
(fotografia, cinema, pintura, teatro, dança)
100 ANOS DE TEATRO EM SÃO PAULO (1875-1974) de Sábato Magaldi e Maria Thereza Vargas. São Paulo, SENAC, 2001.
438p. ilust.
Livro com vocação para tornar-se leitura de referência obrigatória
no assunto teatro paulistano e precioso documento sobre a atividade teatral
e produção cultural brasileira, mostrando a importante contribuição
estrangeira às nossas artes cênicas. Fartamente ilustrado.
ABRIL DESPEDAÇADO - O FILME, de Anna
Luiza Muller e Pedro Butcher. São Paulo, Companhia das Letras, 2002.
240p.
ISBN 85-35902-14-7
A história desse filme, de autoria de Ismail Kadaré, se passa
na Albânia, mas o cineasta brasileiro Walter Salles a transpôs para
o sertão brasileiro do começo do século passado, quando
o jovem Tonho se vê preso à cruel engrenagem de uma guerra de famílias.
O ALEIJADINHO E SUA OFICINA – CATÁLOGO DE ESCULTURAS DEVOCIONAIS, de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira, Olinto Rodrigues dos Santos Filho e Antonio Fernando Batista dos Santos. São Paulo, Capivara, 2003. 236p., ilust. fotos, 23x31cm. Encadernado com sobrecapa. ISBN 85-89063-07-0
Os textos do livro propõem, pela primeira vez, uma periodização do trabalho do mestre Antonio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, ao longo dos seus quase 50 anos de atividade, bem como um levantamento exaustivo das suas obras devocionais saídas indiscutivelmente de suas oficinas, segundo um consenso de destacados especialistas do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
ALFABETO LITERÁRIO, de Cássio Loredano. São Paulo, Capivara, 2001. 260p. ilust. cores. Encadernado. ISBN 85-89063-06-2
Notável caricaturista brasileiro, com trabalhos publicados em jornais espanhóis, italianos, franceses e brasileiros traz aqui cerca de 300 caricaturas de escritores e pensadores brasileiros e internacionais. De Machado de Assis a Camões, de Monteiro Lobato a Shakespeare, de Kafka a Vinicius de Moraes, de García Márquez a Drummond, etc. Em verdadeiras traduções do espírito da obra desses escritores, seus desenhos trazem à lembrança alguns momentos célebres da literatura brasileira e mundial, como a Semana de Arte Moderna.
ANTÔNIO PARREIRAS: NOTAS E CRÍTICAS,
DISCURSOS E CONTOS; coletâneas de textos de um pintor paisagista,
de Valéria Salgado. Niterói, Ed. da UFF, 2000. 326p. ilust. ISBN
85-22803-03-X
Leva ao público um conjunto de manuscritos do pintor paisagista Antônio
Parreiras, como um importante documento para a pesquisa histórica e cultural
do Brasil de seu tempo (1860-1937).
APRESENTAÇÃO DO TEATRO BRASILEIRO
MODERNO, de Décio de Almeida Prado. São Paulo, Perspectiva,
2001. 382p.
ISBN 85-27302-65-9
Reedição do livro com textos de crítica teatral, escritos
por um dos maiores estudiosos da arte cênica no Brasil, permite acompanhar
o processo de renovação de nosso teatro em meados do século
20.
ARTE E ARTISTAS, org. por Talubana Rocha.
Rio de Janeiro, Restaurador, 2000. 142p. ilust.
Anuário que traz ao publico o trabalho de 141 pintores brasileiros.
ARTE E ARTISTAS PLÁSTICOS NO BRASIL,
org. por Ronaldo Graça Couto. São Paulo, Metalivros, 2000. 227p.
ilust.
Um painel das artes plásticas contemporâneas no Brasil, a partir
de uma apresentação da obra de 100 artistas da atualidade.
A ARTE CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA, org.
de Ricardo Basbaum. Rio de Janeiro, Contra Capa, 2001. 446p.
Coletânea de textos críticos sobre arte contemporânea, com
39 artigos que não tem a pretensão de esgotar o tema.
A ARTE DO ARTESANATO BRASILEIRO. São
Paulo, Talento, 2002. 180p. ilust. cores papel couché 29x32cm. ISBN 85-85062-35-5
Lançado no Programa do Artesanato Brasileiro do Ministério do
Desenvolvimento. Traz os textos explicativos e ilustração por
estados. Fartamente ilustrado. LINDO!!!
ARTE FUNERÁRIA NO BRASIL (1890-1930) -
OFÍCIO DE MARMORISTAS ITALIANOS EM RIBEIRÃO PRETO, de Maria
Elizia Borges. Ribeirão Preto, SP, C/Arte, 2002. 312p. ilust. ISBN 85-87073-41-9
Resultado de tese de Doutoramento em História, a vasta pesquisa investiga
a inauguração do cemitério no Brasil e a atuação
dos marmoristas italianos na rica e próspera região cafeicultora
de Ribeirão Preto, bem como faz uma síntese do desenvolvimento
urbano e econômico da cidade.
ARTE INTERNACIONAL BRASILEIRA, de Tadeu Chiarelli. São Paulo, Lemos, 1999. 311p. ilust.
ISBN 85-74500-06-2
Coletânea de textos sobre arte brasileira, publicada anteriormente em catálogos, revistas e jornais no Brasil e no exterior, onde o autor discute a produção de alguns dos principais artistas do período modernista, como Cândido Portinari e Anita Malfati e também de artistas contemporâneos, como Waltércio Caldas, Jac Leirner e outros.
ARTE LATINA, org. por Heloisa Buarque de
Hollanda e Beatriz Rezende. Rio de Janeiro, Aeroplano, 2001. 266p.
Ensaios abordam a cultura na América Latina, como a do espanhol Jesús
Martin-Barbero.
ARTE NO BRASIL COLONIAL, por Antonio Luis
d'Araújo. Rio de Janeiro, Revan, 2000. 272p. ilust. fotos a cores e p/b
Resultado de longa e ampla pesquisa bibliográfica e documental no Brasil
e exterior, abrangendo as atividades ocorridas no período colonial, entre
1530 - início efetivo da exploração do território
brasileiro - e 1822, ano da Independência política. História
e transformação pelas quais passou a arte brasileira.
ARTE SACRA COLONIAL: BARROCO, MEMÓRIA
VIVA, org. de Percival Tirapeli. São Paulo, Ed. da UNESP/Imprensa
Oficial do Estado, 2001. 290p. 26x27cm. Ilust. ISBN 85-71393-66-4
Fruto das atividades do Movimento Barroco Memória Viva, da Universidade
Estadual Paulista (UNESP), o livro é uma verdadeira viagem através
do gosto visual e estético que animou a época colonial brasileira,
numa representação do pensamento e da orientação
da Igreja nos séculos 17 e 18.
ARTHUR LUIZ PIZA, de Christine Frerót e Michael Nuridsany. São Paulo, Cosac & Naify, 2003. 360p. ilust. ISBN 85-75031-70-8
Os críticos franceses Frerót e Nuridsany analisam a obra de um dos maiores artistas brasileiros vivos. Reúne no livro 160 imagens de gravuras, colagens, relevos, objetos e aquarelas, traçando o percurso visual que vai desde meados da década de 50 até as criações recentes. Também traz cronologia, escrita pelo crítico brasileiro Tiago Mesquita, que repassa a vida do artista de 1928 a 2002.
OS ARTISTAS DUTRA: OITO GERAÇÕES,
de Augusto Carlos Ferreira Velloso. São Paulo, Sociarte/Imprensa Oficial
do Estado, 2000. 152p. ilust. ISBN 85-72340-81-5
Oito gerações de artistas de artesãos de uma só
família, os Dutra, cujo pai, Thomas da Silva Dutra, nasceu em 1775 na
vila de Lorena, vale do Paraíba, estado de São Paulo. Os descendentes
se dividiram pelas cidades de Itu, Piracicaba e Indaiatuba. Livro ricamente
ilustrado com desenhos, pinturas, jóias e objetos por eles criados e
muitos documentos de época.
A AVENTURA DO CINEMA GAÚCHO, de Luiz
Carlos Merten. São Leopoldo, RS, Ed. UNISINOS, 2002. 112p. ISBN 85-74311-01-4
O cinema gaúcho, hoje vivendo dias de fluorescência, é responsável,
desde os anos 70, por uma geração de diretores, roteiristas e
montadores que moldaram sua cultura cinematográfica garantindo projeção
nacional e até internacional. Traz desde filmes alienantes, que lideraram
as bilheterias com produtos de gosto duvidoso, até clássicos que
contestaram valores e ainda os que ganharam prêmios internacionais.
