo.  Rio de Janeiro, Record, 2002.  350p. ilust.  ISBN 85-01065-86-2
Biografia completa dos Titãs, um dos mais conhecidos grupos de rock brasileiro, ao completarem 20 anos de carreira. Sua história desde o princípio, sem esquecer dos fatos polêmicos e emocionantes. Uma verdadeira história do rock brasileiro nas décadas de 80e 90.

VILLA-LOBOS: UMA VIDA DE PAIXÃO, de Zelito Viana e Joaquim Assis. Rio de Janeiro, Revan, 2001. 184p. ISBN 85-71062-01-3
A história do grande compositor brasileiro é narrada aqui em um relato solto, assentada em longa pesquisa sobre o trabalho do genial músico que manteve-se fiel às suas raízes e produziu uma obra que é sempre o retrato de sua paixão pelo Brasil.

VINICIUS DE MORAES. Universal Music, 2001. (Não tem ISBN)
Caixa com 27 CDs com centenas de gravações famosas como as músicas de "Orfeu da Conceição", de Vinicius / Caymmi e Quarteto em Cy; os "Afro-sambas", de Baden Powell & Vinicius; "Garota de Ipanema"; as inúmeras composições de Vinicius & Toquinho e muitas, muitas outras famosas.
Im-per-dí-veeel !!!
Acompanha: COMO DIZIA O POETA: VINICIUS DE MORAES, LETRAS, TEXTOS E FOTOS. 176p. ilust. fotos. 13x13cm. Livreto com o histórico de sua vida, antologia musical, documentos, muitas fotos e todas as letras de suas músicas. Lin-di-nhooo !!!

VINICIUS DE MORAES: O POETA NÃO TEM FIM, de Adrian Almeida.  São Paulo, Vergara & Riba, 2002.  102p. ilust.    ISBN 85-87213-37-7
Livro que celebra de maneira especial a obra de Vinicius de Moraes. Magníficas pinturas e fotografias dão uma moldura especial a suas palavras.

VOU TE CONTAR - HISTÓRIAS DA MÚSICA POPULAR BRASILEIRA, de Valter Silva. São Paulo, Codex., 2002. 304p. ISBN 85-88953-05-6
O autor, conhecido radialista e também produtor e crítico cultural, traz à tona sua militância na imprensa, quando participou ativamente da agitada vida cultural de São Paulo. Foi o grande incentivador da Bossa Nova e lançou cantores famosos como Elis Regina e Jair Rodrigues. Conta do começo da carreira de Chico Buarque e "causos" de João Gilberto.

VOZES DO BRASIL, de Patrícia Palumbo. São Paulo, DBA, 2002. 204p. ilust. ISBN 85-72342-11-7
Traz entrevistas longas, detalhadas, objetivas e sempre inteligentes de artistas brasileiros, entre eles Cássia Eller (recentemente falecida), Chico César, Ed Motta, Luís Melodia, Zeca Baleiro, Zélia Duncan, etc.

ZÉ KETI: O SAMBA SEM SENHOR, por Nei Lopes. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 2000. (Série Perfis do Rio). 144p.
O autor cresceu ouvindo musicas brasileiras em reuniões que se estendiam pela madrugada na casa de seu avô. Mais tarde, se revelou compositor de famosas composições e também revelou grandes talentos da Musica Popular Brasileira, como Maria Bethânia e Paulinho da Viola.


Arte Brasileira | Ditadura Militar | Excluídos Sociais | Imigrantes | Índios
Judeus | Mulheres | Música Brasileira | Negros
Religiões | Sexualidade | Início