O AZULEJO NA ARQUITETURA CIVIL DE PERNAMBUCO – SÉCULO XIX, de Sylvia de Holanda Cavalcanti e Antônio de Menezes e Cruz. São Paulo, Metalivros, 2002. 195p. ilust.
ISBN 85-85371-40-4
Em edição bilíngüe português/inglês, traz fotos de Tuca Reines, onde combina imagens e análises de padrões e tipos de azulejos, em geral portugueses e franceses, que resistiram ao tempo e ao descuido com o patrimônio em 11 cidades do estado de Pernambuco. Textos dos autores.
BASTIDORES, de Simon Khoury. Rio de Janeiro,
Letras & Expressões/Montenegro e Raman, 2001. 544p.
Reunião de entrevistas com consagrados artistas de teatro e TV, como
Paulo Autran, Eva Todor, Milton Moraes e Vanda Lacerda.
BIENAL 50 ANOS, de vários autores. São Paulo, Fundação Bienal São Paulo , 2002. 352p. ilust. encadernado com sobrecapa
Em edição bilíngüe português/inglês, o livro marca os 50 anos de atividades da Bienal, em suas 24 edições, que contou com a participação de 148 países, 10.600 artistas e cerca de 56.400 obras, num espaço onde conviveram as artes plásticas, artes cênicas, design, música, cinema, arquitetura e muitas outras formas de expressão artística.
O BONDE E A LINHA – UM PERFIL DE J. CARLOS, de Cássio Loredano. São Paulo, Capivara, 2003. 94p. ISBN 85-89063-10-0
Caricaturista lança livro sobre fundador da arte da charge no Brasil, na primeira metade do século 20, J. Carlos (1884-1950), que retratou um Rio de Janeiro e seus personagens, ambos imortais.
BRASIL ILUMINADO/ENLIGHTENED BRASIL, por
Araquém Alcântara. textos de Otávio Rodrigues e Walter Firmo.
São Paulo, DBA Artes Gráficas, 2000. 200p. ilust.
Considerado pelos críticos como o mais importante fotógrafo da
natureza brasileira, o autor explora a natureza do país, fauna, flora,
paisagens, pessoas, através de suas lentes. Novo e sensível retrato
do Brasil em 80 fotos, com textos bilíngües português-inglês.
BRASIL & ITÁLIA – VANGUARDAS, org. por Lúcia Wataghin. São Paulo, Ateliê, 2003. 310 p. ilust. ISBN 85-74801-57-7
Reúne, em 21 capítulos, os textos apresentados em seminário da Universidade de São Paulo sobre os 5 séculos de relações culturais entre os dois países no campo da literatura e das artes. Entre as abordagens figuram o Arcadismo Mineiro, a presença do Romantismo Italiano na literatura brasileira do século 19 e a influência de brasileiros nas artes italianas.
BRILHO DA SIMPLICIDADE: DOIS ESTUDOS SOBRE ARQUITETURA
RELIGIOSA NO BRASIL, de Glauco de Oliveira Campello. Rio de Janeiro, Casa
da Palavra, 2002. 160p. ISBN 85-87220-37-3
São desenvolvidos dois estudos relativos à arquitetura colonial
brasileira. No primeiro aborda as construções franciscanas do
Nordeste, entre os séculos XVII e XVIII. No segundo examina a arquitetura
jesuítica, considerando sua adaptação às condições
e às paisagens tropicais, sem renunciar à beleza e ao estudo que
lhe eram característicos.
BRUNO GIORGI, org. de Piedade Grinberg.
São Paulo, Metalivros/Metavideo, 2001. 144p. ilust. ISBN 85-85371-32-3
Um dos principais nomes da escultura brasileira, criador do monumento aos "Candangos",
de Brasília.
BURLE MARX, de Vera Beatriz Siqueira. São
Paulo, Cosac / Naify, 2001. 128p. (Série: Espaços da arte brasileira).
ISBN 85-75030-89-2
Traz inúmeras obras do nosso mais famoso paisagista brasileiro, como
Aterro do Flamengo, Paisagens Transversas, Parque Brigadeiro Eduardo Gomes,
etc.
CACILDA BECKER – A FÚRIA SANTA, de Luís André do Prado. São Paulo, Geração Editorial, 2002. 626p. ilust. fotos. ISBN 85-75090-66-6
Jornalista desvenda mistérios da vida da grande atriz de teatro Cacilda Becker, falecida de enfarte em pleno palco, aos 48 anos, quando encenava “Esperando Godot”, de Samuel Beckett. A artista viveu para o teatro e durante a ditadura militar participou do “teatro engajado”, que lutava contra as amarras à cultura. O autor colheu 250 depoimentos em 135 horas de gravação, inclusive de pessoas que estavam na platéia quando Cacilda sofreu o enfarte, seus colegas de trabalho, críticos teatrais, etc.
CASTRO MAYA COLECIONADOR DE DEBRET, de Julio Bandeira, Rafael Cardoso e Vera Beatriz Siqueira. São Paulo, Capivara, 2003. 264p. ilust. grav. cores capa dura com sobrecapa. ISBN 85-89063-11-9
Pela primeira vez a totalidade do conjunto de obras de Jean-Baptiste Debret que pertence à coleção Castro Maya, em exibição permanente em museus do Rio de Janeiro, é apresentada a cores num só volume. As 564 imagens dos desenhos, aquarelas e guaches do pintor francês, representam quase a totalidade de sua obra original. Imprescindível para ilustrar teses, livros, artigos e para a compreensão da vida no Brasil do século 19.
CATEDRAL DA SÉ – ARTE E ENGENHARIA, por vários autores. São Paulo, FormArte, 2002. 227p. ilust. fotos Não tem ISBN
Além da história da restauração da catedral paulistana, reinaugurada em 2002, tem fotos inéditas da longa construção, que atravessou 5 décadas do século passado.
CEMITÉRIOS DO RIO GRANDE DO SUL; ARTE,
SOCIEDADE, IDEOLOGIA, org. por Harry Rodrigues Bellomo. Porto Alegre, Ed.
da PUCRS, 2000. 281p. ilust.
No período colonial brasileiro os mortos eram enterrados no chão
da nave central das Igrejas. No Império passaram a enterrá-los
ao lado das Igrejas. Foi quando surgiram os túmulos, monumentos para
perpetuar a memória do morto e exibir a grandeza de seus descendentes,
transformando os cemitérios num verdadeiro museu a céu aberto.
O autor interpeta os símbolos cristãos maçônicos
e profissionais, análise do material empregado, avaliando o imaginário
de uma época, exemplo de pesquisa de arte.
CÍCERO DIAS - UMA VIDA PELA PINTURA, ed. por Valdir Simões de Assis Filho e Mário Hélio. Rio
de Janeiro, Ed. Simões de Assis, 2002. 352p. ilust. fotos, desenhos,
gravuras encadernado com sobrecapa. ISBN 85-85508-02-7
A melhor e mais completa obra já feita sobre o pintor, que completou
95 anos em fevereiro passado e a primeira que chega às livrarias, já
que as outras duas sobre sua vida e trajetória artística foram
dadas como brinde aos clientes das empresas que as patrocinaram. Neste ano,
em que são comemorados os 80 anos da Semana de Arte Moderna, o livro
sobre Cícero vem com textos em português/inglês e traz 220
reproduções de seus trabalhos. Traz também fotos dele ao
lado de outros famosos vanguardistas contemporâneos, tanto no Brasil como
em Paris, onde vive desde 1937, artistas e literatos como Di Cavalcanti, Pablo
Picasso, Lasar Segall, André Breton e Paul Éluard. Salienta os
trabalhos de cada período de sua vida artística, fruto de exaustiva
pesquisa em museus, fundações e entidades dentro e fora do Brasil.
CIDADE DE DEUS – O ROTEIRO DO FILME, de Anna Luiza Muller, Fernando Meirelles e Bráulio Mantovani. Rio de Janeiro, Objetiva, 2003. 216p. ilust. ISBN 85-73025-05-0
Além do roteiro do filme, inclui cenas que não entraram na edição final, narrando curiosidades de todas as etapas, como o recrutamento e o treinamento de pessoas de diversas comunidades que nele atuaram. Também mostra as mudanças ocorridas até encontrar o tom ideal de contar a história de 3 décadas, dos dramas pessoais e da violência gerados pelo tráfico de drogas na Cidade de Deus. Traz também análises críticas e depoimentos dos autores e equipe técnica, detalhes sobre a fotografia, iluminação e direção de arte.
CINEASTAS E IMAGENS DO POVO, de Jean-Claude Bernardet. Reedição. São Paulo, Companhia das Letras, 2003. 320p. ilust. ISBN 85-35904-02-6
A reedição desse clássico é oportuna para entender as tendências recentes do cinema brasileiro de hoje, onde o crítico, professor, escritor, roteirista e cineasta analisa os conflitos ideológicos e estéticos dos cineastas na sua relação com a imagem do povo. Aqui são estudados filmes como Viramundo, ABC da Greve, Opinião Pública, Aruanda, Os Subterrâneos do Futebol e outros.
O CINEMA BRASILEIRO MODERNO, de Ismail Xavier.
São Paulo, Paz e Terra, 2001. 160p. ISBN 85-21903-95-2
Professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de
São Paulo (ECA-USP) lança 3 textos de abrangência panorâmica,
sobre a delimitação do cinema moderno no Brasil. Fala sobre a
produção dentro do período ditatorial e sobre o conjunto
da obra do nosso mais importante cineasta Glauber Rocha.
O CINEMA BRASILEIRO NOS ANOS 80, de Guido Bilharinho. Uberlândia, Instituto Triângulino de Cultura, 2002. 274p.ilust. Não tem ISBN
A obra contém 50 ensaios críticos a respeito de filmes nacionais realizados na década de 80, distribuído em seus gêneros e temas, englobando todos os gêneros, mostrando que os anos 60 e 80 foram os mais significativos da cinematografia brasileira.
O CINEMA BRASILEIRO NOS ANOS 90, por Guido
Bilharinho. São Paulo, Instituto Triangulino de Cultura, 2000. 226p.
Aborda a crítica da produção cinematográfica dos
anos 90 no Brasil.
CINEMA CARIOCA NOS ANOS 30 E 40: OS FILMES MUSICAIS NAS TELAS DA CIDADE, de Suzana Cristina de Souza Ferreira. São Paulo, Annablume, 2003. 130p.ilust. ISBN 85-74193-42-9
Através de pesquisa inovadora de fontes e criteriosa observação sócio-cultural, a autora examina a historia do cinema e dos filmes brasileiros, em especial no Rio de Janeiro dos anos 30 e 40 do século XX. Relaciona a cultura com aspectos econômicos e políticos da época.
O CINEMA DA RETOMADA: DEPOIMENTOS DE 90 CINEASTAS DOS ANOS 90, de Lucia Nagib. São Paulo, Ed. 34, 2002. 528p. ISBN 85-73262-54-0
Professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e da UNICAMP apresenta aqui seus 4 anos de trabalho com equipe de 13 alunos de pós-graduação, traçando painel da época, onde foram entrevistados 90 cineastas dos anos 90.
CINEMANCIA, de Júlio Bressane. São
Paulo, Imago, 2000. 100p.
Cineasta reflete, em ensaios, sobre o panorama do cinema brasileiro.
DANÇA, BRASIL! FESTAS E DANÇAS
POPULARES, por Gustavo Cortez. Belo Horizonte, Edit. Leitura, 2000. 192p.
ilust.
Em trabalho de mais de 2 anos de pesquisa, apresenta as principais festas e
danças nacionais, como numa viagem pelo Brasil, constatando a maior riqueza
deste país - a cultura do seu povo. Fotos e textos feitos de forma clara
e objetiva.
DERCY GONÇALVES, pelo Departamento de Pesquisa da Universidade Estácio de Sá. Rio de Janeiro, Ed. Rio, 2003. 100p. (Coleção Gente). ISBN 85-75790-13-7
A mais famosa comediante que a TV, rádio e cinema brasileiros, Dercy Gonçalves começou a trabalhar aos 16 anos de idade. Hoje, com 95 anos de vida e quase 80 de carreira, fez história no teatro de revista, passando pelos cassinos e teatros do Rio de Janeiro, tendo começado a trabalhar na TV na década de 60. No cinema fez 36 filmes.
DIÁRIOS E AQUARELAS, de William Bradley.
Rio de Janeiro, Arte e História, 2000. 28p.
Conjunto de 5 aquarelas e 2 mapas do Rio de Janeiro, feitos no período
colonial. Concebidas pelo autor, um marinheiro inglês, as imagens retratam
suas impressões ao navegar pela costa carioca, em 1787.
DICIONÁRIO DE CINEASTAS, de Rubens
Ewald Filho. Rio de Janeiro, Nacional, 202. 800p. ISBN 85-04000-88-5
Reedição atualizada quase 25 anos depois, com mais páginas,
incorporando agora diretores nacionais, como Glauber Rocha, Nelson Pereira dos
Santos, Domingos de Oliveira, etc. Traz informações sobre 1790
diretores de todas as nacionalidades, em ordem alfabética, com biografias
e filmografias atualizadas.
DICIONÁRIO DE FILMES BRASILEIROS, de Antonio Leão da Silva Neto. São Paulo, Ed. 2001, 2002. 941p. ilust. ISBN 85-90059-52-9
Trata-se do mais completo levantamento já feito sobre a filmografia brasileira de longa-metragem, fruto de 4 anos de pesquisas. Desde os primórdios do cinema brasileiro, em 1908 até os filmes mudos das décadas de 10 e 20, os “filmusicais” dos anos 30, as “chanchadas” da Atlântida, a Companhia Vera Cruz, o Cinema Novo, as “pornochanchadas” da década de 70, tudo, tudo, tudo, em árduo trabalho que catalogou 3883 filmes brasileiros.
DOCUMENTOS, de João Bandeira. São Paulo, Cosac & Naify, 2002. encadernado 21x28cm (Coleção Arte Concreta Paulista) ISBN 85-75031-73-2
Reúne textos raros, nunca antes publicados ou há muito fora de circulação. Uma coletânea de imagens e textos – manifestos, artigos, ensaios, reportagens, entrevistas, fotografias e fac-símiles – ligados ao desenvolvimento da arte concreta em São Paulo, muitos deles garimpados em arquivos pessoais de remanescentes e familiares dos protagonistas do movimento, nos anos 50.
DULCINA E O TEATRO DE SEU TEMPO, de Sérgio
Viotti.. Rio de Janeiro, Lacerda, 2001. 648p.
Biografia de Dulcina de Moraes, uma das maiores atrizes do teatro brasileiro,
cuja vida se confunde com a própria história do teatro nacional.
ENCICLOPÉDIA DO CINEMA BRASILEIRO de Fernando Ramos & Luis Felipe Miranda, orgs. São Paulo, Ed. do
SENAC, 2000.
Com a participação de 45 pesquisadores/autores, é composta
por mais de 700 verbetes, temáticos e de personalidades, além
de vasto material iconográfico.
A ÉPICA ELETRÔNICA DE GLAUBER,
de Regina Mota. Belo Horizonte, Ed. da UFMG, 2001. 226p. ISBN 85-70412-62-2
Pesquisa que desnuda o registro vivo do projeto ético e estético
de Glauber Rocha, mostrando a relação entre a televisão
e o cinema, a partir do programa "Abertura", que Glauber apresentou
nos anos 70.
O EQUILÍBRIO DAS ESTRELAS: FILOSOFIA
E IMAGENS NO CINEMA DE WALTER HUGO KHOURI, de Renato Luiz Pucci Junior.
São Paulo, Annablume, 2001. 258p.ilust. ISBN 85-74191-87-6
Análise interpretativa e icnográfica dos filmes dirigidos por
Walter Hugo Khouri, um dos mais importantes cineastas brasileiros, autor de
Noite Vazia; Eros, o Deus do Amor, procurando definir a filosofia que sustenta
os filmes de Khouri.
ERA UMA VEZ FHC, de Chico Caruso. São Paulo, Ed. Devir/Jacarandá, 2002. 160p. ilust. ISBN 85-75320-45-9
Um dos mais famosos caricaturistas do Brasil, Chico Caruso, lança um olhar divertido sobre a história política do Brasil nos últimos 8 anos. Prefácio de Luis Fernando Veríssimo.
ERNESTO DE FIORI, de Mayra Laudanna. São Paulo, Ed. USP, 2003. 364p. ilust. fotos (Coleção Artistas Brasileiros). ISBN 85-31407-24-9
Análise do pensamento e da obra do pintor e escultor alemão Ernesto de Fiori, que veio viver e trabalhar no Brasil, em 1936. Centenas de fotos reproduzem quadros, esculturas e desenhos de De Fiori.
A ESCULTURA RELIGIOSA DE BRECHERET, de Sandra
Brecheret Pellegrini. São Paulo, Memorial de Livros, 2002. ilust color
e p/b. ISBN 85-90146-44-8
Filha do famosíssimo escultor Victor Brecheret lança livro sobre
a arte sacra no conjunto da obra de seu pai, fruto de mais de 30 anos de estudo
e reflexão sobre o trabalho dele. Em edição bilíngüe
português/inglês, há mais de 53 imagens em preto e branco
e coloridas, entre esculturas, desenhos e fotografias. Brecheret foi um dos
participantes da Semana de Arte Moderna com mais de 12 esculturas.
ESTE MUNDO É UM PANDEIRO, de Sérgio
Augusto. São Paulo, Companhia das Letras, 2001. 280p.
Em nova edição, a obra conta histórias das comédias
cinematográficas carnavalescas produzidas no Rio de Janeiro, nos anos
40 e 50, e é também uma crônica do ethos cultural brasileiro
desde o Estado Novo até o governo de Juscelino Kubitschek. Uma história
do Brasil dos tempos dos shows do Cassino da Urca, do Teatro Recreio, época
de Oscarito, Grande Otelo e Zé Trindade.
EXPLICANDO A ARTE BRASILEIRA, de Jô Oliveira e Lucilia Garcez. São Paulo, Ediouro, 2003. 168p. ilust. 22x28cm. ISBN 85-00013-00-1
Apresenta a arte realizada no Brasil, desde antes do descobrimento até os dias atuais. Mostra a arte rupestre e indígena, a arte européia e suas influências no país, principalmente a de Portugal.
AS FESTAS DO BRASIL COLONIAL, de José
Ramos Tinhorão. São Paulo, Ed. 34, 2000. 176p.
As festas de caráter coletivo, tal como o carnaval de hoje em dia, eram
inconcebíveis no tempo da chegada dos portugueses ao Brasil. Havia somente
algumas efemérides ligadas ao poder do Estado ou festas do calendário
religioso estabelecido pelo poder espiritual da Igreja.
FOTOGRAFIA E CIDADE: DA RAZÃO URBANA
À LÓGICA DE CONSUMO de Solange Ferraz de Lima & Vânia
Carneiro de Carvalho. Álbuns de São Paulo 1887-1954. Campinas,
Mercado de Letras, 1997. 272p. ilust.
Análise de dois momentos de inflexão na história social
da cidade de São Paulo a partir de mais de 1500 fotografias produzidas
entre 1887-1959; a diferenciação social do espaço urbano
e a mercantilização da cidade na década de 50.
GÁVEA DE TOCAIA - LYGIA PAPE, de
vários organizadores. Rio de Janeiro, Cosac & Naify, 2001. 336p.
Retrospectiva da produção da artista plástica Lygia Pape,
com textos de Hélio Oiticica e Mário Pedrosa.
GLAUBER – UM OLHAR EUROPEU, de Cláudio M. Valentinetti. São Paulo, Instituto Lina Bo e Pietro Maria Bardi, 2003. 205p. ilust. ISBN 85-85751-18-5
O autor, italiano e sobrinho de Lina Bo Bardi, tem fortes ligações com o Brasil, pois sua tese de Doutoramento na Universidade de Milão versa sobre Glauber e o Cinema Novo. Aqui ele retoma a tese e desenvolve o tema, onde cada um dos filmes que Glauber fez no Brasil ou no exterior merece uma análise detalhada, em capítulos que são precedidos por outros que tratam da situação do Brasil no começo dos anos 60.
GLÁUBER PÁTRIA ROCHA LIVRE, de Gilberto
Felisberto de Vasconcellos. São Paulo, SENAC, 2001. 170p. ISBN 85-73691-99-4
Glauber Rocha, cineasta, que às vezes se declarava materialista e dialético
e outras vezes se confessava protestante, judeu, mouro e leitor da Bíblia,
foi um artista com muitas contradições, expressas à sua
maneira exaltada e polêmica. Marcou época e faz falta, nestes vinte
anos sem ele. Um livro que contribui para o entendimento do cinema brasileiro.
GLÁUBER ROCHA – ESSE VULCÃO, de João Carlos Teixeira Gomes. São Paulo, Códice, 2002. 635p. ilust. ISBN 85-20909-11-6
O mais importante e completo livro já escrito sobre a obra e vida de Glauber Rocha. Também um extenso documento de época, baseado em pesquisas feitas em inimagináveis fontes de informação para estudos do cinema brasileiro, especialmente sobre o Cinema Novo.
AS GRANDES PERSONAGENS DA HISTORIA DO CINEMA
BRASILEIRO / THE GREAT CHARACTERS IN THE HISTORY OF BRAZILIAN CINEMA: textos
de Eduardo Giffoni Flórido. Rio de Janeiro, Frahia, 1999. 184p. ilust.
colorido e p/b, 21x28cm.
Homenagem aos grandes realizadores do cinema no país, atores, produtores,
diretores, cenógrafos, roteiristas e até investidores e apaixonados
pelo cinema, que tiveram participação importante para o desenvolvimento
dessa arte no Brasil. Trata do período 30-59. Biografia e fartamente
ilustrado.
AS GRANDES PERSONAGENS DO CINEMA BRASILEIRO, 1960-1969, de Eduardo Giffoni Florido. Rio de Janeiro, Frahia, 2003. 223p. ilust. fotos encadernado com sobrecapa (Coleção Grandes Personalidades). ISBN 85-85989-19-X
Reúne perfis de 71 pessoas que se destacaram na década de 60, entre diretores, autores, técnicos e outros profissionais da 7ª arte.
GRAVURA EM METAL, org. por Marco Buti e Anna Letycia. São Paulo, Ed. USP/Imprensa Oficial do Estado, 2002. 300p. ilust. ISBN 85-31405-86-6
Livro que é um misto de manual, pesquisa histórica e álbum reunindo belas obras. Vários mestres gravadores estão aqui reunidos, como Francesc Domingo Segura, Carlos Oswald e Mário Dóglio e também alguns mestres impressores, como Antonio Francisco Albuquerque e Roberto Grassmann. Dá a conhecer sobre a história e técnica da gravura no Brasil, ajudando a compreender melhor os mistérios e beleza da arte de gravar sobre metal.
GRUPOS TEATRAIS: ANOS 70, por Sílvia
Fernandes. Campinas, SP, Ed. da UNICAMP, 2000. 270p.
Originalmente dissertação de Mestrado, revisita o universo teatral
da década de 70, marcado pelo surgimento de grupos jovens e pelo ideal
de realização coletiva, suas tendências comuns como as atividades
na periferia e a postura de independência.
A HERANÇA DO OLHAR – O DESIGN DE ALOÍSIO MAGALHÃES, de João de Souza Leite. São Paulo, SENAC/Rio de Janeiro, Arte Viva, 2003. 279p. ilust. ISBN 85-88778-02-5
Personagem importante no desenho industrial e nas artes gráficas brasileiras, foi um grande criador, falecido em 1982.
HOMENAGEM AOS MESTRES: ESCULTURAS NA USP, pela Comissão de Patrimônio Cultural da Universidade de São Paulo. São Paulo, Ed. USP, 2003. 280p. ilust. (Série Cadernos CPC, 5).
ISBN 85-31406-86-2
Os mestres que se destacaram no trabalho pedagógico, na pesquisa e na extensão cultural são homenageados na forma de esculturas que ornamentam as sedes dos institutos e faculdades da USP em todo estado de São Paulo. Aqui são investigadas as condições que determinam os meios a serem utilizados para destacar aqueles que se distinguem em seus trabalhos.
IBERÊ CAMARGO: DESASSOSSEGO DO MUNDO,
coord. de Silvia Roesler; textos de Paulo Venâncio. Rio de Janeiro, The
Axix, 2002. Ilust. cores, encadern. ISBN 85-88720-01-9
Publicado com incentivo do Banco Pactual, o livro-catálogo é um
trabalho caprichado e indispensável, em ensaio arguto e culto. Iberê,
um gaúcho do Rio Grande do Sul, começou a pintar aos 26 anos de
idade e foi aluno de Guinard e Lhote em Paris e de Chirico em Roma. Sofreu forte
influência do expressionismo abstrato e foi um dos maiores pintores que
a arte brasileira teve.
IDÉIAS TEATRAIS: o século
19 no Brasil, de João Roberto Faria. São Paulo, Perspectiva, 2001.
686p.
Terceiro livro que o autor dedica ao teatro brasileiro do passado. Este mostra
o conflito entre as aspirações a um teatro "sério"
e o retrato de um Brasil ingênuo que fazia comédias, transcrevendo
uma preciosa coletânea de ensaios, críticas, cartas e folhetins
da época. Retrata um período de intensa atividade artística
nos palcos do país.
IDENTIDADE ART DÉCO DE GOIÂNIA, de Wolney Unes. São Paulo, Ateliê, 2002. 200p.ilust. fotos, mapas, croquis ISBN 85-74800-90-2
Traz a oportunidade de conhecer um pouco da arquitetura “art déco” produzida no Brasil, apresentando edifícios construídos em Goiânia desde sua fundação, em 1933, com cerca de 220 imagens entre fotos, mapas e ilustrações.
IGREJAS PAULISTAS; BARROCO E ROCOCÓ, de Percival Tirapelli. São Paulo, Ed. UNESP, 2003. 372p. ilust. ISBN 85-71394-47-4
Pela primeira vez o conceituado pesquisador Tirapelli desvenda a história e a iconografia da arte e arquitetura religiosa paulista, desde a segunda igreja paulista, no século XVI, até o movimento neocolonial do século 20. Ricamente ilustrado. Lindo, divino, maravilhooooso!!!
A IMAGEM DA MULHER: UM ESTUDO DE ARTE BRASILEIRA, de Cristina Costa. Rio de Janeiro, SENAC-Rio, 2002. 200p. ISBN 85-87864-22-X
A mulher representada na pintura, onde seu papel social aconteceu em diversos momentos da história nacional. A autora, cientista social e pesquisadora, conduz por um delicioso roteiro que especifica esses múltiplos papéis, resgatando as representações femininas. Imprescindível para ilustrar teses, livros, etc.
IMAGENS DE UM TEMPO EM MOVIMENTO: CINEMA E CULTURA
NA BAHIA NOS ANOS JK (1956-1961), de Maria do Socorro Silva Carvalho. Salvador,
Universidade Federal da Bahia, 2000. (Coleção Nordestina) 280p.
Mostra o desenvolvimento do cinema baiano durante os "anos dourados"
da vida brasileira.
IMAGENS DO GRANDE SERTÃO de Arlindo
Daibert. Belo Horizonte, Ed. da UFMG: Juiz de Fora, Ed. da UFJF, 1998.
Imagens produzidas pelo artista plástico Arlindo Daibert, durante sua
leitura de Grande Sertão, Veredas, de Guimarães Rosa.
ÍNDICE DE DRAMATURGAS BRASILEIRAS DO
SÉCULO XIX, de Valéria Andrade Souto-Maior. Florianópolis,
Mulheres, 1996. 56p.
Doutora em Literatura Brasileira tem aqui publicada sua dissertação
de Mestrado defendida na Universidade Federal de Santa Catarina e obteve o 1º
lugar no Concurso do Centro Interdisciplinar de Estudos de Gênero da Universidade
Estadual do Rio de Janeiro, em 1996.
IOLE DE FREITAS, org. por Lourenzo Mammi. São Paulo, Cosac & Naify, 2002. 160p. ilust. 24x26cm. ISBN 85-75031-67-8
Em edição bilíngüe português/inglês, a trajetória de Iole de Freitas é revista em reunião de textos críticos produzidos a partir da década de 80, acompanhados de 86 imagens selecionadas pela escultora.
JOHN DEWEY E O ENSINO DA ARTE NO BRASIL,
de Ana Mae Barbosa. São Paulo, Cortez, 2001. 200p. ISBN 85-24907-90-8
A autora coloca à disposição novos dados a respeito da
proposta educacional de Dewey, considerado por ela como "libertadora e
necessária. Discute as propostas educacionais surgidas a partir da obra
de Dewey e há um texto inédito dele sobre as relações
da arte com a cultura e a indústria.
JÓIAS DE AXÉ, de Raul Lody.
Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 2001. 170p. ilust. ISBN 85-26808-40-9
Trabalho pioneiro do antropólogo Raul Lody, que reúne vasta documentação
sobre joalheria étnica afro-brasileira, usada no candomblé baiano,
no mina do Maranhão e no xangô pernambucano, além do estudo
de toda a coleção de jóias de crioula, do século
19. Busca assim a firmação de identidade de povos, culturas e
nações. O autor é curador da Fundação Gilberto
Freyre, em Recife, desde 1987 e também da Fundação Pierre
Verger, na Bahia. As imagens do livro mostram diferentes tipos de fios de contas
em diversos materiais.
JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA, de Aimar Labaki. São Paulo, PubliFolha, 2002. 98p.
ISBN 85-74024-16-3
O dramaturgo Aimar Labaki explica, de modo claro e informativo, a importância de José Celso, diretor de teatro que ajudou a produzir alguns dos mais importantes espetáculos brasileiros.
LASAR SEGALL, de Pietro Maria Bardi. São
Paulo, Imprensa Oficial do Estado/Instituto Lina Bo Bardi, 2001. 211p. ilust.
bibliogr.
Reedição facsimilar da edição de 1952, livro sobre
o pintor Lasar Segall preserva as características da edição
original, como formato, capa e diagramação das páginas,
com excelente reprodução dos trabalhos. Nascido no gueto judaico
de Vilna, Lituânia, Lasar fez estudos em Berlim e Dresden e radicou-se
definitivamente no Brasil em 1923. O livro, com reproduções dos
trabalhos refeitas e melhoria na qualidade, traz um apêndice original,
inexistente na edição original, com documentos sobre Segall e
Bardi.
LAURINDA SANTOS LOBO, de Hilda Machado. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2003. 290p. ISBN 85-87220-38-1
A história da mecenas e herdeira do solar que hoje compõe o Parque das Ruínas, no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Serve para estudos da cartografia do bairro carioca, seus artistas e “afins”.
AS LINGUAGENS ARTÍSTICAS E A CIDADE, de Jorge Bassani. São Paulo, Formarte, 2003. 164p. ilust. ISBN 85-89606-01-5
Arquiteto, artista plástico e professor universitário faz uma análise da cidade a partir de suas esculturas e arquitetura, para compreender a cultura urbana e a história.
A LONGA LUTA DO CINEMA BRASILEIRO – OS PIONEIROS, de Jurandyr Noronha. Rio de Janeiro, FUNARTE, 2002. 312p. ilust. capa dura 21x28cm. (História visual, 10).
ISBN 85-75070-21-5
Traz os pioneiros do cinema brasileiro, bem como os centros de produção mais atuantes do Brasil, como Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Recife e também de cidadezinhas como Bariri, no interior do estado de São Paulo e Guaranésia, no sul de Minas Gerais. Conta toda a década de 10, 20 e 30 do cinema brasileiro.
LÚCIO COSTA, de Guilherme Wisnik.
São Paulo, Cosac & Naify, 2001. 128p. (Coleções Espaços
da Arte Brasileira).
ISBN 85-75030-87-6
Detalhes da obra do famosíssimo arquiteto brasileiro, um dos idealizadores
da cidade de Brasília na década de 50. A obra traz "Lúcio
Costa entre o empenho e a reserva", "Vila Operária em Monlevade,
Minas Gerais", "Ministério da Educação e Saúde
Pública", "Museu das Missões", várias residências
particulares entre outros projetos.
LUIZ PEIXOTO PELO BURACO DA FECHADURA, de Luis Fernando Vieira e Lysias Enio. São Paulo, Vieira & Lent, 2002. ISBN 85-88782-03-0
Biografia do compositor de músicas famosas da MPB, Luiz Peixoto (1889-1973), caricaturista, poeta, cronista e desenhista industrial, carioca que consagrou o teatro de revista. Amigo de Carmen Miranda nos anos 40, fez burletas – gênero de teatro musical – com Chiquinha Gonzaga em 1912.
AS MAIS BELAS IGREJAS DO BRASIL / THE MOST BEAUTIFUL
CHURCHES OF BRAZIL.; pesquisa e texto de Percival Tirapeli e Wolfgang Pfeiffer,
fotografias de Gunter Heil. São Paulo, Metalivros, 1999. 300p. ilust.
Traz 300 fotos de 50 dos mais admiráveis monumentos religiosos do estilo
barroco, os quais retratam uma das mais importantes manifestações
ocorridas entre os séculos 18 e 19 . As mais lindas igrejas históricas
de todo Brasil, mostrando a arquitetura sacra colonial.
MACUNAÍMA DE ANDRADE, de Arlindo
Daibert. Juiz de Fora, MG, Ed. da UFJF, 2001. 160p. encad. ISBN 85-85252-53-7
Livro que traz colagens e desenhos criados pelo autor, artista plástico,
entre 1981 e 1982. Reúne ilustrações de uma das obras literárias
que ele procurou traduzir plasticamente, sendo possível avaliar o espírito
do brasileiro do sul-americano por meio de Macunaíma - um herói
dinâmico em suas características morais, culturais e étnicas.
Ilustra a saga do herói sem nenhum caráter com imagens que embaralham
os mitos da cultura brasileira e sul-americana em geral. Essa coleção
de arte faz parte do acervo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
MALDITO; A VIDA E O CINEMA DE JOSÉ MOJICA
MARINS, O ZÉ DO CAIXÃO. São Paulo, Ed. 34, 1998. 450p.
ilust. fotos
Biografia de um dos maiores e mais polêmico cineastas brasileiros. Gênio?
Louco? 400 entrevistas com 110 pessoas desvendam esse mistério, desde
sua infância humilde na periferia de São Paulo, suas primeiras
experiências cinematográficas, a perseguição durante
a ditadura militar, tudo sobre uma das figuras mais marcantes da nossa cultura
popular.
A MÁQUINA DE REPETIR E A FÁBRICA DE ESTRELAS, de Tânia Brandão. Rio de Janeiro, 7 Letras/FAPERJ, 2003. 330p. ISBM 85-75770-07-1
A autora “disseca” a trajetória do Teatro dos Sete, grupo dirigido por Gianni Ratto, que marcou época nos anos 50 e revelou grandes nomes da dramaturgia brasileira.
MARCANTONIO VILAÇA, de Marco Antonio Vilaça. São Paulo, Cosac & Naify, 2002. ilust. cores encadern. com sobrecapa. ISBN 85-75131-12-0
Apresenta a vida, a coleção e o trabalho do primeiro “marchand” da América Latina, em homenagem póstuma, trazendo ainda testemunhos de amigos, parceiros, familiares, historiadores, críticos, etc.
MARIA BADERNA, A BAILARINA DE DOIS MUNDOS, de Silvério Corvisieri. Rio de Janeiro, Record, 2001. 236p.
"Baderna", em português, significa confusão, bagunça,
e era também o sobrenome de uma jovem bailarina italiana de gênio
forte, que lutou pela liberdade e que viveu no Brasil no século 19 e
teve sua vida pesquisada pelo autor.
MARIKA GIDALI, SINGULAR E PLURAL, de Décio
Otero. São Paulo, SENAC, 2001. 198p. ISBN 85-73592-11-7
Bailarina, coreógrafa, líder de companhia prestigiosa de dança,
inovadora em sua arte, empenhada na ação social pelos menos favorecidos,
batalhadora das causas justas, mãe devotada, tem sua vida contada aqui
em seus mais de 30 anos na Companhia de Ballet Stagium.
MÁRIO PEDROSA E O BRASIL, org. de
José Castilho Marques Neto. São Paulo, Fundação
Perseu Abramo, 2001. 224p.
Reúne as palestras do seminário sobre o crítico de arte
e militante político Mário Pedrosa, com escritos do crítico
Antônio Cândido e o economista Paul Singer entre outros.
Á MEIA-LUZ: CINEMA E SEXUALIDADE NOS
ANOS 70, de Paulo Menezes. São Paulo, Ed. 34, 2001. 280p.
Sociólogo usa a análise de filmes para discutir a revolução
social e libertação sexual em 7 ensaios.
OS MELHORES ANOS DE MUITAS VIDAS - 50 ANOS DE
TABLADO, de Martha Rosman. São Paulo, Agir, 2001. 160p.
ISBN 85-22005-32-X
O Tablado, teatro criado por Maria Clara Machado, formou gerações
de artistas no Rio de Janeiro, entre eles alguns nomes consagrados, como Fernando
Torres, Sérgio Viotti, Miguel Fallabella, Marieta Severo e outros.
MIRA SCHENDEL, de Maria Eduarda Marques.
São Paulo, Cosac & Naify, 2002. 128p. ilust. 23x28cm (Coleção
Espaços da Arte Brasileira). ISBN 85-75030-91-4
Traz os trabalhos de Mira Schendel, como a estética da expressividade
mínima, com ilustrações, cronologia, bibliografia.
MUSEU DA IMAGEM E DO SOM: RASTROS DE MEMÓRIA,
de Ricardo Cravo Albim. Rio de Janeiro, Sextante, 2000, 144p.
Com textos do historiador Ricardo Cravo Albim, o Museu da Imagem e do Som conta
sua própria história e de seu acervo histórico, com nomes
importantes da Musica Popular Brasileira (MPB).
NA CINELÂNDIA PAULISTA, de Anatol
Rosenfeld. São Paulo, Perspectiva, 2001. 384p. (Coleção
Debates, 282). ISBN 85-27302-80-2
Reúne crítica de cinema e fotografia feitos pelo autor durante
a década de 50, sobre o universo do cinema e da fotografia em artigos
que abordam desde a fase fluorescente da Companhia Vera Cruz de Cinema (situada
em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São
Paulo), até os momentos mais fecundos da criação cinematográfica
americana, francesa, italiana e japonesa do pós-guerra.
NACIONAL ESTRANGEIRO – HISTÓRIA SOCIAL E CULTURAL DO MODERNISMO ARTÍSTICO EM SÃO PAULO, de Sérgio Miceli. São Paulo, Companhia das Letras, 2003. 208p. ilust.
ISBN 85-35903-62-3
O autor, conhecido sociólogo, faz um estudo sobre as relações entre artistas, colecionadores e mecenas no modernismo brasileiro, procurando compreender de que maneira interesses econômicos e de sociabilidade fizeram a história da arte no período. Um caderno de ilustrações traz mais de 150 imagens de obras de arte brasileiras.
NINGUÉM SE LIVRA DE SEUS FANTASMAS, de Nydia Lícia. São Paulo, Perspectiva, 2002. 446p. ISBN 85-27303-05-1
Verdadeiro depoimento com a história de vida da atriz, que se confunde com a história do moderno teatro brasileiro. Atriz que sempre lutou para promover em nossos palcos uma encenação de um teatro de arte.
NOVÍSSIMA ARTE BRASILEIRA; UM GUIA DE
TENDÊNCIAS, por Kátia Canton. São Paulo, Iluminuras,
2000. 200 p. ilust.
Reúne informações sobre 70 artistas plásticos da
atualidade, entrevistados pela pesquisadora ao longo dos últimos 7 anos.
Mapeia a produção da arte plástica no Brasil nos anos 90.
ODISSÉIA DO TEATRO BRASILEIRO, de
Silvana Garcia. São Paulo, SENAC, 2002. 307p. ISBN 85-73592-61-3
Fórum realizado em São Paulo, onde 17 depoentes, em onze noites,
falaram de seu desempenho no teatro e do muito que observaram nessa trajetória,
mostrando um aspecto importante da cultura brasileira, apresentado na voz direta
de alguns de seus protagonistas.
OITO OU NOVE ENSAIOS SOBRE O GRUPO CORPO,
org. de Inês Bogéa. São Paulo, Cosac / Naify, 2001. 208p.
ilust.
ISBN 85-7503-074-4
A organizadora reuniu 8 colaboradores especialistas em artes visuais, filosofia,
literatura, jornalismo cultural, música, política e psicanálise
para mostrar como a dança é entendida por pensadores de outras
áreas do conhecimento. Entre eles estão Luís Fernando Veríssimo,
Maria Rita Kehl, Renato Janine Ribeiro, Zuenir Ventura, etc.
O OLHAR AMOROSO; textos sobre a arte brasileira, de Olívio Tavares de Araújo. São Paulo, Momesso Edições, 2002. 336p. ISBN 85-89003-01-9
Um verdadeiro exercício de afeto pela arte, onde o autor faz uma revisão da produção brasileira em 40 textos, denunciando a farsa da crítica ininteligível.
OPINIÃO, de Maria Helena Kuhner e
Maria Helena Rocha. Rio de Janeiro, Relume-Dumará/Prefeitura da Cidade
do Rio de Janeiro, 2001. 160p. (Coleção Arenas do Rio). ISBN
85-73162-62-7
Nos anos 60 e 70, o Teatro Opinião, no Rio de Janeiro, influenciou a
arte brasileira. Mas há poucos registros do antes e do depois do surgimento
desse grupo teatral, nascido em 1964, cujos fatos sociais e políticos
por ele levantado perduraram ou se agravaram, quando se tornou moda, em vários
países da América Latina, falar da realidade e lutar por idéias
no palco.
ORSON WELLES NO CEARÁ, de Firmino
Holanda. Fortaleza, Ed. da Fundação Demócrito Rocha, 2001.
205p. ilust.
ISBN 85-75290-08-8
Quase 60 anos depois dos acontecimentos, o crítico cearense Firmino Holanda
reconstitui a conturbada saga brasileira do diretor de cinema americano Orson
Welles (1915-1985), que esteve no Brasil em 1942 para filmar "It's all
true". O genial criador de "Cidadão Kane" filmou no Ceará
o cotidiano de uma aldeia de pescadores. Era tempo da Política da Boa
Vizinhança, projeto fomentado pelo governo dos USA para se aproximar
dos países latino-americanos durante a II Guerra Mundial. Segundo as
palavras de Orson, "esse foi o maior desastre de minha vida", pois
daí por diante sua carreira de diretor ficaria abalada.
PATRIMÔNIOS DA HUMANIDADE NO BRASIL,
de Percival Tirapeli, colab. de Aziz Ab' Saber. São Paulo, Metalivros,
2000. 288p.
Edição bilíngüe (português-inglês), contou
com a participação de 35 fotógrafos para captar a riqueza
dos sítios abordados na obra, como Salvador, Olinda, Ouro Preto, Diamantina,
Parque Nacional do Iguaçu e outros. Livro ma-ra-vi-lho-so!!!
PENNACHI – PINTURA MURAL, de Valero Antonio Pennachi. São Paulo, Metalivros, 2002. 132p. ilust. encadernado ISBN 85-85371-38-2
Registro iconográfico dos afrescos de Fulvio Pennachi (1905-1992) e biografia do artista italiano radicado no Brasil, que integrou o famoso “Grupo Santa Helena”.
A PERSONAGEM HOMOSSEXUAL NO CINEMA BRASILEIRO,
de Antonio Moreno. Rio de Janeiro, Ed. da UFF/FUNARTE, 2001.
Originalmente dissertação de Mestrado na UNICAMP, o autor rastreou
67 títulos de filmes brasileiros que têm personagens homossexuais,
no período de 1923 a 1996. E avaliou que os resultados estão longe
de serem politicamente corretos, revelando que o filme nacional desrespeita
o gay.
PINTORES PAISAGISTAS: SÃO PAULO, 1890-1920,
de Ruth Sprung Tarasantchi. São Paulo, Ed. USP/IMESP, 2002. 396p. ilust.
29x29cm. ISBN 85-31405-98-X
Anteriormente tese de Doutoramento, a pesquisa vem preencher a lacuna sobre
o trabalho dos artistas paulistas, as exposições realizadas, as
obras estrangeiras adquiridas por colecionadores de São Paulo, o ensino,
a crítica, a atuação da Pinacoteca e do Museu Paulista,
a concessão de bolsas de estudo, o mecenato, etc.
PLÍNIO MARCOS _ A CRÔNICA DOS QUE
NÃO TEM VOZ, org. de Javier Aranciba Contreras. São Paulo,
Boitempo, 2002. 192p. ISBN 85-85934-84-0
Traça um perfil de Plínio Marcos como cronista e reconstitui o
ambiente da cidade de Santos, no litoral do estado de São Paulo, por
meio de entrevistas e textos, dando ao leitor saborosas e debochadas crônicas,
algumas delas inédita, com originais do trabalho desse dramaturgo, cuja
atuação foi fundamental para a cultura brasileira.
POR UM CINEMA SEM LIMITE, de Rogério
Sganzerla. São Paulo, Azougue, 2001. 120p. ISBN 85-88338-05-X
Coletânea de ensaios sobre o cinema, escritos entre os anos 60 e 80, formando
a base de uma teoria crítica, que estuda a passagem entre o filme clássico
e o moderno.
PORTO ALEGRE FOI ASSIM, de Hélio Ricardo Alves. Porto Alegre, RS, Sagra Luzzatto, 2001. 160p. 27x32cm. ilust. grav. ISBN 85-24106-59-X
Os retratos, feitos a bico de pena a nanquim pelo autor porto-alegrense, traz pesquisa da historiografia de sua cidade, contando de uma Porto Alegre com seu Mercado Público, a Santa Casa, a Roda dos Expostos, a Igreja Matriz, o Cais da Praça da Alfândega, etc, reconstituindo a paisagem urbana do final do século 19 e início do 20. Resgate da história dos pontos turísticos, cultura, beleza natural e arquitetônica da capital do Rio Grande do Sul.
POTY – O LIRISMO DOS ANOS 90, de Regina de Barros Correia Casillo. Solar do Rosário, 2002. 60p. ilust.
Apresenta 19 tiragens serigráficas, relatando o que Poty pretendeu passar em cada desenho, e, ao mesmo tempo, levando às futuras gerações o artista perfeito e ser humano notável que foi Napoleon Potyguara Lazzarotto.
REBOLO: 100 ANOS, de Antonio Gonçalves e Lisbeth Rebollo Gonçalves. São Paulo, Ed. USP/ Imprensa Oficial do Estado, 2002. 302p. ilust. 24x30cm. ISBN 85-31407-14-1
Para marcar o centenário de nascimento de Rebolo, um dos mais destacados pintores brasileiros, que fez parte do Grupo Santa Helena, o livro traz algumas das reproduções de seus quadros, artigos críticos e informações biográficas.
REVISÃO CRÍTICA DO CINEMA BRASILEIRO, de Glauber Rocha. São Paulo, Cosac & Naify, 2003. 240 p. ilust. (Coleção Glauberiana). ISBN 85-75031-84-8)
Primeiro volume da Coleção Glauberiana, reúne militância crítica do jovem Glauber Rocha (1939-1981) e artigos escritos no período 1958-63. Eles focalizam desde o cinema silencioso dos pioneiros Humberto Mauro e Mário Peixoto ao surgimento do Cinema Novo brasileiro, com a trilogia carioca de Nelson Pereira dos Santos, no final da década de 50.
RIO DE ASSIS: IMAGENS MACHADIANAS DO RIO DE JANEIRO, de Aline Carrer. 2.ed. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2000. 96p. ilust. encadernado com sobrecapa. ISBN 85-87220-06-3
A autora deixa-se guiar pelos olhos de Machado de Assis para pensar a cidade do Rio de Janeiro. O livro ilustra as descrições machadianas sobre a cidade e os costumes da época, para dar forma a um roteiro de leitura entre texto e imagem, em ampla e rica pesquisa iconográfica.
RIO DE JANEIRO NAÏF, org. por Lucien
Finkelstein. Rio de Janeiro, Ed. do Museu Internacional de Arte Naif no Brasil,
2001. 128p. ilust.
Aqui naïf significa primitivo. São aquelas pinturas em cores primárias,
com as figuras sempre de frente, como num cartão postal. Esse livro traz
obras de mais de 10 artistas, todos premiados em exposições internacionais,
com suas biografias e com textos em português, inglês, francês,
espanhol e alemão, em mais de 40 quadros. Todos aqueles cenários
lindos do Rio de Janeiro, pela arte dos artistas naïfs: o Cristo Redentor,
Corcovado, Pão de Açúcar, Ilha de Paquetá, Arcos
da Lapa, Teatro Municipal, carnaval, reveillon, etc. É ma-ra-vi-lho-so!!!
ROCOCÓ RELIGIOSO NO BRASIL, de Myriam Andrade Ribeiro de Oliveira. São Paulo, Cosac & Naify, 2003. 552p. ilust. ISBN 85-75031-86-4
O rococó, estilo artístico que dominou o cenário cultural europeu e também o brasileiro, entre os anos 1690 e 1770, é aqui estudado por uma das maiores especialistas em arte sacra e colonial no Brasil, que ousa colocá-lo sob um novo ponto de vista.
SÃO PAULO DE HONTEM, de Carlos de
São Thiago Lopes. São Paulo, Arquivo do Estado, 1998. 120p. ilust.
a bico de pena.
O autor, arquiteto, é considerado o melhor "bico de pena" da
atualidade e retrata a cidade de 1862 a 1920.
O SÉCULO XIX NA FOTOGRAFIA BRASILEIRA,
org. por Pedro Corrêa do Lago. São Paulo, Fundação
Armando Álvares de Oliveira, 2000. 192p. ilust. fotos
Seis meses após seu lançamento oficial, em Paris, agosto de 1839,
o Brasil foi um dos primeiríssimos países do mundo a praticar
a fotografia, tendo Dom Pedro II como pioneiro na arte de fotografar. A partir
de fotos da Coleção Pedro Corrêa do Lago, o livro mostra
tipos humanos e paisagens, através do trabalho de fotógrafos estrangeiros
que aqui estiveram e brasileiros também, no século 19.
SOBRE O FILME “LAVOURA ARCAICA”, de Luiz Fernando Carvalho. São Paulo, Ateliê, 2002.
128p. ISBN 85-74801-40-2
Em outubro de 2001, Luiz Fernando Carvalho concedeu a um seleto grupo de críticos de cinema e teóricos da área cultural, uma entrevista sobre seu filme “Lavoura Arcaica”, que aqui é transcrita, tornando-se um documento sobre o processo de criação cinematográfica no atual cenário brasileiro.
A SOMBRA DA OUTRA, de Afrânio Mendes Catani. São Paulo, Panorama do Saber, 2002. 352p. ilust. ISBN 85-75670-14-X
A cinematográfica Maristela nasceu em 1950, seguindo os passos da bem-sucedida Vera Cruz. Localizada no bairro do Jaçanã, na cidade de São Paulo, a Maristela produziu “A presença de Anita”, “Suzana e o presidente”, entre outros. Traz a história e a importância do cinema produzido em São Paulo, no período pós-guerra.
O SONHO E A TÉCNICA: A ARQUITETURA DE
FERRO NO BRASIL, de Cacilda Teixeira da Costa. São Paulo, Ed. da
USP, 2001. 200p. ilust. ISBN 85-31402-57-3
Doutora em Artes pela Universidade de São Paulo e ex-diretora do Museu
de Arte Moderna de São Paulo traz estudo sobre a importação
para o Brasil da "arquitetura metalúrgica britânica"
entre meados do século 19 e início do século 20, analisando
sua qualidade, beleza e funcionalidade das obras.
SOROCABANA: UMA SAGA FERROVIÁRIA,
de Antonio Soukef Junior. São Paulo, Dialeto, 2001. 120p. ilust.
O edifício da antiga estação ferroviária "Júlio
Prestes", da Estrada de Ferro Sorocabana, em São Paulo, mostra a
arquitetura produzida antes do movimento modernista, no final do século
19. A via férrea daquela época está estreitamente ligada
ao desenvolvimento do estado de São Paulo.
TARSILA CRONISTA, org. de Aracy Amaral.
São Paulo, Ed. da USP, 2001. 248p.
Revela uma faceta quase desconhecida da pintora modernista Tarsila do Amaral
(1886-1973): a de cronista. Publicadas ao longo de 20 anos em jornais paulistanos,
onde ela comentava sobre música, literatura, acontecimentos do Brasil
e exterior, com destaque para o movimento modernis
TARSILA, SUA OBRA E SEU TEMPO, de Aracy A Amaral. Ed. rev e ampl. São Paulo, Ed. 34, 2003. 460p. ISBN 85-73262-66-4
Uma nova versão, revista e ampliada, desse marco na história da crítica da arte brasileira, o livro aborda a trajetória de uma das mais importantes pintoras do Brasil e sua relação com o movimento modernista. A partir desse livro, publicado originalmente em 1975, Aracy construiu um ponto de vista original para se compreender o Modernismo, até então enfocado quase que exclusivamente pelo ângulo literário.
TEATRO EM PROGRESSO, de Décio de Almeida Prado. São Paulo, Perspectiva, 2002. 316p.
ISBN 85-27303-09-4
Críticas escritas entre 1955 a 1964 pelo autor, que testemunhou a chegada da modernidade ao teatro brasileiro, com a profissionalização de atores, diretores e trupes e aparição de nomes como Nelson Rodrigues, Jorge Andrade e Dias Gomes.
TEATROS: UMA MEMÓRIA DO ESPAÇO CÊNICO DO BRASIL, de J. C. Serroni. São Paulo, Ed. SENAC, 2002. 358p. ilust. encadernado com sobrecapa 23x30cm. ISBN 85-73592-49-4
O autor, cenógrafo, reúne os espaços teatrais do Brasil nesta obra rica em imagens e depoimentos esclarecedores, com a contribuição de artistas e técnicos de cena que mostram o que alguns edifícios representam na vida cultural brasileira.
O TERRITÓRIO BARROCO NO SÉCULO
XXI. Brasília (DF), Ministério da Cultura e Instituto Cultural
Flávio Gutierrez, 2000. 500p.
Textos de ensaístas sobre a herança histórica e artística
do barroco brasileiro.
THEATRO SÃO PEDRO: RESISTÊNCIA
E PRESERVAÇÃO, coord. por José Roberto Walker. São
Paulo, Secr.do Est.da Cult./Assoc.de Amigos do Arquivo do Estado, 2000. 440p.
ilust.
Livro bancado pela Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo e pela
Associação de Amigos do Arquivo do Estado, com textos sobre esse
teatro e depoimentos de pessoas que participaram de sua história e fotos
que combinam imagens de arquivo com ensaios desde sua inauguração
(1917) até sua restauração (1998).
UM ARQUIVINHO DO POETA, de Vinicius de Moraes, editada por Lélia Coelho Frota. Rio de Janeiro, Bem-Te-Vi Prod. Liter., 2002. ISBN 85-88747-03-0
Pasta contendo materiais avulsos de Vinicius de Moraes, lançada em comemoração aos 90 anos de nascimento do poeta. Fotos, manuscritos de poemas e de músicas, desenhos, pinturas, etc., que levam o leitor a sentir-se como se tivesse remexendo uma gaveta do poeta.
UM DIA DAS MÃES, de Flávio
Marinho. São Paulo, Imago, 2001. 108p. ISBN 85-31207-89-4
Peça de teatro de consagrado autor de mil vocações.
UM FILME É UM FILME: O CINEMA DE VANGUARDA
NOS ANOS 60, org. de José Lino Grunewald e Ruy Castro. São
Paulo Companhia das Letras, 2001. 287p.
O cinema dos anos 60 refletiu as mudanças marcadas pelas revoluções,
tanto na política como nas relações sociais e no comportamento,
quando jovens cineastas de todo o mundo criaram uma linguagem que abalou o "status
quo" e viraram o cinema de cabeça para baixo.
VERA CRUZ: IMAGENS E HISTÓRIA DO CINEMA BRASILEIRO, de Sérgio Martinelli e Alberto de C. Alves. São Paulo, ABooks, 2003. 198p. ilust. Encadernado com sobrecapa.
ISBN 85-86664-06-5
Resgata imagens e contesta mentiras numa enormidade de fotos que unem informação histórica da mais famosa empresa cinematográfica que já existiu no Brasil. Acompanha uma coletânea de imagens, registros de um momento único de nosso cinema, de nossa memória e de nosso país. Com fotos, depoimentos e análises, traz a ficha técnica dos filmes da Vera Cruz.
VIAGEM AO BRASIL NAS AQUARELAS DE THOMAS ENDER:
1817-1818. São Paulo, Kapa Edit., 2000. 3 v. (encadernação
de luxo com caixa), ilust.
796 imagens distribuídas em 3 volumes, entre paisagens rurais e urbanas,
cenas do cotidiano e retratos de pessoas e objetos de uso caseiro. Pintadas
entre 1817-18 pelo jovem artista plástico vienense que veio ao Brasil
na comitiva científica austríaca que acompanhava a Imperatriz
Dona Leopoldina, casada com Dom Pedro I. sua obra é tão importante
quanto a do francês Jean-Baptiste Debret.
VIANINHA: CÚMPLICE DA PAIXÃO,
de Dênis de Moraes. Edição rev. e ampl. Rio de Janeiro,
Record, 2000. 420p.
A biografia do dramaturgo ganha nova edição revista e ampliada,
agora que o autor teve acesso aos documentos inéditos do Departamento
Estadual de Ordem Política e Social (DOPS), que revelam porque algumas
peças de Vianinha foram censuradas durante os "anos de chumbo".
Militante do teatro e da política, Vianinha teve passagens nos Teatros
de Arena e Opinião e pertenceu ao Partido Comunista Brasileiro.
VIDA... UMA MULHER!, de Vida Alves. São
Paulo, Totalidade, 2002. 200p. ilust. fotos. ISBN 85-85293-29-2
A atriz Vida Alves começou sua carreira artística no rádio,
aos 9 anos e aos 13 ganhou seu primeiro papel numa rádio-novela. Aos
22 começou na TV Tupi, recém-inaugurada e primeira tele-emissora
brasileira. Mas foi como protagonista do primeiro beijo na TV brasileira, em
1951, que ganhou notoriedade. Uma vida plena, aqui contada aos 60 anos de carreira,
fartamente ilustrada e plena de depoimentos.
VINICIUS DE MORAES: O POETA NÃO TEM FIM, de Adrian Almeida. São Paulo, Vergara & Riba, 2002. 102p. ilust. ISBN 85-87213-37-7
Livro que celebra de maneira especial a obra de Vinicius de Moraes. Magníficas pinturas e fotografias dão uma moldura especial a suas palavras.
WALTER LIMA JUNIOR: VIVER CINEMA, de Carlos
Alberto Mattos. Rio de Janeiro, Casa da Palavra, 2002. 420p. ilust. fotos.
ISBN 85-87220-51-9
Em obra fartamente ilustrada com fotos, é narrada a vida de Walter Lima
Junior com inteligência e fino humor. O autor registrou 85 depoimentos
de parentes, amigos, técnicos, atores e colaboradores, gravou 50 horas
de conversas com o biografado, um dos maiores cineastas brasileiros. Um dos
grandes nomes do Cinema Novo e autor de famosos filmes brasileiros, como Menino
de Engenho, A Lira do Delírio, Inocência, etc. e também
de curta-metragens, documentários e mini-séries para a TV. Pesquisa
aliada a mais completa e bem-feita filmografia já registrada em um livro
brasileiro.
WC - FOTOGRAFIAS DE ROGÉRIO FAISSAL.
São Paulo, Razão Cultural, 2002. 128p. ilust. Fotos 26x29p. ISBN
85-88099-04-7
Ilustrado com fotos de personalidade, sempre dentro de banheiros, foi a idéia
deste ensaio para mostrar situações de máxima intimidade
em momentos de humor, drama ou sensualidade. Prefácio de Luís
Fernando Veríssimo.